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Saiba como ganhar dinheiro com o consórcio!

O consórcio é uma modalidade financeira vantajosa em diversos aspectos. De maneira geral, ele pode ser definido como um grupo de compras coletivas, em que pessoas que almejam um mesmo objetivo pagam uma parcela mensal para compra de um bem de determinado segmento. O consórcio é gerenciado por uma administradora que deve ser regulamentada pelo Banco Central do Brasil (BACEN).

Na questão financeira, ele se destaca em muitos aspectos. Um deles é a possibilidade de usá-lo como investimento. Esta é uma modalidade muito utilizada pelos usuários que já possuem bens e desejam investir sem riscos, além de ser uma maneira de se disciplinar financeiramente.

E quais as maneiras de ganhar dinheiro fazendo um consórcio?

Há primeira vista, existem duas formas de ganhar dinheiro com consórcio. Uma delas é a possibilidade de vender a carta de crédito depois da contemplação. Esta é uma possibilidade legal, prevista no artigo 13 da lei 11.795/2008, “Os direitos e obrigações decorrentes do contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão, poderão ser transferidos a terceiros, mediante prévia anuência da administradora”. Ou seja, desde que as obrigações financeiras do consorciado estejam em dia com a administradora, é possível passar a carta a terceiros, sabendo também que as obrigações financeiras restantes previstas em contrato serão de responsabilidade do novo consorciado.

As transações de venda, documentação e transferência da carta de crédito serão realizadas pelo seu corretor autorizado da HS Consórcios, por isso não se preocupe. Caso você opte pela venda da carta contemplada, ele vai te ajudar em todo o processo.

O valor de venda do consórcio, pode variar se a sua cota já foi contemplada ou não. São considerados os reajustes realizados na carta de crédito, o valor já pago e mais o ágio, que se trata do lucro que você vai ter sob a operação financeira. De qualquer forma, seu corretor vai esclarecer as dúvidas e realizar a venda com tranquilidade e segurança.

Outra forma de ganhar dinheiro com consórcio é direcionar o seu investimento para o ramo imobiliário. Você pode destinar uma ou mais cotas para compra de imóveis que podem ser alugados, gerando uma renda extra.

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Vai comprar ou vender um veículo?

Quando bate aquela dúvida do valor de compra ou venda de um veículo, sempre vai ter aquele amigo que indica, “consulta na FIPE”. Mas afinal, o que é a tabela FIPE, como é feito o seu cálculo e para que ela serve? Calma que a gente explica!

Geralmente a primeira busca pelo carro novo, ou a consulta do valor de venda de um veículo acontece na internet. As pessoas pesquisam em busca da opinião de outras pessoas na hora de escolher o veículo e procuram saber mais sobre o valor de venda com base na sua marca, ano, modelo, estado e opcionais.

A FIPE, sigla de Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, é responsável pela publicação mensal da atualização de valores de uma tabela com os preços médios de veículos (carros, motocicletas, caminhões, etc). Criada em 1973, a tabela FIPE serve de parâmetro para a consulta do valor médio de um veículo a partir de seu ano, modelo e marca, relacionando apenas estes três fatores. Outras questões como quilometragem, estado mecânico e lataria do veículo devem ser consideradas pelo vendedor ou comprador podendo variar o valor para mais ou para menos.

Com o objetivo de estabelecer um valor médio para as transações financeiras envolvendo veículos, a tabela FIPE serve como um instrumento baseado no valor de veículos novos, seminovos e usados como uma referência para situar os vendedores e os compradores do valor real de seu veículo.

Como a tabela funciona?

A construção da tabela é feita através da coleta de preços do mercado brasileiro relativo a carros, motocicletas, caminhões, ônibus e micro-ônibus novos, semi-novos e usados. A partir destes valores, os pesquisadores analisam estatisticamente os preços que possam estar muito acima ou abaixo da média, a marca, modelo e ano de fabricação. Depois de analisadas as diferenças, é estabelecida uma média, específica para cada carro, que compõem os valores apresentados na tabela FIPE.

