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6 dicas para comprar o seu primeiro carro.

Comprar o primeiro carro é uma grande realização para muitas pessoas. Em especial porque ao fazer 18 anos, muitos jovens já começam a planejar e pesquisar formas de realizar. A compra além de ser uma grande responsabilidade, pode vir acompanhada de muitas dúvidas e incertezas acerca da escolha do veículo, o que faz parte do processo natural de uma primeira compra como esta.

Se você está perdido sobre quais pontos deve considerar, não se preocupe! Aqui vamos detalhar os principais fatores deste objeto que pode ser considerado não apenas como um sinônimo de liberdade, mas também de independência financeira.

 

  1. Defina o valor que pode investir

Para concretizar a compra do seu primeiro veículo, primeiramente você deve definir o quanto pode gastar, para a partir disso, definir se você vai comprar um carro novo, seminovo ou usado. Assim, é importante que o seu planejamento financeiro esteja em dia, avaliando quanto você ganha, quais os seus gastos mensais e o quanto você pode investir mensalmente com segurança.

  1. Contabilize todos os gastos que pode ter com o veículo

Além do valor mensal do veículo, é muito importante considerar também gastos com seguro, manutenção, IPVA, combustível e demais valores que podem ser pagos. Mesmo que você compre um carro novo, em período definido pela concessionária, é necessário fazer as revisões da garantia. Em caso de comprar um carro usado, é necessário em um primeiro momento fazer uma revisão mecânica do carro para saber se será necessário trocar alguma peça. Além disso, é importante considerar um valor mensal que seja capaz de cobrir gastos imprevistos. Assim você evita surpresas desagradáveis e consegue manter o seu carro de forma mais tranquila.

  1. Pesquise opções de veículos

Agora que você já sabe o quanto pode investir, é hora de começar a pesquisar no mercado quais modelos de veículo se encaixam no valor e nas suas necessidades. Pesquise os veículos nos sites das montadoras para iniciar a sua busca. Lá você encontra inúmeras informações sobre opcionais, potência, consumo, entre outros. Existem ainda sites e blogs especializados que fazem avaliações de carros destacando pontos positivos e negativos. A partir disso, pesquise em sites de concessionárias os veículos disponíveis e seus respectivos valores e opcionais. Seja para compra de um veículo novo ou usado, a pesquisa prévia ajuda muito na tomada de decisão.

  1. Leve o carro em um mecânico de confiança

Caso opte pela compra de um veículo usado, verifique junto a concessionária a opção de levar o veículo até uma mecânica de confiança para um check up completo do estado do veículo. Por lá eles conseguem verificar o estado da parte inferior do carro, além velas, bateria, freios e demais partes mecânicas. Este processo é muito importante para saber o estado real do veículo que vai além da parte estética. Em alguns casos os veículos foram bem cuidados por fora, mas não passaram corretamente pelas manutenções periódicas e isso pode significar um prejuízo futuro para você.

  1. Faça um Test Drive

É de suma importância que você faça um teste de dirigibilidade no carro. O alto custo envolvido na compra deve ser considerado para que você faça todas as verificações possíveis no carro. Ao dirigi-lo você pode se assegurar de que o carro atende as suas necessidades e expectativas quanto ao conforto, potência e segurança, itens que só são possíveis ver de fato se você estiver atrás do volante. Assim você fecha a compra com a certeza de esta fazendo a escolha certa.

  1. Escolha o consórcio para adquirir o seu carro 

Algo que vai fazer toda a diferença para a compra do seu primeiro carro, é a forma de pagamento. O consórcio é uma excelente opção financeira que traz inúmeros benefícios para realizar a primeira compra de um carro. Com ele você não paga juros, nem taxa de adesão e pode parcelar 100% do valor do veículo por prazos estendidos. Além disso, pode negociar a compra do carro pelo valor à vista, podendo conseguir ainda um desconto. Outra vantagem com a HS Consórcios é o pagamento de metade da parcela até a contemplação, assim você pode criar uma reserva financeira até ser contemplado com sua carta de crédito.  Com outras opções como o financiamento, é importante que você tenha ao menos 30% do valor do veículo para dar entrada já que os juros são altos e podem chegar a dobrar o valor do veículo até o fim do pagamento.

 

Esclareceu todas as dúvidas? Faça uma simulação em nosso site e comece a planejar a compra do seu primeiro veículo agora mesmo!

 

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8 motivos para investir com a HS Consórcios em 2020

Trocar de carro, sair do aluguel, fazer uma reforma… Muitos são os motivos que levam as pessoas a escolher o consórcio como opção para realização de seus sonhos. O que tantas outras já perceberam, é que, além de ser uma excelente opção financeira para esta realização, o consórcio também é um excelente investimento para a sua vida. Ele ainda é um investimento seguro e nós listamos alguns motivos pelos quais você deve considerá-lo como uma excelente opção de aumentar o seu patrimônio.

