Arquivos mensais: abril 2019

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Vai comprar ou vender um veículo?

Quando bate aquela dúvida do valor de compra ou venda de um veículo, sempre vai ter aquele amigo que indica, “consulta na FIPE”. Mas afinal, o que é a tabela FIPE, como é feito o seu cálculo e para que ela serve? Calma que a gente explica!

Geralmente a primeira busca pelo carro novo, ou a consulta do valor de venda de um veículo acontece na internet. As pessoas pesquisam em busca da opinião de outras pessoas na hora de escolher o veículo e procuram saber mais sobre o valor de venda com base na sua marca, ano, modelo, estado e opcionais.

A FIPE, sigla de Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, é responsável pela publicação mensal da atualização de valores de uma tabela com os preços médios de veículos (carros, motocicletas, caminhões, etc). Criada em 1973, a tabela FIPE serve de parâmetro para a consulta do valor médio de um veículo a partir de seu ano, modelo e marca, relacionando apenas estes três fatores. Outras questões como quilometragem, estado mecânico e lataria do veículo devem ser consideradas pelo vendedor ou comprador podendo variar o valor para mais ou para menos.

Com o objetivo de estabelecer um valor médio para as transações financeiras envolvendo veículos, a tabela FIPE serve como um instrumento baseado no valor de veículos novos, seminovos e usados como uma referência para situar os vendedores e os compradores do valor real de seu veículo.

Como a tabela funciona?

A construção da tabela é feita através da coleta de preços do mercado brasileiro relativo a carros, motocicletas, caminhões, ônibus e micro-ônibus novos, semi-novos e usados. A partir destes valores, os pesquisadores analisam estatisticamente os preços que possam estar muito acima ou abaixo da média, a marca, modelo e ano de fabricação. Depois de analisadas as diferenças, é estabelecida uma média, específica para cada carro, que compõem os valores apresentados na tabela FIPE.

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Saiba o que é, e como funciona o Sistema Financeiro Nacional

O Sistema Financeiro Nacional (SFN) é o conjunto de instituições públicas e privadas, responsáveis pelo sistema financeiro do país. Estas instituições têm como objetivo intermediar recursos financeiros entre os agentes econômicos superavitários, ou seja, aqueles que possuem recursos que podem ser aplicados no mercado financeiro e deficitários, isto é, aqueles que não possuem recursos e precisam de dinheiro através de empréstimos.

Os superavitários são empresas e pessoas físicas que poupam recursos e obtém juros, enquanto os agentes econômicos deficitários são empresas, governos e pessoas físicas que antecipam o consumo de um bem através de um empréstimo.

O SFN é composto por quatro mercados. O Monetário, onde o Banco Central garante liquidez da economia conforme a necessidade de circulação de moeda. O mercado de Crédito, em que os bancos realizam intermediações financeiras. O mercado Cambial, é onde ocorrem as trocas de moeda local por moedas estrangeiras e vice versa, e o mercado de Capitais formado pela Bolsa de Valores, corretoras e outros agentes autorizados pela agência reguladora.

Composto por órgãos normativos responsáveis por criar normas e políticas, entidades supervisoras que são responsáveis por realizar a fiscalização às instituições financeiras e entidades operadoras que prestam serviços de intermediação financeira.

Em outras palavras, todas as transações que envolvam dinheiro são regulamentadas pelo Sistema Financeiro Nacional, que garante condições para o desenvolvimento do país. Os investidores compõe parte importante do SFN como um agente do sistema e por isso é tão importante para quem deseja fazer parte do mercado de investimentos, estar a par dos agentes reguladores e de todo o sistema que integra a estrutura do SFN.

Conheça a estrutura do Sistema Financeiro Nacional

Dos órgãos normativos, o CMN – Conselho Monetário Nacional é órgão máximo do Sistema financeiro. O CNSP – Conselho Nacional de Seguros Privados e o CNPC – Conselho Nacional de Previdência complementar.

O CMN é responsável por executar diretrizes para o bom funcionamento do sistema financeiro sendo responsável por formular as políticas da moeda e do crédito com o objetivo de criar estabilidade da moeda e o desenvolvimento do País. O objetivo do CNPS – Conselho Nacional de Seguros Privados é formular normas para os mercados de seguros, previdência aberta e capitalização. O CNPC – Conselho Nacional de Previdência Complementar cria normas para regular o sistema de previdência complementar fechado operacionalizado pelos fundos de pensão.

As entidades supervisoras do Sistema Financeiro Nacional são o Banco Central do Brasil, A CVM – Comissão de Valores Mobiliários, A SUSEP – Superintendência de Seguros Privados e a PREVIC – Superintendência Nacional de Previdência Complementar. São responsáveis por garantir que os clientes e os participantes do mercado sigam as regras definidas pelos órgãos normativos.

O Banco Central do Brasil é o maior controlador dos mercados monetário, de crédito e cambial e é responsável pelo controle da inflação. Opera regulando a quantidade de moeda em circulação garantindo a estabilidade dos preços, além de fiscalizar e supervisionar as instituições financeiras subordinadas.

A CVM – Comissão de Valores Mobiliários por sua vez é a responsável pelo mercado de capitais com o intuito de disciplinar, normatizar e desenvolver o mercado de valores mobiliários. A SUSEP – Superintendência de Seguros privados regulamenta o mercado de seguros, Previdência e Capitalização e sua missão é controlar e fiscalizar estes mercados. A PREVIC – Superintendência Nacional de Previdência Complementar tem por finalidade fiscalizar e supervisionar as Entidades Fechadas de Previdência, mais conhecidas como Fundos de Pensão.

Os operadores do sistema financeiro fiscalizados pelo Banco Central são os bancos comerciais, financeiras, empresas de leasing, administradoras de consórcio, corretoras de câmbio, entre outros. As entidades do mercado de Capitais fiscalizadas pela CVM – Comissão de Valores Mobiliários são as corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários e os fundos de investimentos. As seguradoras, empresas de previdência e capitalização são fiscalizadas pela SUSEP e as entidades fechadas de previdência complementar conhecidas com fundos de pensão são fiscalizadas pela PREVIC.

A HS Consórcios se encaixa entre as operadoras do sistema financeiro, sendo uma instituição devidamente regulamentada pelo Banco Central.

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