Foi contemplado no consórcio e vai comprar o seu veículo novo? Consulte a tabela aqui .

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Saiba o que é, e como funciona o Sistema Financeiro Nacional

O Sistema Financeiro Nacional (SFN) é o conjunto de instituições públicas e privadas, responsáveis pelo sistema financeiro do país. Estas instituições têm como objetivo intermediar recursos financeiros entre os agentes econômicos superavitários, ou seja, aqueles que possuem recursos que podem ser aplicados no mercado financeiro e deficitários, isto é, aqueles que não possuem recursos e precisam de dinheiro através de empréstimos.

Os superavitários são empresas e pessoas físicas que poupam recursos e obtém juros, enquanto os agentes econômicos deficitários são empresas, governos e pessoas físicas que antecipam o consumo de um bem através de um empréstimo.

O SFN é composto por quatro mercados. O Monetário, onde o Banco Central garante liquidez da economia conforme a necessidade de circulação de moeda. O mercado de Crédito, em que os bancos realizam intermediações financeiras. O mercado Cambial, é onde ocorrem as trocas de moeda local por moedas estrangeiras e vice versa, e o mercado de Capitais formado pela Bolsa de Valores, corretoras e outros agentes autorizados pela agência reguladora.

Composto por órgãos normativos responsáveis por criar normas e políticas, entidades supervisoras que são responsáveis por realizar a fiscalização às instituições financeiras e entidades operadoras que prestam serviços de intermediação financeira.

Em outras palavras, todas as transações que envolvam dinheiro são regulamentadas pelo Sistema Financeiro Nacional, que garante condições para o desenvolvimento do país. Os investidores compõe parte importante do SFN como um agente do sistema e por isso é tão importante para quem deseja fazer parte do mercado de investimentos, estar a par dos agentes reguladores e de todo o sistema que integra a estrutura do SFN.

Conheça a estrutura do Sistema Financeiro Nacional

Dos órgãos normativos, o CMN – Conselho Monetário Nacional é órgão máximo do Sistema financeiro. O CNSP – Conselho Nacional de Seguros Privados e o CNPC – Conselho Nacional de Previdência complementar.

O CMN é responsável por executar diretrizes para o bom funcionamento do sistema financeiro sendo responsável por formular as políticas da moeda e do crédito com o objetivo de criar estabilidade da moeda e o desenvolvimento do País. O objetivo do CNPS – Conselho Nacional de Seguros Privados é formular normas para os mercados de seguros, previdência aberta e capitalização. O CNPC – Conselho Nacional de Previdência Complementar cria normas para regular o sistema de previdência complementar fechado operacionalizado pelos fundos de pensão.

As entidades supervisoras do Sistema Financeiro Nacional são o Banco Central do Brasil, A CVM – Comissão de Valores Mobiliários, A SUSEP – Superintendência de Seguros Privados e a PREVIC – Superintendência Nacional de Previdência Complementar. São responsáveis por garantir que os clientes e os participantes do mercado sigam as regras definidas pelos órgãos normativos.

O Banco Central do Brasil é o maior controlador dos mercados monetário, de crédito e cambial e é responsável pelo controle da inflação. Opera regulando a quantidade de moeda em circulação garantindo a estabilidade dos preços, além de fiscalizar e supervisionar as instituições financeiras subordinadas.

A CVM – Comissão de Valores Mobiliários por sua vez é a responsável pelo mercado de capitais com o intuito de disciplinar, normatizar e desenvolver o mercado de valores mobiliários. A SUSEP – Superintendência de Seguros privados regulamenta o mercado de seguros, Previdência e Capitalização e sua missão é controlar e fiscalizar estes mercados. A PREVIC – Superintendência Nacional de Previdência Complementar tem por finalidade fiscalizar e supervisionar as Entidades Fechadas de Previdência, mais conhecidas como Fundos de Pensão.