Sem taxa de adesão

Com a HS Consórcios você começa a investir sem desembolsar entrada! Você paga apenas a mensalidade + taxa administrativa que é a remuneração da Administradora pela formação, organização e administração do grupo de consórcio + o fundo de reserva que é  a garantia da saúde financeira do Grupo. É um percentual pago na parcela e que irá servir para cobertura de eventual insuficiência de receita às assembleias de contemplação; para uma reserva financeira caso ocorra um nível de inadimplência no Grupo; para cobertura da devolução aos desistentes; para pagamento de débito do consorciado inadimplente, após esgotados todos os meios de cobrança. Cabe ressaltar também que a existência de eventual saldo do Fundo de Reserva, ao término das operações do Grupo é dividido entre todos os participantes, na proporção de sua contribuição.

Sem juros

Ao comparar o consórcio com os demais tipos de investimento, uma de suas principais vantagens está na ausência do pagamento de juros. A soma da taxa administrativa e do fundo de reserva é inferior ao pagamento de juros dos financiamentos bancários. Por este motivo, destaca-e o consórcio como um investimento a longo prazo. Isso significa que, a comparação do consórcio com outras formas de pagamento a prazo, indica que o valor que será pago ao final do plano será mais baixo.

Planejamento financeiro

Para quem tem dificuldade em guardar dinheiro, o consórcio também é uma ótima opção já que ele se torna uma poupança “forçada” com o pagamento mensal e um rendimento superior a poupança. Assim, ao mesmo tempo em que você investe em um bem, o consórcio também possibilita que você se eduque financeiramente para a concretização dos seus sonhos.

Atualização do valor investido no consórcio

Quando a cota é contemplada, a administradora transfere o valor do crédito contemplado para uma aplicação automática que rende sobre a poupança, em média 0,52% ao mês. Desta forma o consorciado receberá a aplicação sobre o valor contemplado e não sobre o valor investido, recebendo o valor do crédito corrigido. O valor investido por mês é muito mais baixo em relação ao valor do crédito aplicado, e receberá muito mais rentabilidade do que estar investindo em qualquer outra aplicação de renda fixa.

Possibilidade de investimento imobiliário

A compra de uma casa ou apartamento possibilita mais de uma opção de investimento. Você pode obter renda através de aluguel ou da revenda desses imóveis. Com o aluguel é possível complementar a sua renda, pagar as parcelas de um novo consórcio e pode ainda guardar dinheiro com o objetivo de ofertar lances, ou quitar um consórcio já contemplado. Com a ajuda da HS Consórcios e a possibilidade de pagar meia parcela até a contemplação, é possível pagar mais de uma cota e ir construindo o seu patrimônio aos poucos.

Venda de carta contemplada

A venda de carta contemplada é uma possibilidade legal, prevista no artigo 13 da lei 11.795/2008, “Os direitos e obrigações decorrentes do contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão, poderão ser transferidos a terceiros, mediante prévia anuência da administradora”. Ou seja, desde que as obrigações financeiras do consorciado estejam em dia com a administradora, é possível passar a carta a terceiros, sabendo também que as obrigações financeiras restantes previstas em contrato serão de responsabilidade do novo consorciado.

O valor de venda do consórcio, pode variar se a sua cota já foi contemplada ou não. São considerados os reajustes realizados na carta de crédito, o valor já pago e mais o ágio, que se trata do lucro que você vai ter sob a operação financeira. De qualquer forma, seu corretor vai esclarecer as dúvidas e realizar a venda com tranquilidade e segurança.

Compra de bem à vista

Com a carta de crédito contemplada o consorciado possui mais poder na hora de decidir a compra, com a possibilidade de negociação do valor do bem à vista.

Lances para antecipação da contemplação

O lance é um valor ofertado pelo cliente com o intuito de antecipar a sua contemplação. Todos os consorciados em dia, com a parcela mensal, podem efetuar lances, de acordo com as características do grupo ao qual participam.

 

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Como planejar as finanças para os seus objetivos no próximo ano

Ano novo, vida nova! É assim que muitas pessoas enxergam a virada de um ano para outro, e, de certa forma, é uma nova oportunidade de fazer as coisas de maneira diferente. Hoje nós vamos falar de planejamento financeiro, mas vamos começar olhando um pouco para trás. No último ano você fez um planejamento financeiro? Atingiu as suas metas? Quais aprendizados tirou organizando a sua vida financeira? Respondendo estes questionamentos é possível aprimorar o que você já fez e se não conseguiu realizar os seus objetivos, traçar novas metas para 2020.

