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Alienação fiduciária de bens no consórcio: saiba como funciona

Vai investir com o consórcio? Saiba como funciona a alienação fiduciária de bens!

O consórcio é um segmento financeiro para quem busca investir ou comprar bens móveis ou imóveis da forma mais vantajosa possível. Sem pagar juros, com prazos estendidos e com segurança. Através de um grupo de pessoas que possui um mesmo objetivo, e, de uma administradora responsável por gerenciar este grupo, o consorciado adquire seus bens com planejamento ou faz um investimento para o seu futuro.

O investimento de longo prazo é escolhido por aquelas pessoas que desejam realizar a compra de um bem de alto valor agregado, sem pagar as altas taxas de juros dos financiamentos bancários.

Para quem está buscando entender melhor como funciona o passo a passo do consórcio, hoje vamos falar sobre a alienação fiduciária de bens e quando ela ocorre para quem faz um consórcio.

Quando ocorre a alienação fiduciária dos bens?

O processo de alienação fiduciária é o meio pelo qual a administradora do consórcio garante que os bens adquiridos através da carta de crédito, permaneçam em garantia ao grupo de consórcio, até a quitação do saldo devedor pelos contemplados. A alienação fiduciária traz vantagens tanto para o contemplado quanto para a administradora, por se tratar de um processo de garantia muito mais simples.

A pessoa que foi contemplada com o consórcio pode fazer uso do bem como desejar através de venda ou troca, porém a transação deve ser autorizada pela administradora, que detém a posse indireta sobre o veículo.

O que acontece se o consorciado não pagar as parcelas pendentes?

Em caso de inadimplência do participante do consórcio, a administradora pode cobrar judicialmente a devolução do bem, como forma de quitar a dívida. O período para tal execução está previsto no contrato assinado pelo consorciado e costuma ser de 60 dias, a contar da data do vencimento não pago.

Venda e troca de bens em garantia

Em caso de venda de um bem em alienação fiduciária, o consorciado pode optar pela quitação do consórcio ou transferir o contrato para o comprador. A primeira opção é muito mais simples e menos burocrática. Em caso de transferência, a aprovação depende da administradora, que realiza uma análise de crédito e decide se aprova ou não a transação.

Já a troca de bens é mais simples de ser feita, basta que o novo bem, carro ou imóvel, se adeque às exigências contratuais da administradora. O valor deve ser igual ou maior que a dívida do consórcio e desde que não haja nenhuma restrição judicial que possa impedir a negociação. Em todas as modalidades, é obrigatório que o consorciado esteja com o pagamento das parcelas em dia.

Se ficou alguma dúvida, fale com um dos nossos corretores autorizados. Encontre um perto de você no site https://www.hsconsorcios.com.br/onde-encontrar

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6 dicas para investir com pouco dinheiro

Quer fazer um investimento inteligente e seguro, mesmo sem ter muito dinheiro? Saiba que o consórcio é uma ótima opção.

Se você ainda não conhece o segmento, o consórcio é uma modalidade financeira colaborativa onde um grupo de pessoas que possui um objetivo de compra semelhante (imóvel, veículo ou serviço), paga um valor mensal para realizar a compra do bem dentro das mesmas condições que os outros participantes do grupo. Após a contemplação, o valor é determinado para a compra de qualquer bem dentro do segmento escolhido previamente pelo consorciado.

Faça um consórcio

Obter segurança e estabilidade financeira para alcançar os sonhos ou para ter uma vida mais tranquila é o desejo de todos, e o mundo financeiro oferece hoje, inúmeras possibilidades para que você aumente o seu patrimônio. O consórcio possui parcelas baixas e inúmeras opções de créditos que se adequam ao seu orçamento. A meia parcela também é um grande diferencial da HS Consórcios que possibilita que você invista em um imóvel, mesmo morando de aluguel.

Não tem entrada

Juntar dinheiro para só depois investir é desanimador para você? Com o consórcio, não é preciso acumular nenhum valor para iniciar o investimento. Você escolhe o crédito e a parcela que melhor se encaixa no seu orçamento.

Livre de juros

Investir não combina com pagar juros, certo? É por isso que o consórcio é uma opção mais viável se você deseja fazer um bom investimento. Na HS Consórcios você paga apenas a parcela mensal sem juros até o fim do plano. O valor da parcela é composto pelo Fundo Comum, Fundo de Reserva e Taxa de Administração, com a opção de pagamento do seguro, somente após a contemplação.