Os operadores do sistema financeiro fiscalizados pelo Banco Central são os bancos comerciais, financeiras, empresas de leasing, administradoras de consórcio, corretoras de câmbio, entre outros. As entidades do mercado de Capitais fiscalizadas pela CVM – Comissão de Valores Mobiliários são as corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários e os fundos de investimentos. As seguradoras, empresas de previdência e capitalização são fiscalizadas pela SUSEP e as entidades fechadas de previdência complementar conhecidas com fundos de pensão são fiscalizadas pela PREVIC.

A HS Consórcios se encaixa entre as operadoras do sistema financeiro, sendo uma instituição devidamente regulamentada pelo Banco Central.

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Compare as taxas de juros do financiamento com os custos do consórcio

Adquirir a primeira casa, trocar de imóvel ou comprar um novo veículo é o objetivo de muitos brasileiros. Porém, ao colocar os valores no papel, as taxas de juros podem assustar e fazer com que o sonho fique um pouco mais distante. Para quem não tem pressa de adquirir seus bens, uma opção mais viável é o consórcio. Sem juros e sem a necessidade de pagar entrada, com o consórcio basta fazer um planejamento do tempo que você deseja dispor para a aquisição.

Para ter uma ideia, de acordo com o Banco Central, a taxa média de juros do financiamento de imóveis em março de 2019, gira em torno de 10% e 12%. Enquanto isso, o consórcio cobra apenas uma taxa administrativa de em média 2%, sem a cobrança de juros. E os dados comprovam que esta tem sido uma alternativa muito procurada pelos brasileiros. Em 2018, o Sistema de Consórcio no Brasil teve uma adesão de 2,6 milhões de cotas, melhor resultado desde 2014 de acordo com a ABAC – Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio.

Como funciona?

Além de toda a facilidade de pagamento, o consórcio ainda possui pouca burocracia para a adesão. O consorciado escolhe o valor do bem que deseja adquirir, entre as cotas disponíveis na administradora escolhida. A HS Consórcios oferece ainda a possibilidade de pagamento de meia parcela até a contemplação, ou seja, é possível investir no futuro sem comprometer toda a renda. Esta é uma excelente possibilidade para quem paga aluguel, por exemplo, e não conseguiria pagar uma prestação de valor integral, já que dispõe parte de seu salário no pagamento da moradia atual.

Principais diferenças entre o consórcio e o financiamento:

Taxa de juros: Na adesão ao consórcio não há cobrança de juros nas prestações, apenas uma taxa que serve para a manutenção da administradora de consórcios. Com  financiamento, você paga juros em todas as prestações até o fim do prazo estabelecido em contrato. Em caso de compra de imóvel, em geral o período varia entre 20 e 30 anos.

Compra do bem: Seja em caso de imóvel, veículo ou serviço, com o consórcio a compra deve ser planejada para médio e longo prazo, já que a contemplação pode acontecer em qualquer momento dentro do período contratado. O financiamento garante a compra mais rápida do bem, mas também tem mais burocracia.

Entrada: Os bancos costumam cobrar 20% do valor do financiamento como entrada, enquanto com o consórcio não é necessário pagar entrada.

Burocracia: O financiamento bancário possui uma maior burocracia do que o consórcio. Para ter um financiamento aprovado, é preciso ter renda fixa comprovada, nome limpo além de toda a burocracia que envolve a compra do bem. Já para adesão de um consórcio são necessários apenas documentos de praxe para a assinatura do contrato.

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Saiba como fazer o imposto de renda 2019

Para muitos brasileiros, o imposto de renda é uma obrigação que é determinada pelo ganho anual. O compromisso da declaração tira o sono de muitas pessoas, mas com o passar dos anos o sistema de declaração que antes era compreendido apenas por profissionais da Contabilidade e consultores, hoje pode ser realizado por qualquer um seguindo as nossas dicas.

