Arquivos mensais: dezembro 2019

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Como planejar as finanças para os seus objetivos no próximo ano

Ano novo, vida nova! É assim que muitas pessoas enxergam a virada de um ano para outro, e, de certa forma, é uma nova oportunidade de fazer as coisas de maneira diferente. Hoje nós vamos falar de planejamento financeiro, mas vamos começar olhando um pouco para trás. No último ano você fez um planejamento financeiro? Atingiu as suas metas? Quais aprendizados tirou organizando a sua vida financeira? Respondendo estes questionamentos é possível aprimorar o que você já fez e se não conseguiu realizar os seus objetivos, traçar novas metas para 2020.

Tenha você feito ou não a organização das suas finanças, a gente traz dicas de como fazer pela primeira vez, ou ainda, fazer os ajustes necessários no seu planejamento financeiro.

 

 

Como definir minhas metas?

Defina metas concretas para você realizar a médio e longo prazo. Pode ser a compra de um carro, da sua casa própria ou de um imóvel para investimento. Ter em mente exatamente o que você quer alcançar, possibilita traçar uma meta do que é preciso fazer para conquistar. Você precisa ter em mente que é necessário ter os pés no chão, traçando metas para a sua realidade atual, ou seja, objetivos que você consiga alcançar pagando um valor confortável por mês.

Faça uma planilha do seu orçamento

Dizer que você quer começar a guardar dinheiro não basta para realizar. Seja específico e determine: Quero guardar 15% do que eu ganho por mês para investir em x objetivos. Analise os seus gastos e coloque todas as informações em uma tabela. O valor que entra mensalmente, seus gastos fixos e demais contas a serem pagas por mês. A partir disso é possível analisar exatamente para onde o dinheiro está indo e de que forma é possível economizar. Você pode dividir o seu ganho em três partes: contas a serem pagas, dinheiro para investimento e reserva financeira. Conseguindo estabelecer estes limites e ter disciplina para mantê-los ao longo dos meses, é o bastante para atingir os seus objetivos.

Seja realista

Estabelecer objetivos fora da sua realidade é um dos motivos mais comuns para as pessoas desistirem do planejamento financeiro. Você pode estabelecer metas a longo prazo como se fosse uma escada. Primeiro você conquista algo menor para mais tarde atingir objetivos maiores, como por exemplo: você faz um consórcio para compra de um imóvel para investimento. Ao conquistar o imóvel você abre as portas para vários tipos de investimentos que podem aumentar a sua renda mensal. Você pode revender o imóvel garantindo um lucro com a venda, ou ainda alugar o imóvel para obter uma renda mensal. Com o dinheiro a mais que vai entrar é possível traçar metas que antes eram mais complicadas. Assim, vá pensando na escadinha, de um imóvel você pode passar para dois, e assim, sucessivamente conforme as suas finanças e a sua determinação permitirem.

Tenha foco para quitar a suas dívidas

Caso você tenha dívidas em aberto, como prestações atrasadas, por exemplo, foque primeiramente em quitar ou colocar em dia a suas contas, para aí sim passar a investir em suas metas. Descreva as suas dívidas na planilha de maneira a visualizar uma forma de colocá-la em dia. Se você precisa juntar dinheiro durante dois ou três meses para isso, é possível estabelecer prazos para você mesmo.

Controle-se nos gastos por impulso

Antes de comprar qualquer coisa pense sempre: “Mas eu realmente preciso disso?” Comprar algo apenas porque está em oferta, é um dos maiores perigos para se endividar. Pense qual o impacto que tal compra possa gerar no seu controle financeiro e decida se realmente vale a pena.

Quanto você poupa

Não adianta nada receber e gastar na mesma proporção. Para acumular uma quantia lhe possibilite alcançar suas metas financeiras, é preciso poupar de forma consistente. Analise seu orçamento e estabeleça um valor fixo que você guardará religiosamente todo mês. O mais recomendável é no mínimo de 10% a 20% de sua renda mensal, avaliando conforme a sua possibilidade.

Se seu objetivo é de prazo mais longo, obviamente você poderá guardar menos. Não se esqueça também de que é sempre prudente separar uma parte dessa quantia para formar um fundo de reserva para lidar com possíveis emergências.

 

Gostou das dicas? O consórcio é uma das melhores formas de colocar o seu planejamento financeiro em prática e investir nos seus objetivos! Com a HS Consórcios você não precisa dar entrada, não paga juros e pode optar por pagar meia parcela até a contemplação. Acesse o nosso site e faça uma simulação para definir quanto você pode investir por mês.

