Arquivos mensais: março 2019

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Compare as taxas de juros do financiamento com os custos do consórcio

Adquirir a primeira casa, trocar de imóvel ou comprar um novo veículo é o objetivo de muitos brasileiros. Porém, ao colocar os valores no papel, as taxas de juros podem assustar e fazer com que o sonho fique um pouco mais distante. Para quem não tem pressa de adquirir seus bens, uma opção mais viável é o consórcio. Sem juros e sem a necessidade de pagar entrada, com o consórcio basta fazer um planejamento do tempo que você deseja dispor para a aquisição.

Para ter uma ideia, de acordo com o Banco Central, a taxa média de juros do financiamento de imóveis em março de 2019, gira em torno de 10% e 12%. Enquanto isso, o consórcio cobra apenas uma taxa administrativa de em média 2%, sem a cobrança de juros. E os dados comprovam que esta tem sido uma alternativa muito procurada pelos brasileiros. Em 2018, o Sistema de Consórcio no Brasil teve uma adesão de 2,6 milhões de cotas, melhor resultado desde 2014 de acordo com a ABAC – Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio.

Como funciona?

Além de toda a facilidade de pagamento, o consórcio ainda possui pouca burocracia para a adesão. O consorciado escolhe o valor do bem que deseja adquirir, entre as cotas disponíveis na administradora escolhida. A HS Consórcios oferece ainda a possibilidade de pagamento de meia parcela até a contemplação, ou seja, é possível investir no futuro sem comprometer toda a renda. Esta é uma excelente possibilidade para quem paga aluguel, por exemplo, e não conseguiria pagar uma prestação de valor integral, já que dispõe parte de seu salário no pagamento da moradia atual.

Principais diferenças entre o consórcio e o financiamento:

Taxa de juros: Na adesão ao consórcio não há cobrança de juros nas prestações, apenas uma taxa que serve para a manutenção da administradora de consórcios. Com  financiamento, você paga juros em todas as prestações até o fim do prazo estabelecido em contrato. Em caso de compra de imóvel, em geral o período varia entre 20 e 30 anos.

Compra do bem: Seja em caso de imóvel, veículo ou serviço, com o consórcio a compra deve ser planejada para médio e longo prazo, já que a contemplação pode acontecer em qualquer momento dentro do período contratado. O financiamento garante a compra mais rápida do bem, mas também tem mais burocracia.

Entrada: Os bancos costumam cobrar 20% do valor do financiamento como entrada, enquanto com o consórcio não é necessário pagar entrada.

Burocracia: O financiamento bancário possui uma maior burocracia do que o consórcio. Para ter um financiamento aprovado, é preciso ter renda fixa comprovada, nome limpo além de toda a burocracia que envolve a compra do bem. Já para adesão de um consórcio são necessários apenas documentos de praxe para a assinatura do contrato.

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Saiba como fazer o imposto de renda 2019

Para muitos brasileiros, o imposto de renda é uma obrigação que é determinada pelo ganho anual. O compromisso da declaração tira o sono de muitas pessoas, mas com o passar dos anos o sistema de declaração que antes era compreendido apenas por profissionais da Contabilidade e consultores, hoje pode ser realizado por qualquer um seguindo as nossas dicas.

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O imposto de renda 2019 é uma tributação obrigatória para os cidadãos brasileiros que atingem os rendimentos enquadrados no pagamento do imposto.O pagamento se torna obrigatório quando:

  • Os rendimentos tributáveis do ano de 2018 foram acima de R$28.559,70;

  • Teve rendimentos não tributáveis acima de R$40.000,00;

  • Realizou operações em bolsas de valores ou mercados financeiros;

  • Ganho de capital sobre a alienação de bens e direitos;

  • Renda rural anual bruta superior a R$142.798,50;

  • Para quem deseja compensar prejuízos e perdas da atividade rural de anos anteriores;

  • Para quem teve posse no dia 31 de dezembro de 2018 de bens cujo valor ultrapassa R$300.000,00.

Não precisa declarar quem:

  • Não se enquadre em nenhum dos critérios de obrigatoriedade para a declaração, listados acima;

  • Se enquadre em algum dos critérios mas seja  dependente de outra pessoa física;

  • Tem posse de bens e direitos cujo valor não seja maior que R$300.000,00, em 31 de dezembro de 2018.

  • Estão isentos também pessoas que possuem doenças graves (consulte a lista no site oficial do imposto de renda). A isenção é realizada através de laudo comprobatório da enfermidade, através do INSS.

A declaração do imposto de renda é realizada através do programa do imposto de renda 2019 que pode ser baixado aqui ou através do site oficial da Receita Federal, porém é necessário ter um certificado digital e um cadastro no portal e-CAC da Receita Federal. É possível ainda fazer a declaração através do celular pelo aplicativo da receita federal e está disponível para android e iOS.

Os rendimentos que ultrapassam a alíquota de isenção devem pagar o imposto que varia de 7,5 a 27,5% de todo o rendimento anual. Para não cair na chamada “malha fina” do imposto de renda é importante que os valores sejam declarados corretamente, já que as grandes transações financeiras realizadas no país são controladas rigorosamente pela Receita Federal. Quem cai na Malha Fina precisa se explicar para a receita e em caso de inconformidades deverá pagar multa

Quem tem direito a restituição?

Após a declaração do imposto de renda 2019, é importante que o contribuinte fique atento a consulta da restituição do imposto de renda. Desta forma é possível acompanhar o status de aceite da Receita Federal, já que caso não tenha sido aceita, é necessário refazer a declaração.

A consulta é feita aqui .

Alíquotas do Imposto de renda 2019

- A alíquota de 7,5% será paga por quem teve rendas tributáveis no intervalo de R$22.847,77 a R$33.919,80;

- Contribuintes com renda de até R$22.847,76 estão isentos do pagamento do imposto de renda;

- Quem teve renda entre R$33.919,81 a R$45.012,60 pagará 15% sobre os rendimentos;

- Contribuintes com renda anual entre R$45.012,61 até R$55.976,16, pagarão 22,5% de imposto sobre os rendimentos.

- Qualquer contribuinte que tenha tido renda superior a R$55.976,16 pagará 27,5% de imposto sobre a renda.

Fique atento aos prazos de declaração determinados pela Receita Federal. Em caso de atraso são aplicadas multas de até 20% sobre o valor mínimo que é de R$165,71.

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