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O imposto de renda 2019 é uma tributação obrigatória para os cidadãos brasileiros que atingem os rendimentos enquadrados no pagamento do imposto.O pagamento se torna obrigatório quando:

  • Os rendimentos tributáveis do ano de 2018 foram acima de R$28.559,70;

  • Teve rendimentos não tributáveis acima de R$40.000,00;

  • Realizou operações em bolsas de valores ou mercados financeiros;

  • Ganho de capital sobre a alienação de bens e direitos;

  • Renda rural anual bruta superior a R$142.798,50;

  • Para quem deseja compensar prejuízos e perdas da atividade rural de anos anteriores;

  • Para quem teve posse no dia 31 de dezembro de 2018 de bens cujo valor ultrapassa R$300.000,00.

Não precisa declarar quem:

  • Não se enquadre em nenhum dos critérios de obrigatoriedade para a declaração, listados acima;

  • Se enquadre em algum dos critérios mas seja  dependente de outra pessoa física;

  • Tem posse de bens e direitos cujo valor não seja maior que R$300.000,00, em 31 de dezembro de 2018.

  • Estão isentos também pessoas que possuem doenças graves (consulte a lista no site oficial do imposto de renda). A isenção é realizada através de laudo comprobatório da enfermidade, através do INSS.

A declaração do imposto de renda é realizada através do programa do imposto de renda 2019 que pode ser baixado aqui ou através do site oficial da Receita Federal, porém é necessário ter um certificado digital e um cadastro no portal e-CAC da Receita Federal. É possível ainda fazer a declaração através do celular pelo aplicativo da receita federal e está disponível para android e iOS.

Os rendimentos que ultrapassam a alíquota de isenção devem pagar o imposto que varia de 7,5 a 27,5% de todo o rendimento anual. Para não cair na chamada “malha fina” do imposto de renda é importante que os valores sejam declarados corretamente, já que as grandes transações financeiras realizadas no país são controladas rigorosamente pela Receita Federal. Quem cai na Malha Fina precisa se explicar para a receita e em caso de inconformidades deverá pagar multa

Quem tem direito a restituição?

Após a declaração do imposto de renda 2019, é importante que o contribuinte fique atento a consulta da restituição do imposto de renda. Desta forma é possível acompanhar o status de aceite da Receita Federal, já que caso não tenha sido aceita, é necessário refazer a declaração.

A consulta é feita aqui .

Alíquotas do Imposto de renda 2019

- A alíquota de 7,5% será paga por quem teve rendas tributáveis no intervalo de R$22.847,77 a R$33.919,80;

- Contribuintes com renda de até R$22.847,76 estão isentos do pagamento do imposto de renda;

- Quem teve renda entre R$33.919,81 a R$45.012,60 pagará 15% sobre os rendimentos;

- Contribuintes com renda anual entre R$45.012,61 até R$55.976,16, pagarão 22,5% de imposto sobre os rendimentos.

- Qualquer contribuinte que tenha tido renda superior a R$55.976,16 pagará 27,5% de imposto sobre a renda.

Fique atento aos prazos de declaração determinados pela Receita Federal. Em caso de atraso são aplicadas multas de até 20% sobre o valor mínimo que é de R$165,71.

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Construir uma casa ou comprar pronto. Saiba o que é mais vantajoso.

Para não ter erro na hora de decidir se é melhor comprar uma casa pronta ou construir uma do seu jeito, separamos algumas dicas para te ajudar nessa decisão. Afinal de contas, apesar de distintas, ambas escolhas apresentam vantagens e desvantagens que devem ser avaliadas do ponto de vista e necessidades de cada um.

Comprando uma casa pronta

  • Necessidade de mudança imediata

Quando se tem um tempo pré determinado para mudança, comprar a casa pronta é a melhor escolha já que basta realizar os trâmites financeiros e a documentação de compra para descarregar a mudança. Já na construção de um imóvel, é preciso ter em mente um prazo maior para construção e eventuais contratempos durante o processo. Por exemplo, questões climáticas podem afetar o tempo de obra, mudanças de projeto e outras situações relacionadas.