Tenha você feito ou não a organização das suas finanças, a gente traz dicas de como fazer pela primeira vez, ou ainda, fazer os ajustes necessários no seu planejamento financeiro.

 

 

Como definir minhas metas?

Defina metas concretas para você realizar a médio e longo prazo. Pode ser a compra de um carro, da sua casa própria ou de um imóvel para investimento. Ter em mente exatamente o que você quer alcançar, possibilita traçar uma meta do que é preciso fazer para conquistar. Você precisa ter em mente que é necessário ter os pés no chão, traçando metas para a sua realidade atual, ou seja, objetivos que você consiga alcançar pagando um valor confortável por mês.

Faça uma planilha do seu orçamento

Dizer que você quer começar a guardar dinheiro não basta para realizar. Seja específico e determine: Quero guardar 15% do que eu ganho por mês para investir em x objetivos. Analise os seus gastos e coloque todas as informações em uma tabela. O valor que entra mensalmente, seus gastos fixos e demais contas a serem pagas por mês. A partir disso é possível analisar exatamente para onde o dinheiro está indo e de que forma é possível economizar. Você pode dividir o seu ganho em três partes: contas a serem pagas, dinheiro para investimento e reserva financeira. Conseguindo estabelecer estes limites e ter disciplina para mantê-los ao longo dos meses, é o bastante para atingir os seus objetivos.

Seja realista

Estabelecer objetivos fora da sua realidade é um dos motivos mais comuns para as pessoas desistirem do planejamento financeiro. Você pode estabelecer metas a longo prazo como se fosse uma escada. Primeiro você conquista algo menor para mais tarde atingir objetivos maiores, como por exemplo: você faz um consórcio para compra de um imóvel para investimento. Ao conquistar o imóvel você abre as portas para vários tipos de investimentos que podem aumentar a sua renda mensal. Você pode revender o imóvel garantindo um lucro com a venda, ou ainda alugar o imóvel para obter uma renda mensal. Com o dinheiro a mais que vai entrar é possível traçar metas que antes eram mais complicadas. Assim, vá pensando na escadinha, de um imóvel você pode passar para dois, e assim, sucessivamente conforme as suas finanças e a sua determinação permitirem.

Tenha foco para quitar a suas dívidas

Caso você tenha dívidas em aberto, como prestações atrasadas, por exemplo, foque primeiramente em quitar ou colocar em dia a suas contas, para aí sim passar a investir em suas metas. Descreva as suas dívidas na planilha de maneira a visualizar uma forma de colocá-la em dia. Se você precisa juntar dinheiro durante dois ou três meses para isso, é possível estabelecer prazos para você mesmo.

Controle-se nos gastos por impulso

Antes de comprar qualquer coisa pense sempre: “Mas eu realmente preciso disso?” Comprar algo apenas porque está em oferta, é um dos maiores perigos para se endividar. Pense qual o impacto que tal compra possa gerar no seu controle financeiro e decida se realmente vale a pena.

Quanto você poupa

Não adianta nada receber e gastar na mesma proporção. Para acumular uma quantia lhe possibilite alcançar suas metas financeiras, é preciso poupar de forma consistente. Analise seu orçamento e estabeleça um valor fixo que você guardará religiosamente todo mês. O mais recomendável é no mínimo de 10% a 20% de sua renda mensal, avaliando conforme a sua possibilidade.

Se seu objetivo é de prazo mais longo, obviamente você poderá guardar menos. Não se esqueça também de que é sempre prudente separar uma parte dessa quantia para formar um fundo de reserva para lidar com possíveis emergências.

 

Gostou das dicas? O consórcio é uma das melhores formas de colocar o seu planejamento financeiro em prática e investir nos seus objetivos! Com a HS Consórcios você não precisa dar entrada, não paga juros e pode optar por pagar meia parcela até a contemplação. Acesse o nosso site e faça uma simulação para definir quanto você pode investir por mês.

 

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Como calcular a depreciação de veículos

Na hora de comprar um veículo, diversos fatores devem ser considerados e entre eles a depreciação do veículo, afinal ninguém quer perder dinheiro. Para quem nunca ouviu falar nesta expressão, a depreciação de veículos é um processo de redução do valor do seu carro. Diversos fatores são considerados para o cálculo da depreciação como: desgaste natural do veículo, falta de cuidado, ação da natureza e a concorrência com veículos mais novos, fazendo com que o veículo valha menos no ato da venda do que quando foi comprado.

