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Como funciona a alienação de bens em consórcio?

O consórcio é um segmento financeiro para quem busca investir ou comprar bens móveis ou imóveis da forma mais vantajosa possível. Sem pagar juros, com prazos estendidos e com segurança. Através de um grupo de pessoas que possui um mesmo objetivo, e de uma administradora responsável por gerenciar este grupo, o consorciado adquire seus bens com planejamento, ou faz um investimento para o seu futuro.

O investimento de longo prazo é escolhido por aquelas pessoas que desejam realizar a compra de um bem de alto valor agregado, sem pagar as altas taxas de juros dos financiamentos bancários.

Para quem está buscando entender melhor como funciona o passo a passo do consórcio, hoje vamos falar sobre a alienação de bens e quando ela ocorre para quem faz um consórcio.

 

Quando ocorre a alienação dos bens?

O processo de alienação dos bens é o meio pelo qual a administradora do consórcio garante que os bens adquiridos através da carta de crédito serão devidamente quitados pelos contemplados. Isso acontece, quando o consorciado é contemplado durante o período de pagamento do consórcio que ainda não tenha sido quitado. O processo é prático e seguro e foi escolhido para substituir a antiga hipoteca que envolvia grandes problemas em relação a inadimplência. A alienação traz vantagens tanto para o contemplado quanto para a administradora, por se tratar de um processo de garantia muito mais simples.

A pessoa que foi contemplada com o consórcio pode fazer uso do bem como desejar através de venda ou troca, porém a transação deve ser autorizada pela administradora, já que a propriedade judicial é do credor.

 

O que acontece se o consorciado não pagar as parcelas pendentes?

Em caso de inadimplência do participante do consórcio, a administradora pode cobrar judicialmente a devolução do bem, como forma de quitar a dívida. O período para tal execução está previsto no contrato assinado pelo consorciado e costuma ser de 60 dias, a contar da data do vencimento não pago.

 

Venda e troca de bens alienados

Em caso de venda de um bem alienado o consorciado pode optar pela quitação do consórcio, ou transferir o contrato para o comprador. A primeira opção é muito mais simples e menos burocrática. Em caso de transferência, a aprovação depende da administradora, que realiza uma análise de crédito e decide se aprova ou não a transação.

Já a troca de bens é mais simples de ser feita, basta que o novo bem, carro ou imóvel, se adeque às exigências contratuais da administradora. O valor deve ser igual ou maior que a dívida do consórcio e desde que não haja nenhuma restrição judicial que possa impedir a negociação. Em todas as modalidades, é obrigatório que o consorciado esteja com o pagamento das parcelas em dia.

 

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Investindo com consórcio: conheça as melhores opções para você

O cenário atual que estamos vivendo pode assustar algumas pessoas, que ficam com receio de fazer investimentos em tempos de crise. Mas para quem está antenado ao mercado financeiro, sabe que um período assim também pode despertar boas oportunidades, já que em períodos de crescimento econômico, há maior procura por investimentos, fazendo com que haja outras condições.

Ao longo dos anos, o consórcio tem se mostrado cada vez mais atraente para investidores que procuram por segmentos de longo prazo e baixo risco. Melhor que isso, o consórcio é um investimento com nenhum risco, o que traz segurança e rentabilidade para quem escolhe esta modalidade.

 

Ganhando dinheiro com consórcio

O investimento em imóveis é uma das principais opções para quem busca o consórcio como investimento. Afinal, em tempos de crise, quem está tentando vender imóveis pode ter dificuldades e até mesmo se frustrar com o possível lucro, o que abre precedente para quem está querendo comprar. O consórcio possibilita a negociação de compra do bem à vista, garantido poder de negociação e uma alta rentabilidade. Assim, com os estoques das incorporadoras recheados de opções, você pode negociar pensando no futuro e garantindo bons negócios. Por este motivo, mesmo em tempos de crise o consórcio continua sendo uma excelente opção de investimento, já que é uma possibilidade flexível, ou seja, pode se adaptar conforme a sua necessidade e continua sendo vantajoso, já que se trata de um investimento de longo prazo.

É claro que para que essa compra seja vantajosa, inúmeros fatores de mercado precisam ser analisados. Localização, custo de manutenção, ganho com aluguel, estrutura e demais pontos devem ser estudados ao pensar no retorno do seu investimento, colocado todas as possibilidades na ponta do lápis.

Outra forma de ganhar dinheiro com o consórcio, está na possibilidade de venda da carta contemplada. Esta é uma possibilidade legal, prevista no artigo 13 da lei 11.795/2008, “Os direitos e obrigações decorrentes do contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão, poderão ser transferidos a terceiros, mediante prévia anuência da administradora”. Ou seja, desde que as obrigações financeiras do consorciado estejam em dia com a administradora, é possível passar a carta a terceiros, sabendo também que as obrigações financeiras restantes previstas em contrato serão de responsabilidade do novo consorciado.

O valor de venda do consórcio, pode variar se a sua cota já foi contemplada ou não. São considerados os reajustes realizados na carta de crédito, o valor já pago e mais o ágio, que se trata do lucro que você vai ter sob a operação financeira. De qualquer forma, seu corretor vai esclarecer as dúvidas e realizar a venda com tranquilidade e segurança.

 

Principais vantagens do consórcio

Sem juros, sem taxa de adesão e a possibilidade de pagamento de meia parcela até a contemplação. Estas são as principais vantagens da HS Consórcios. Ao comparar o consórcio com os demais tipos de investimento, uma de suas principais vantagens está na ausência do pagamento de juros. A soma da taxa administrativa e do fundo de reserva é inferior ao pagamento de juros dos financiamentos bancários. Por este motivo, destaca-e o consórcio como um investimento a longo prazo. Isso significa que, a comparação do consórcio com outras formas de pagamento a prazo, indica que o valor que será pago ao final do plano será mais baixo.

A falta da taxa de adesão significa que você começa a investir sem precisar pagar um valor de “entrada” por isso. Ainda que o financiamento não seja uma modalidade de investimento, devido a alta taxa de juros, esta é mais uma vantagem do consórcio.

A possibilidade de pagar metade da parcela até a contemplação, também é uma vantagem para que busca fazer um consórcio, mesmo tendo outros tipos de investimentos, ou até mesmo para quem busca adquirir a casa própria pagando aluguel.

 

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