Arquivos mensais: junho 2018

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Posso comprar um imóvel na planta com o consórcio?

Com a carta de crédito adquirida através do consórcio, é possível comprar um imóvel a médio e longo prazo. Mas algumas dúvidas surgem na hora de escolher o bem, uma delas sobre a possibilidade de aquisição na planta. A boa notícia, é que é possível, sim! E a maior vantagem é a negociação, já que a carta de crédito em mãos é o mesmo que comprar a vista.

A compra de um bem na planta, seja para moradia ou comércio, permite comprar algo do seu gosto por um valor mais baixo se comparado a imóveis prontos, além do benefício da valorização. É importante verificar se o imóvel possui habite-se, já que ele deve ser dado como garantia. Se o imóvel ainda não possui o documento será necessário alienar outro imóvel.

Mas, e se o imóvel for mais caro ou mais barato que a carta de crédito? Neste caso, você pode optar por completar o restante do valor ou em caso de valor menor, pode usar até 10% da carta para taxas e despesas com a documentação. O saldo também pode ser usado para abater parcelas do consórcio.

Outra possibilidade é utilizar seu consórcio para quitar o financiamento de um imóvel comprado na planta, economizando o valor dos juros do financiamento. Isso acontece pois com o consórcio você não paga juros, apenas a taxa de administração.

O mais importante ao estar com o consórcio contemplado é definir as suas necessidades. Pensar nas características do imóvel, localização e preço são os primeiros passos. É importante pesquisar, inclusive, informações sobre a construtora, conversando com proprietários que já tenham experiência com a mesma e verificando sempre se a documentação da construção está dentro do que a lei exige.

Confira as nossas dicas e acerte na sua escolha!

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Educação financeira para crianças

O contato com a mídia em comerciais e o consumismo exagerado expõe a necessidade de trabalhar, desde muito cedo, a consciência sobre as questões financeiras com os pequenos. Não ensinar a educação financeira, pode se tornar um problema enquanto crianças e até mesmo na vida adulta.

O consumismo está presente no dia a dia das crianças desde o desenho animado que elas assistem, até as próprias atitudes consumistas dos pais. Portanto, preste atenção inclusive nos seus atos, para não falar uma coisa e fazer outra, pois a tarefa de tornar o filho um consumidor consciente é fácil e pode ajudar nos hábitos de toda a família.

Como começar?

Comece ensinando a diferença entre a vontade de ter algo e a real necessidade de possuir aquele objeto. A mesada é um excelente instrumento educativo para a compreensão do valor do dinheiro. Para crianças de 3 a 5 anos, pode-se comprar um porquinho, ensinando a guardar moedas. É importante fazer com que a criança estabeleça um objetivo para o dinheiro que está guardando, podendo ser para a compra de determinado brinquedo ou até um passeio.

A partir dos 6 anos já é possível dar uma mesada, já que a criança já está envolvida com operações matemáticas na escola. Para estipular um valor devem ser considerados fatores como os hábitos familiares e a renda, mas é importante evitar exageros para que o processo educativo não se torne uma forma de esbanjar o dinheiro com besteiras.

Abrir uma poupança em nome da criança também é uma opção para os maiores. Fazer com que elas estabeleçam objetivos e guardem o dinheiro, acompanhando os rendimentos até que consiga alcançar o que eles determinaram. Desta forma a criança aprende o valor do dinheiro e compreende um pouco da vida financeira dos pais.

Dicas para a independência das crianças:

  • Mostre os caminhos para as crianças, mas deixe-as escolher o que querem comprar com o valor da mesada. É importante que elas entendam o processo sem muita interferência dos pais.
  • Estimule seus filhos desde cedo a guardar parte da mesada, em uma poupança ou cofrinho.
  • Mostre a importância do planejamento financeiro para atingir os objetivos.
  • Seja um bom exemplo! As crianças são inteligentes e muito intuitivas. Elas percebem quando os pais pregam a importância de guardar dinheiro, mas gastam desenfreadamente.