Você escolhe o que fazer com o valor investido

Depois de ser contemplado, você tem total liberdade para decidir como pretende investir o valor, dentro do segmento de sua escolha, estabelecido em contrato. É possível destiná-lo à compra de um imóvel, por exemplo, que pode ser alugado como uma alternativa à poupança, ou como uma aposentadoria programada. Você pode ainda vender a sua carta contemplada, obtendo lucro sobre o seu investimento. Interessante, não é mesmo?

Melhoria do planejamento financeiro

De um modo geral, pode ser bastante desafiador cortar gastos extras para guardar dinheiro na poupança. O consórcio pode facilitar neste ponto do planejamento financeiro. Por ser um compromisso mensal, passa a ser mais fácil inserir o valor no seu orçamento, já que ele é previamente estipulado.

Suporte e orientação especializada

Nossa equipe de vendas é preparada para orientá-lo da melhor forma possível. Basta especificar suas necessidades e o que você está buscando, e nossos consultores terão o maior prazer em tirar todas as suas dúvidas e apresentar a você os melhores planos.

 

Viu como o consórcio pode ser a sua melhor escolha? Fale com a gente e invista agora mesmo no seu futuro.

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Alugar ou construir? Saiba qual a melhor escolha para o seu negócio.

A decisão de alugar ou comprar um ponto comercial, pode não ser das mais simples e não é uma matemática exata. Cada caso deve ser estudado e de acordo com o perfil e objetivos da sua empresa, a decisão deve ser tomada. Confira neste artigo os principais pontos a serem considerados e depois faça a sua reflexão.

Principais pontos a serem observados:

Adquirir um imóvel pode ser um bom negócio, se ele apresentar potencial de valorização, por isso é importante estudar a localização e como são os investimentos de infraestrutura e moradia na região. Porém existe o risco do imóvel não valorizar como esperado e o empresário acabar investindo em um negócio secundário ao seu, no caso em imóveis.

A opção pelo aluguel permite maior flexibilidade para se mudar de imóvel, caso o local futuramente não se mostre comercialmente adequado. Essa flexibilidade pode ser significativamente menor caso o empresário opte pela aquisição do imóvel, se o mesmo apresentar baixa liquidez por algum motivo.

Na hora de avaliar a compra ou aluguel, você pode também pensar o seguinte: no caso de um imóvel de 200 mil reais que tem o seu aluguel mensal em torno de 3 mil reais, o valor do aluguel representa 1,5% do valor do imóvel. Neste caso, se uma pessoa tivesse os 200 mil reais aplicados no banco, conseguiria, no máximo, 1,4 mil de juros. Por essa conta, valeria mais a pena comprar o imóvel. O ganho é maior com o dinheiro aplicado na compra do imóvel do que parado no banco.

Partindo deste pressuposto, você deve avaliar usos alternativos para o dinheiro: Alugar pode não ser necessariamente uma opção ruim. O montante a ser investido numa eventual aquisição do imóvel poderia ser investido para outro fim, como em capital de giro ou mesmo em uma aplicação financeira, constituindo um fundo de reserva para contingências (nesse caso, os ganhos gerados pela aplicação poderiam inclusive ser utilizados para pagar o aluguel do imóvel).

Por outro lado, instalar-se em um imóvel próprio diminui os gastos operacionais, pois não seria necessário pagar aluguel, você pode construir ou adaptar o imóvel conforme a infraestrutura necessária para você, sem a necessidade de realizar reformas em um imóvel terceiro ou ainda ter que fazer melhorias na hora em que resolver sair dele. Em seu imóvel próprio é possível fazer as manutenções conforme a necessidade e você tem ainda uma segurança patrimonial mais alta.

Com a HS Consórcios você pode planejar a compra do seu imóvel próprio a médio e longo prazo, sem pagar juros e com as vantagens que só o segmento oferece, ou ainda investir no ramo imobiliário e adquirir imóveis com o objetivo obter uma renda extra através do aluguel.

Se interessou? Acesse o nosso site e faça uma simulação sem compromisso.

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Regularizando um imóvel para a venda: confira o passo a passo

Seja para venda, reforma com o consórcio ou apenas para ficar com a consciência tranquila, estar com o seu imóvel regularizado é de extrema importância. Estar dentro da legalidade é importante ainda para evitar multas e aproveitar oportunidades que possam surgir como possível venda ou troca de imóvel. Ainda que a burocracia seja algo desagradável, e você tenha de despender de tempo e recursos para isso, é importante colocar a regularização entre as suas metas.