  • Precisão no orçamento

Ainda que tudo seja previsto no orçamento da construção de um imóvel, sempre podem surgir imprevistos como erro de cálculo na quantidade de materiais, escolha de acabamentos mais caros que o previsto, mais tempo de mão de obra, entre outros. Por este motivo, a compra de um imóvel pronto é mais vantajosa, já que você sabe quanto vai desembolsar para a compra e já pode ter uma idéia do custo das transações para passar o imóvel para o seu nome.

Vantagens de construir

  • Economia de dinheiro

Construir um imóvel pode se tornar muito mais barato do que comprar pronto, isso porque, apesar de ser mais trabalhoso acompanhar uma obra, é você quem vai escolher os materiais e acabamentos utilizados na construção, além de ter a possibilidade de negociar os valores nas lojas.

  • Ter a casa do jeito que você sempre sonhou

O tamanho, a distribuição dos cômodos, os acabamentos, construir pode até ser mais estressante, mas no fim a casa vai estar do jeitinho que você gostaria. Considerar os membros da sua família e as necessidades de cada um, é muito importante neste processo. Por exemplo, se você é uma pessoa que mora sozinha, que tal investir no seu conforto? Ou se você adora receber a família e os amigos, uma casa com a área social (cozinha e sala) em ambientes abertos, são ideais para reunir todo mundo. São alguns detalhes que podem ser pensados com cuidado antes da construção.

  • Localização e prazo de mudança

Levar em conta a localização do seu terreno em relação ao local onde você trabalha é importante, por questões como mobilidade, tempo de viagem, estilo de vida e demais fatores que podem influenciar no seu dia a dia devem ser considerados. O prazo de mudança também é um fator importante. Se você mora de aluguel, ou ainda está na casa dos seus pais, considere um tempo além da previsão da obra e tenha paciência, pois como já mencionamos anteriormente, imprevistos podem acontecer e é importante estar preparado para não se frustrar.

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Transforme o seu consórcio em renda extra!

O consórcio pode ser usado de diversas formas para planejar a realização dos seus objetivos. Seja para compra ou reforma de imóvel, terreno, veículo ou com objetivo de investimento, o consórcio é uma maneira segura de investir, já que não oferece riscos como outros tipos de investimentos.

Entre as maiores vantagens do consórcio está a ausência de juros. Ele se torna a melhor alternativa para quem tem tempo de planejar seus investimentos e, desta forma, é possível economizar dinheiro. A aquisição de uma carta de crédito envolve custos apenas com uma taxa administrativa, fundo de reserva e seguro (caso seja contratado), mas ainda assim os custos são muito menores que em caso de financiamentos que cobram altas taxas de juros.

Mas, e, porque a gente sempre fala que o consórcio é um investimento sem riscos? Ao escolher uma administradora, o mais importante é verificar se ela é regularizada pelo Banco Central do Brasil. Esta é a garantia de que você está entrando em um negócio confiável. Ainda que o seu consórcio possa levar um tempo até ser contemplado através do sorteio ou dando lances como forma de antecipar a contemplação, você tem 100% de certeza que irá receber o valor do seu bem, desde que pague corretamente todas as parcelas do seu consórcio. Outros tipos de aplicações financeiras oferecem riscos e não podem garantir a lucratividade do seu dinheiro ao fim do período destinado a isso.

Como ganhar dinheiro com o consórcio?

Além daquelas pessoas que se planejam para adquirir um bem com o consórcio, há os que desejam utilizar como forma de investir e realizar sonhos ainda maiores. Conheça as possibilidades!

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Quer saber mais? Fazendo uma simulação em nosso site, você confere qual o tipo de investimento cabe melhor no seu bolso.

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Defina suas prioridades financeiras para 2019

Para buscar prosperidade e especialmente tranquilidade financeira, é preciso planejar. Primeiro porque gastos desenfreados não vão te levar a lugar algum, segundo porque nem sempre a gente sabe se está indo para o lado certo, não é mesmo?