De uma maneira geral, o mercado considera um tempo de vida útil ao objeto, determinando qual seu tempo ideal para um funcionamento perfeito. Outro fator ligado a depreciação está a demanda sob o seu veículo, ou seja o quanto ele é procurado no mercado.

Considerando estes fatores, é possível determinar qual o tempo ideal para ficar com veículo e se já é hora de passá-lo adiante.

Critérios de desvalorização de um veículo 

A Tabela Fipe é um instrumento de consulta do valor dos veículos e pode ser usada como base para o controle da desvalorização do veículo. Neste artigo, nós falamos sobre como funciona o cálculo da tabela Fipe, confere lá :) .

 

Você ainda deve levar levar em conta:

Quilometragem: Quanto maior a quilometragem do veículo, maior será a sua desvalorização já que isso pode estar relacionado a danos mecânicos causados no veículo e até mesmo a ação da natureza, pelo tempo de rodagem na estrada.

Ano de fabricação e modelo: Cada ano que passa para o veículo, maior a sua desvalorização. Algumas pessoas estabelecem metas para a troca do veículo de forma a evitar que ele desvalorize. O consórcio é uma excelente ferramenta para te ajudar nessa troca ;) .

Conservação: fazer a manutenção sempre em dia e evitar avarias na mecânica são formas de evitar que o veículo desvalorize demais. Outras situações como acidentes também são consideradas, mesmo que tenham sido consertadas de forma correta. Especialistas avaliam desalinhamentos na lataria que podem indicar acidentes, além de amassados, arranhões e outros estragos.

Personalização: veículos que tenham sido transformados a partir de suas características originais também sofrem desvalorização, especialmente se o veículo ficar muito diferente dos padrões. Peças como aerofólios e mudança de cor são muito pessoais e podem dificultar inclusive na hora de encontrar alguém que queira ter um veículo como o seu.

Nacionalidade do veículo: Carros importados tendem a desvalorizar mais que os nacionais devido o valor mais alto de manutenção. Apenas por essa característica, o veículo perde valor ao sair da concessionária. Os modelos produzidos no Brasil e considerados populares, tendem a desvalorizar de 20% a 30% em dois anos, enquanto os importados podem chegar a 50% no mesmo período.

Tecnologia desatualizada: veículos sem ar condicionado, direção hidráulica ou elétrica, vidros e travas elétricas são mais difíceis de vender. Hoje, até mesmo modelos básicos vem com essas funcionalidades, complicando a vida de quem tem um carro sem estes opcionais.

Como fazer o cálculo?

Especialistas consideram que um veículo tem vida útil de 5 anos. Confira como calcular a depreciação do seu veículo:

 

  • Divida o valor do carro zero km (exemplo: R$35.000) pelo tempo de uso. Divida o valor pelo tempo de uso do veículo, se ele  foi utilizado por 5 anos, dividimos por 5, para saber o valor anual de depreciação (R$35.000 / 5 = R$7.000); ​

  • Divida esse valor (R$7.000) por 12, que é o número de meses do ano; ​

  • O valor obtido (R$583,33) representa o quanto o carro vai desvalorizar a cada mês. Ou seja, depois de sair da concessionária, você pode considerar que, a cada mês, o carro em questão depreciará aproximadamente R$580.

*As estimativas e valores citados são apenas referências e não podem ser usados como regra,​​​​ pois​ dependendo do uso e até mesmo do veículo, a desvalorização pode ser menor ou maior.

 

Diferença da desvalorização entre o carro novo e seminovo

Ao sair da concessionária, o zero km perde até 20% do valor. Os 3 primeiros anos de um veículo são o período em que um carro mais desvaloriza e, a partir do quarto ano, a taxa de depreciação segue bem menor. Comprando um seminovo​, você adquire um carro com cara de zero, sem ser fortemente impactado com a depreciação inicial.

 

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Dicas para atingir a sua independência financeira

Você sabe o que é independência financeira? O conceito de independência financeira consiste em ter renda suficiente para pagar suas despesas por um período, que pode ser um mês ou um ano, sem que você tenha que trabalhar por isso. Ou seja, mantendo um estilo de vida que segue um padrão financeiro, você terá uma tranquilidade financeira para lidar com imprevistos. A independência financeira pode ser o mesmo que uma reserva de dinheiro para que você consiga lidar com imprevistos ou até mesmo ter dinheiro suficiente para comprar um carro ou uma casa sem contrair dívidas.

Demais, né? Quem não sonha em poder viver assim.