 

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Como calcular a depreciação de veículos

Na hora de comprar um veículo, diversos fatores devem ser considerados e entre eles a depreciação do veículo, afinal ninguém quer perder dinheiro. Para quem nunca ouviu falar nesta expressão, a depreciação de veículos é um processo de redução do valor do seu carro. Diversos fatores são considerados para o cálculo da depreciação como: desgaste natural do veículo, falta de cuidado, ação da natureza e a concorrência com veículos mais novos, fazendo com que o veículo valha menos no ato da venda do que quando foi comprado.

De uma maneira geral, o mercado considera um tempo de vida útil ao objeto, determinando qual seu tempo ideal para um funcionamento perfeito. Outro fator ligado a depreciação está a demanda sob o seu veículo, ou seja o quanto ele é procurado no mercado.

Considerando estes fatores, é possível determinar qual o tempo ideal para ficar com veículo e se já é hora de passá-lo adiante.

Critérios de desvalorização de um veículo 

A Tabela Fipe é um instrumento de consulta do valor dos veículos e pode ser usada como base para o controle da desvalorização do veículo. Neste artigo, nós falamos sobre como funciona o cálculo da tabela Fipe, confere lá :) .

 

Você ainda deve levar levar em conta:

Quilometragem: Quanto maior a quilometragem do veículo, maior será a sua desvalorização já que isso pode estar relacionado a danos mecânicos causados no veículo e até mesmo a ação da natureza, pelo tempo de rodagem na estrada.

Ano de fabricação e modelo: Cada ano que passa para o veículo, maior a sua desvalorização. Algumas pessoas estabelecem metas para a troca do veículo de forma a evitar que ele desvalorize. O consórcio é uma excelente ferramenta para te ajudar nessa troca ;) .

Conservação: fazer a manutenção sempre em dia e evitar avarias na mecânica são formas de evitar que o veículo desvalorize demais. Outras situações como acidentes também são consideradas, mesmo que tenham sido consertadas de forma correta. Especialistas avaliam desalinhamentos na lataria que podem indicar acidentes, além de amassados, arranhões e outros estragos.

Personalização: veículos que tenham sido transformados a partir de suas características originais também sofrem desvalorização, especialmente se o veículo ficar muito diferente dos padrões. Peças como aerofólios e mudança de cor são muito pessoais e podem dificultar inclusive na hora de encontrar alguém que queira ter um veículo como o seu.

Nacionalidade do veículo: Carros importados tendem a desvalorizar mais que os nacionais devido o valor mais alto de manutenção. Apenas por essa característica, o veículo perde valor ao sair da concessionária. Os modelos produzidos no Brasil e considerados populares, tendem a desvalorizar de 20% a 30% em dois anos, enquanto os importados podem chegar a 50% no mesmo período.

Tecnologia desatualizada: veículos sem ar condicionado, direção hidráulica ou elétrica, vidros e travas elétricas são mais difíceis de vender. Hoje, até mesmo modelos básicos vem com essas funcionalidades, complicando a vida de quem tem um carro sem estes opcionais.

Como fazer o cálculo?

Especialistas consideram que um veículo tem vida útil de 5 anos. Confira como calcular a depreciação do seu veículo:

 

  • Divida o valor do carro zero km (exemplo: R$35.000) pelo tempo de uso. Divida o valor pelo tempo de uso do veículo, se ele  foi utilizado por 5 anos, dividimos por 5, para saber o valor anual de depreciação (R$35.000 / 5 = R$7.000); ​

  • Divida esse valor (R$7.000) por 12, que é o número de meses do ano; ​

  • O valor obtido (R$583,33) representa o quanto o carro vai desvalorizar a cada mês. Ou seja, depois de sair da concessionária, você pode considerar que, a cada mês, o carro em questão depreciará aproximadamente R$580.

*As estimativas e valores citados são apenas referências e não podem ser usados como regra,​​​​ pois​ dependendo do uso e até mesmo do veículo, a desvalorização pode ser menor ou maior.

 

Diferença da desvalorização entre o carro novo e seminovo

Ao sair da concessionária, o zero km perde até 20% do valor. Os 3 primeiros anos de um veículo são o período em que um carro mais desvaloriza e, a partir do quarto ano, a taxa de depreciação segue bem menor. Comprando um seminovo​, você adquire um carro com cara de zero, sem ser fortemente impactado com a depreciação inicial.