Fazer o planejamento da sua renda ou da sua família é o primeiro passo para colocar em prática aquelas promessas que você faz pulando ondas. Mas a pergunta que você deve estar se fazendo é: Por onde eu começo? Pode ficar tranquilo que a gente te ajuda. Separamos dicas primordiais para quem quer sair do lugar comum e dar o pontapé inicial na realização dos seus sonhos.

1. Estabeleça as suas prioridades

Para realizar seus objetivos, certamente algumas concessões terão que ser feitas. Passe a anotar todos os seus gastos para identificar para onde o dinheiro está indo. Planejar significa estabelecer objetivos claros, pois somente desta forma você vai conseguir deixar de gastar com aquilo que não é necessário. Após identificar supérfluos, você pode distinguir aqueles gastos que são mensais, mas que podem gerar economia. Despesas como combustível, alimentação, contas de água e energia sempre podem ser revistas. Faça escolhas conscientes, que estejam alinhadas com os seus objetivos. Sem dúvidas fazendo este exercício pessoal que é organizar as contas, boa parte do processo já estará encaminhado.

2. Defina seus objetivos financeiros

Definir os seus objetivos financeiros permite objetificar seus sonhos em valores monetários, desta forma é possível avaliar de que forma você vai alcançar. Após a organização das suas finanças é possível identificar de quanto dinheiro você dispõe por mês para investir e quanto vai faltar para atingir o seu objetivo.

3. Controle as dívidas

Existem dívidas boas e dívidas ruins. Nas boas se enquadram o consórcio da sua casa ou carro, por exemplo, e existem dívidas ruins como o parcelamento de um cartão de crédito, que é fruto de um planejamento financeiro errado ou da falta dele. Na hora de escolher de qual dívida ruim você deve se livrar o mais rápido possível, dê preferência para aquelas que possuem juros mais altos. Se o cartão de crédito é um problema na sua vida, livre-se dele ou estabeleça algumas regras para usá-lo sem perder o controle.

4. Crie o hábito de economizar

Economizar dinheiro e criar uma reserva financeira, é uma dica que deve ser levada para a vida. Além de honrar com os compromissos financeiros todos os meses, para economizar dinheiro é preciso ter disciplina. Se você ganha R$5.000 por mês e vive em um padrão de vida de R$5.000 nunca vai conseguir economizar ou investir o seu dinheiro. Neste momento é preciso definir o que é mais importante na sua vida: Realizar o sonho da casa própria ou ir para o barzinho duas vezes na semana? Acostume-se a viver com menos, isso não limita o seu padrão de vida, apenas estabelece prioridades. Defina metas e foque no planejamento das suas contas. Converse consigo mesmo pensando, “será que eu preciso mesmo disso?”, “ao invés de ir comer em um restaurante, não seria melhor fazer a refeição em casa?”

5. Planeje seu futuro

Há muitas opções para investir e pensar no futuro, na aposentadoria faz parte do equilíbrio financeiro. Além de cuidar das finanças diárias, planejar o futuro envolve pensar a longo prazo. Invista todo o dinheiro extra que ganhar ou cada sobra do seu salário. Investir em cartas de crédito para imóvel, por exemplo, pode ser uma alternativa de renda extra no futuro, afinal você pode investir no ramo imobiliário.

6. Tenha persistência

Não existe sentimento melhor que o de dever cumprido! E para que você tenha esse sentimento quantas vezes desejar, crie mecanismos que te ajudem a manter o foco. Se o seu cartão de crédito é um problema na sua vida, livre-se dele! Apenas planejar não muda a sua vida, mas sim a forma como você coloca em prática.

  • Mantenha-se motivado! Nem sempre as coisas vão acontecer no tempo que você espera, mas elas vão acontecer. Tenha paciência.

  • Seja flexível: sem em algum momento você gastou mais do que deveria, compense no próximo mês. O mais importante é não deixar que o deslize vire um hábito.

  • Crie metas reais! Se você se propôs a realizar mudanças para realizar os seus sonhos, tenha sempre os pés no chão com aquilo que você consegue realizar dentro de suas possibilidades.