Mas aí muitos vão questionar: mas com o que eu ganho não é possível, ou vão achar que é preciso ter nascido em berço de ouro para isso. A gente já adianta que investindo da forma correta, é possível para qualquer pessoa. Isso requer apenas planejamento, foco, inteligência e paciência. E a resposta para isso é simples. INVESTIMENTO! O consórcio é uma excelente alternativa de investimento. Já falamos aqui sobre as formas de ganhar dinheiro com o consórcio.

Confira as nossas dicas e mantenha o foco nos seus objetivos!

1. Evite dívidas!

As dívidas com cartões de créditos e compra de supérfluos sempre foi considerada um dos piores obstáculos para a conquista dos objetivos a curto, médio e longo prazo. Livre-se de todas as dívidas com juros altos, liberando assim o dinheiro para investir no seu futuro.

2. Gaste menos do que você ganha

Gastando menos dinheiro que você ganha é possível economizar! E a partir deste dinheiro planejar seus investimentos para uma aposentadoria tranquila. Controle suas despesas para identificar gastos desnecessários. Além disso, trabalhar de forma a gerar mais renda também é importante. Seja você autônomo ou assalariado, identifique possibilidades para ganhar mais dinheiro.

3. Mantenha seus investimentos a longo prazo

O consórcio é uma excelente opção para seus investimentos a longo prazo, já que com ele você escolhe o período pelo qual deseja investir, não paga juros e entrada e tem liberdade para investir da maneira como desejar, respeitando as regras de cada segmento de compra (imóvel ou veículo).

4. Saia da sua zona de conforto

Seus gastos devem estar de acordo com a sua situação financeira e seus objetivos. Alguns períodos tendem a ser financeiramente mais difíceis e é preciso saber lidar com eles. Problemas no trabalho ou inseguranças quanto a sua área de atuação podem ser bons combustíveis para trocar de área, por exemplo. É preciso estar aberto a tomar novos rumos profissionais.

5. Crie uma reserva de emergência

Para ter independência financeira a reserva de emergência é fundamental. Mesmo que muitas pessoas saibam disso, uma pesquisa realizada pela Anbima em 2017 revelou que 52% dos brasileiros não possuem dinheiro guardado para lidar com imprevistos que vão desde perder um emprego até ter um problema de saúde, ou seja, situações bem importantes!

6 – Invista o seu dinheiro

Investir é a melhor forma de atingir a independência financeira. O consórcio é um investimento seguro já que ao contemplar a cota do consórcio, o consorciado tem o poder de adquirir um bem, com a vantagem de poder negociá-lo pelo valor à vista. No setor de imóveis é possível revendê-lo ou ainda obter lucros com o aluguel do imóvel.

 

Ficou interessado? Confira esta e outras possibilidades de investimento com o consórcio falando com um corretor autorizado da HS Consórcios.

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Consórcio para pessoa jurídica, existe diferença?

Construir uma sede própria e sair do aluguel, reformar um imóvel comercial, renovar ou iniciar uma frota própria são apenas alguns objetivos que uma empresa pode realizar a partir do consórcio, de forma ágil, com prazos estendidos e sem pagar juros.

O consórcio é uma excelente alternativa para quem é pessoa jurídica já que ele não compromete o capital de giro da empresa e você consegue fazer um planejamento para a compra dos bens. Ideal para quem não tem pressa, mas tem disciplina e deseja investir de forma inteligente no seu negócio.

Acompanhe as nossas dicas e fique por dentro dessa excelente opção para a sua empresa.

O consórcio é a melhor opção para quem possui uma empresa e deseja aumentar o seu patrimônio sem comprometer o capital de giro já que a aquisição na maioria dos casos não é imediata. Além disso, você pode planejar a compra no segmento de seu desejo, sendo imóvel ou veículo, sem a necessidade de pagar entrada e nem juros. A HS Consórcios oferece ainda a vantagem do pagamento de meia parcela até a contemplação, possibilitando que você invista com um valor mensal reduzido.

A modalidade do consórcio se torna uma opção mais viável que o financiamento, reduzindo os custos para a sua empresa, tornando-se mais que um objetivo de conquista e sim um investimento.

Para quem deseja ampliar as suas atividades é possível aumentar ou reformar um imóvel próprio, ou até mesmo sair do aluguel. No caso de veículos é possível conquistar uma frota própria de veículos leves ou pesados. Em ambas as modalidades você possui a vantagem de negociação para a compra, já que o consórcio é o mesmo que realizar uma compra à vista, trazendo mais esta vantagem. Ao invés de pagar os juros do financiamento e ficar inerte às condições da financiadora, o consórcio possibilita o poder de compra e a livre escolha dentro do segmento de sua preferência.

As regras do consórcio para pessoa jurídica basicamente são as mesmas que o consórcio para pessoas físicas, porém com o objetivo de aquisição para a empresa e não para uso pessoal.

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Como planejar as finanças depois de casar

Mais do que recuperar as finanças depois do casamento, um dos desafios da vida a dois é manter o equilíbrio com o planejamento financeiro e evitar conflitos. Afinal, os problemas financeiros estão entre os principais motivos que levam os casais ao divórcio.

Dívidas que se acumulam, planos que não saem do papel e gastos desenfreados com supérfluos estão entre as principais reclamações dos casais.

A administração das finanças é essencial para um bom relacionamento, já que ela garante estabilidade e conforto. Para te ajudar no planejamento da vida financeira e com isso conseguir realizar os tão sonhados objetivos como a compra de bens, confira as nossas dicas.

Divida as despesas

No caso de ambos possuírem renda, é importante distribuir os gastos conforme o ganho do casal, ou seja, fazer uma distribuição proporcional ao que cada um ganha, assim quem tem um salário mais alto assume mais contas garantindo o equilíbrio financeiro. Desta forma, ninguém se sente sobrecarregado e fica mais fácil de assumir novos objetivos.

Fazer um planejamento financeiro

Colocar na ponta do lápis todos os gastos, dívidas e metas para o futuro, vai aumentar as chances de transformar as metas em realidade. O planejamento possibilita que você visualize a forma como gasta o seu dinheiro, identificando despesas desnecessárias e planejando o pagamento de dívidas. Para o planejamento é importante que se tenha em mãos informações como a renda mensal dos cônjuges, dívidas a serem pagas, quanto dinheiro sobrou do último mês e as prioridades financeiras a curto, médio e longo prazo.

Desta forma é possível comparar as finanças de um mês para o outro e fazer um reserva financeira para emergências.

Priorizar o pagamento das dívidas

Os gastos com o casamento, a compra de uma casa própria e a mobília são apenas algumas das dívidas que um casal recém casado pode ter. Para que o planejamento dê certo, é importante identificar as dívidas a serem pagas, seu prazo de pagamento e somá-las assim aos gastos da casa como contas de luz, água, gás e alimento. Assim fica mais fácil de visualizar para saber quanto tempo será necessário para sair do vermelho.

Fazer uma reserva de dinheiro

A partir do planejamento também é possível identificar quanto o casal pode guardar por mês. Ninguém está livre de ter surpresas financeiras e quanto mais conseguir guardar, melhor. Você pode ainda dividir a poupança em dois: dinheiro para emergências e para o lazer. É muito importante investir também em viagens ou atividades que sejam de comum interesse do casal para que a vida seja mais prazerosa.

Realizar investimentos

No momento em que o casal atingir a estabilidade financeira, isto é, livre de dívidas de curto e médio prazo, é hora de começar a pensar nos investimento a longo prazo, com o objetivo de garantir estabilidade financeira e uma boa aposentadoria. O consórcio é uma excelente maneira de realizar estes investimentos, com renda extremamente atrativa e diferentes possibilidades como investimento no ramo imobiliário com ótimos ganhos. Além disso, a HS Consórcios traz vantagens como a possibilidade de investir sem pagar juros, com liberdade de escolha de compra dentro do segmento de sua escolha e o pagamento da meia parcela até a contemplação que possibilita que você invista mesmo naqueles momentos em que não pode comprometer toda a renda mensal.

Para conhecer todos os detalhes desta excelente opção financeira, acesse o nosso site e faça uma simulação!

 

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Alugar, comprar, ou construir. Qual a melhor opção para mim?

Ao tomar a decisão de morar sozinho, sempre surge a dúvida entre, alugar, comprar ou construir. Afinal, a sua escolha pode fazer toda a diferença dependendo do seu estilo de vida. Os planos para o futuro, a disponibilidade de dinheiro e o seu planejamento financeiro serão os principais fatores determinantes.

Para quem não está certo do lugar que deseja morar ou tem planos de mudança no futuro, o aluguel é uma boa opção. Por outro lado, mesmo que você não saiba exatamente o que deseja, adquirir um consórcio para a compra ou construção de uma casa é uma excelente forma de investimento para o seu futuro.

Confira as nossas dicas:

A principal vantagem de alugar está no dinheiro que é preciso desembolsar para isso. Na maioria dos casos basta ter o dinheiro do aluguel e um calção que varia de uma imobiliária para outra, mas geralmente é o mesmo valor do aluguel. Tudo depende se o seu contrato exige fiador ou não.

O aluguel pode ser também uma boa ideia como uma moradia provisória para quem está pagando um consórcio, por exemplo, já que o objetivo é adquirir um imóvel próprio. O não pagamento de impostos e gastos com manutenção é outro ponto a ser considerado.