  • Confie em si mesmo! Reflita sempre sobre os seus sonhos e a forma como você os idealizou. Acreditar em si mesmo e pensar sempre positivo é muito importante para não desistir dos seus sonhos.

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Confira nossas dicas para economizar nas férias

Tirar férias é bom demais e se for pra fazer uma viagem legal, mais ainda. Porém, se além de viajar você também tem outros objetivos a cumprir e precisa economizar, separamos algumas dicas para te ajudar nessa tarefa. Mais fácil do que você imagina, é possível ser econômico antes da viagem e até mesmo durante.

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Defina um teto de gastos

Caso não seja o seu melhor momento financeiro, o  mais importante é ter o pé no chão para não ir além do que deve. Ainda que muitas empresas ofereçam pacotes de viagem e passagens com opção de parcelamento em até 12 vezes, colocar todos as contas na ponta do lápis é importante para não se arrepender mais tarde. Escolha uma viagem de acordo com sua condição, seja ela dentro do seu estado, fora ou em outro país. Os preços variam muito e nem sempre o mais perto é mais barato. Pesquise muito e se precisar de ajuda converse com um vendedor de pacotes de viagem para conhecer todas as possibilidades.

Considere todos os custos

Além dos custos de hospedagem, transporte  e alimentação, é importante considerar também os custos de ingressos nos locais que deseja visitar e possíveis compras. Deixe o cartão de crédito apenas para emergências e prefira levar dinheiro em espécie, já que é mais fácil de controlar.

Evite a alta temporada

Que viajar é uma das melhores coisas da vida, ninguém tem dúvidas, mas nem sempre o bolso está preparado para tantos gastos. Por isso, viajar fora da alta temporada é uma excelente maneira de economizar, já que nesta época os preços costumam subir de maneira exponencial.

Além dos melhores preços, viajar em baixas temporadas também é a melhor escolha para quem não gosta de locais muito lotados, pois os pontos turísticos costumam ficar mais tranquilos e dá pra aproveitar melhor. O período de março a maio e setembro a novembro são considerados baixa temporada e se possível, programe suas férias para estes meses.

Busque atividades gratuitas

Muitos lugares incríveis oferecem entrada ou atividades gratuitas. É claro que você não vai deixar de conhecer aquele lugar que sempre sonhou por ter de pagar para entrar, mas é possível equilibrar as finanças durante a viagem com locais pagos e gratuitos. Para quem gosta de atividades ao ar livre, os parques, jardins botânicos e até alguns museus, podem ter entrada gratuita.

Aproveite milhas e descontos

Alguns cartões de crédito ou as próprias companhias aéreas oferecem programas de milhas e descontos. Dependendo da sua forma de consumo, ao longo de um ou dois anos já é possível ter milhas suficientes para fazer algumas viagens. É claro que para valer a pena, além de escolher bem a operadora do cartão você precisa avaliar o custo de anuidade do cartão, que em alguns casos pode ser até negociada com o banco.

Caso você já faz parte de um programa de milhas, fique atento as promoções que acontecem ao longo do ano para transferência de milhas para programas de fidelidade. Aproveitando essa vantagem, os pontos chegam a duplicar. De qualquer forma, na hora de usar os pontos, procure por promoções e verifique se você tem pontos suficientes para o seu destino. Fazer as transações com antecedência também vão te ajudar a economizar.

Confira a diferença entre alugar uma casa, apartamento ou ficar em um hotel

Anote todas as opções para ver qual pode ser mais vantajosa. O valor final pode variar de acordo com o local de viagem da sua escolha. Se o hotel oferece uma ou mais refeições, calcule se compensa o valor que você vai gastar em comida alugando uma casa ou apartamento. Apesar do aluguel ser mais barato em muitos casos, vários fatores como a localização, por exemplo, podem afetar o orçamento final.