O seu trabalho pode ser também um fator determinante para a escolha da moradia. Em muitos casos, a disponibilidade de mudança está entre os pré requisitos e isso deve ser levado em consideração. Se você precisa morar em uma região melhor localizada, alugar é uma opção mais barata que comprar devido a valorização de áreas mais centrais ou com boa infraestrutura.

Entre as desvantagens está o “gasto” com um imóvel que nunca será seu, já que a sua permanência no imóvel depende do período determinado em contrato. Um imóvel é um investimento a longo prazo e mesmo que você não more, ele pode gerar renda para o futuro.
A compra de um imóvel sempre é vantajosa desde que sejam considerados dois aspectos: valor de compra compatível com o imóvel e o mercado, e o imóvel tenha passado por inspeção atestando a sua conservação e qualidade da construção.

A compra de um imóvel garante mais estabilidade financeira, possibilitando a venda ou aluguel, caso assim você deseje.

Para quem não gosta de passar pelo estresse de uma obra, comprar um imóvel pronto é a melhor opção, sendo necessário fazer apenas ajustes na pintura e na decoração.

A única ressalva, que não chega a ser uma desvantagem, está no compromisso financeiro que você tem a longo prazo, já que pagar um imóvel requer um compromisso por mais tempo com a prestação que não pode deixar de ser paga. Caso você perca o emprega ou tenha dificuldades financeiras, você corre o risco de perder o imóvel.
Construir um imóvel garante um controle financeiro maior, já que é você quem decide os acabamentos e consegue pechinchar na compra de materiais e da mão de obra. Outra vantagem está nas escolha da planta e dos acabamentos de acordo com o seu gosto. Ao construir uma casa tudo fica do jeito que você deseja, garantindo menos reformas e customizações em um curto período.

Entre as desvantagens, está o gasto e tempo dedicado a documentação e regularização do terreno e da construção. A burocratização do processo exige tempo e disposição para que tudo fique dentro dos conformes. Imprevistos na construção como atrasos nos prazos e entrega de materiais também pode ser visto como algo negativo para quem tem um prazo mais curto para finalizar o projeto.

Consórcio como facilitador da sua decisão

Com o consórcio você possui inúmeras vantagens para aquisição de um imóvel próprio, seja para compra, construção ou até mesmo como investimento. Mesmo que você não tenha interesse em morar no imóvel, investir neste tipo de segmento traz inúmeras vantagens a longo prazo. Para quem deseja adquirir um imóvel próprio, mas já paga aluguel, o consórcio da HS Consórcios é a melhor opção, pois com ele você paga apenas meia parcela até a contemplação, garantindo assim, que você não comprometa toda a renda.

Gostou das dicas? Acesse o nosso site e faça uma simulação!

 

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Dicas para manter a casa segura para os seus pets

Se você foi contemplado pelo consórcio ou está aguardando este momento, a construção, reforma ou compra da casa própria é um passo muito importante que vem com diversas escolhas para o seu lar. Caso você já tenha ou pretende ter um pet em casa, saiba que é muito importante ter certos cuidados ao adaptar os ambientes para o seu amigo, já que eles estão cada dia mais presentes em nossas casas e em nossas vidas. Os bichinhos que costumam ser curiosos e muito ativos precisam ter uma atenção especial no ambiente onde vivem a fim de evitar acidentes. Se você está construindo a sua casa ou adaptando a que você já tem, confira as nossas dicas para manter os seus amigos em segurança.

Especialmente para quem está pensando em ter um pet em apartamento, as telas de proteção são indispensáveis para a segurança deles além de evitar que eles fujam. Os gatos costumam pular em móveis e janelas devido os seus instintos de caça e até por medo de barulhos e movimentos bruscos. A tela é uma solução barata que pode evitar diversos transtornos.

Os fios dos eletrodomésticos e eletrônicos podem ser um convite para brincadeiras perigosas e por isso precisam ficar escondidos. Cães e gatos filhotes gostam de morder tudo o que veem pela frente e correm o risco de sofrer um choque elétrico, causando até a morte dependendo da corrente descarregada. Outro risco com os fios é o de sufocamento: seu animal de estimação pode se enrolar e acabar ficando sem ar por causa dos fios. Para prevenir esses acidentes, mantenha os fios sempre no alto, e caso seja necessário use canaletas para deixá-los organizados e fora do alcance do seu pet.

As plantas são lindos itens decorativos dentro e fora de casa, mas requerem atenção aos tipos que não vão agredir a saúde do seu animalzinho. Se você tem um pátio, sem dúvidas o seu pet se brinca muito nesse espaço. Mas, é preciso prestar atenção a alguns tipos de plantas tóxicas que podem estar ao alcance dele. Comigo-ninguém-pode, copo-de-leite, bico-de-papagaio, espada-de-são jorge, azaleias e plantas com espinhos devem se evitadas em ambientes com a presença de animais.