Acompanhe os preços de passagens aéreas com antecedência

Quando se trata de economizar, comprar com antecedência é garantia de bons preços. Ao pesquisar passagens aéreas, além da antecedência, pesquise datas e horários diferentes em sites de busca, pois isso pode fazer muita diferença. Adiantar ou atrasar um dia da viagem pode ser o suficiente para economizar o dinheiro das suas refeições, por exemplo. A terça-feira costuma ser o dia mais barato para viajar de avião e fique atento ao horário. Prefira viajar em horários mais improváveis como a noite ou madrugada. Para viagens nacionais o ideal é comprar com 3 meses de antecedência, já para viagens internacionais recomenda-se programar a compra pelo menos 6 meses antes.

 

E aí, gostou das dicas? Compartilhe com seus amigos, assim sobra mais dinheiro para realizar todos os sonhos em 2019 ;)

 

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Vai viajar? Não esqueça da revisão do seu carro!

Mais um ano chegando ao fim e as tão esperadas férias enfim chegaram. Mas para não ficar empenhado na estrada e não colocar a sua família em risco é fundamental fazer uma revisão no veículo. Alguns itens podem até ser checados em casa, como o estado dos pneus, nível da água do sistema de arrefecimento e nível do óleo. Mas para outros itens você vai precisar de um especialista. Portanto, pegue um bloquinho, anote as nossas dicas e não esqueça de marcar um horário com o mecânico!

Estado dos pneus e calibragem

Sem dúvida, os pneus estão entre os itens de seguraça mais importantes do veículo. A calibragem deve ser feita com frequência e precisa estar dentro do que é recomendado pelo fabricante no manual. Além disso, calibrar correta e constantemente aumenta a vida útil do pneu. Considere calibrar os pneus uma vez por semana.. Para checar o desgaste dos pneus, observe se há bolhas e se a banda de rodagem está desgastada. Os sulcos do pneu devem ter no mínimo 1,6mm de profundidade já que eles garantem que, em caso de chuva, o pneu consiga fazer a drenagem da água corretamente.

Não esqueça de conferir também a calibragem do estepe e as ferramentas necessárias para a troca de um pneu, como macaco, triângulo e a chave de roda.

Alinhamento e balanceamento de rodas

Caso seja necessário fazer a troca ou rodízio dos pneus, não esqueça de solicitar a geometria e o balanceamento. Este procedimento é responsável por alinhar as rodas e manter o carro em sua trajetória correta. Fique atento aos avisos que o seu veículo informar, como pneus cantando ou o volante puxando sempre para um lado, sem andar em linha reta. Se isso ocorrer, procure seu mecânico de confiança.

Nível e validade do óleo

A troca do óleo é a revisão mais comum entre os proprietários, já que existe um período determinado para a troca, que pode variar de quilometragem a tempo da troca. Os fluidos do carro são muito importantes e responsáveis por manter as partes móveis do motor em funcionamento. Fique atento ainda a possíveis vazamentos e, salvo em casos que você tenha trocado o óleo recentemente, troque novamente na hora da revisão.

Nível da água

O sistema de arrefecimento do veículo é responsável por manter a temperatura ideal do motor, evitando superaquecimento. Verifique se a água está abaixo do nível ideal e lembre-se que a reposição do líquido deve ser feita sempre com o motor frio. Caso a água esteja baixando com certa frequência, fale com o mecânico para que ele possa verificar onde está o problema.

Freios

A inspeção dos freios é obrigatória por se tratar do item de segurança mais importante. Solicite a verificação do desgaste das pastilhas na revisão com o especialista, assim como o nível do óleo de freios. Pastilhas desgastadas prejudicam a frenagem e podem danificar o disco de freio, o que aumenta o custo de manutenção.

Não se esqueça que as luzes de seta, os faróis, luz de ré e de freios devem estar funcionando corretamente, assim como a documentação do veículo e os seus documentos precisam estar em dia. Assim, você sai tranquilamente conforme manda a lei e evita multas em um dos períodos mais importantes do seu ano. Siga nossas dicas e aproveite as férias com seus amigos ou família com tranquilidade!