Produtos de limpeza perfumados são ótimos para a higienização da casa,  porém, se você tem um animal de estimação, é preciso lembrar que estes produtos são tóxicos até mesmo para humanos em caso de ingestão. Fique atento ao uso de desinfetantes, inseticidas além de produtos à base de pinho e hipoclorito de sódio. Usar em quantidades pequenas e manter armazenados longe do acesso dos animais, é um item indispensável para a segurança deles.

Apesar de ser na maioria dos casos o cômodo mais usado na casa, a cozinha esconde inúmeros perigos para pets e crianças. O risco de acidentes com fogo, água e objetos cortantes são uma combinação muito perigosa. Caso não seja possível mantê-lo longe, fique atento ao local que você guarda os objetos e evite deixar panelas no fogão se não estiver junto ao local, afinal utensílios quebrados e panelas quentes são de extrema periculosidade para a saúde do seu amigo.

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Evite o desperdício doméstico e economize dinheiro para realizar seus objetivos

Reduzir as contas do lar é um passo importante para quem deseja fazer um planejamento financeiro com o objetivo de realizar a compra de uma casa, carro ou fazer um investimento para o futuro. Afinal, o dinheiro que é desperdiçado nas contas de luz, água e supermercado poderia estar gerando uma renda para a realização de um objetivo maior já que pequenos gestos ao longo do mês podem se tornar significativos nas contas da casa. Confira as nossas dicas e compartilhe com os amigos e familiares.

 

1.Controle o tempo de banho

Se o seu chuveiro é elétrico, fique sabendo que além do gasto da água, ele pode ser um dos principais responsáveis pelo gasto energético da casa. Evite deixar o chuveiro aberto enquanto passa sabonete ou lava o cabelo.

2. Deixe a torneira fechada enquanto lava a louça

Com a louça a economia pode começar antes mesmo de abrir a torneira. Tirar ao máximo os restos de comida e sujeira dos pratos com um papel toalha ajuda na hora de lavá-la. A torneira deve ficar fechada enquanto você ensaboa a louça. A torneira aberta desperdiça mais de 110 litros em 15 minutos, por isso fique atento ao processo.

3. Reaproveitamento de água

A água da máquina de lavar pode ser reaproveitada para limpeza no pátio de casa e outras atividades externas que não necessitem do uso de água potável. Desta forma você faz 100% de reuso do líquido mais precioso que temos!

4. Desperdício de alimentos

Estar atento aos alimentos que ainda tem na despensa e na geladeira evita a compra de alimentos em excesso, especialmente daqueles que são perecíveis. Reaproveitar alimentos que foram preparados no dia anterior em novas receitas também são uma forma de economizar de forma consciente não apenas com o bolso, mas também com a situação atual do do planeta.

5. As lâmpadas de casa devem ser de LED

As lâmpadas de LED são muito mais econômicas que as incandescentes ou amarelas e até mesmo que as fluorescentes. Além disso, apesar do seu valor mais alto, elas compensam o investimento devido a sua durabilidade que compensa na relação custo x benefício.

6. Tire os aparelhos da tomada

Além da economia, tirar os aparelhos da tomada também gera mais segurança em caso de curtos circuitos e temporais. Além disso, alguns eletrônicos possuem corrente elétrica mesmo que desligados e por isso tem um gasto constante.

7. Vai lavar roupa? Nível máximo sempre!

Acumular roupa com o objetivo de fazer lavagens completas na máquina de lavar é sempre a melhor opção no quesito economia de água e eletricidade.

8. Evite deixar muitas luzes acesas

Espaços da casa que não estão em uso devem permanecer com as luzes apagadas. Investir em janelas e pintar as paredes de cores claras também ajudam a aproveitar melhor a luz natural. São pequenos hábitos que somam cifras no final do mês.

9. Não deixe os aparelhos em stand by

Os aparelhos eletrônicos em sua maioria possuem luzes de “stand by” que ficam acesas indicando que o aparelho está ligado em modo de “espera”. Mesmo que pequenas, essas luzes presentes em aparelhos como da TV, por exemplo, consomem energia e podem ir somando uns aos outros dependendo dos aparelhos que você possui na sua casa.

10. Instale um sistema de energia solar

A energia gerada pelo sistema solar é de 20% a 30% mais econômica que a comprada em baixa tensão do sistema elétrico. O custo é alto, mas compensa muito o investimento a longo prazo.