Mas afinal de contas, o que é regularizar o imóvel e como saber se você precisa, ou não?
O principal objetivo de tal ação, é regularizar construções feitas de forma irregular, além de documentos como a escritura do imóvel. Estar com o seu bem irregular pode acarretar em multas e em casos mais extremos até perda do imóvel. A regularização garante que você aproveite oportunidades de compra, venda ou troca por outros imóveis, tornando o processo mais rápido e simples.

Confira o passo a passo e fique atento, pois algumas normativas são municipais e podem ser diferentes de um município para o outro.

1: Documentos
O primeiro passo para a regularização está em conferir quais documentos você possui ou não, para então entrar com o processo de regularização junto à prefeitura do município onde seu imóvel está localizado.

Contrato de compra e venda;
Escritura do imóvel;
Matrícula devidamente atualizada;
Certidões negativas;
Certidão de regularização do Habite-se.

Além disso, outros documentos são importantes como comprovantes de pagamento de IPTU ou INCRA em caso de imóveis localizados em áreas rurais.

2: Entrada no cartório
O primeiro passo para a regularização de imóveis é procurar o Cartório de Registro de Imóveis da cidade onde a propriedade está localizada e dar entrada no procedimento. Para isso, você deve apresentar o contrato de compra e venda. Com ele, será possível emitir a escritura da propriedade.

Essa é a primeira etapa do processo de regularização, afinal, sem a escritura do imóvel todo o restante dos procedimentos fica invalidado. Por isso, lembre-se de ter a escritura em mãos para, então, solicitar a abertura de matrícula do imóvel.

3: Alvará de Regularização
Com a matrícula em mãos, o próximo passo é solicitar o Alvará de Regularização, que atesta os procedimentos legais de construção do imóvel.

Vale lembrar que esse documento vale apenas para propriedades já construídas. Em caso de terrenos e obras ainda inacabadas, é necessário dar entrada no Habite-se na prefeitura.

4: Certidões negativas
Após regularizar o imóvel perante o órgão municipal da cidade de origem do imóvel, é chegada a vez de emitir a Certidão Negativa de Débitos (CND). Essa etapa deve ser realizada em um posto da Receita Federal de sua cidade.

Com esse documento, você poderá regularizar a sua situação financeira com o INSS, além de confirmar se não há dívidas em aberto em seu nome. Esse comprovante também é muito importante para a regularização do imóvel.

5: Averbação do imóvel
É fundamental que você confirme a averbação de construção do imóvel, mais um passo que deve ser realizado no Cartório de Registro de Imóveis da cidade de origem da propriedade.

Com esses passos concluídos, finalmente o imóvel está regularizado e em seu nome, podendo agora ser negociado da maneira que você preferir, sem que haja contestação legal para isso.

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E se estiver em busca de comprar um imóvel novo, faça uma simulação em nosso site.

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Declarando o consórcio no Imposto de Renda

Chegou a hora de acertar as contas com o leão. Os contribuintes brasileiros precisam entregar as suas declarações do Imposto de Renda 2022 (exercício 2021), até o dia 29 de abril à Receita Federal.

A declaração vem sendo simplificada ao longo dos anos e pode ser realizada por você mesmo, através do site da Receita ou com a ajuda de um Contador. O consórcio deve ser declarado, seja ele contemplado ou não. O período da declaração ocorre todos os anos, entre março e abril, mas é importante já ir organizando os documentos para não perder o prazo, já que em alguns casos é necessário correr atrás da segunda via. Uma vantagem importante está em declarar o mais cedo possível, pois assim, você pode entrar nos primeiros lotes da restituição e podendo ainda pagar em uma única parcela com desconto ou parcelar.

Os informes dos rendimentos devem ser entregues pelas empresas, bancos e instituições, até o dia 28 de fevereiro. Os dados dos documentos servem para a Receita cruzar informações, saber quanto você pagou de imposto ao longo do ano e verificar se houve sonegação ou não. Quanto antes você juntar os documentos, mais tempo terá para correr atrás de alguma informação que faltou.

Na hora de declarar o IR no programa da Receita Federal é possível importar os dados da declaração realizada no ano anterior, facilitando o processo.

DECLARANDO O CONSÓRCIO

Considerando que o consórcio representa um patrimônio, deve ser declarado estando contemplado ou não. No site da HS Consórcio na aba de clientes, é possível encontrar a opção “Declaração do IR”, onde você encontra o documento para a declaração. Basta acessar com o número do CPF e senha previamente cadastrada. Caso não tenha ainda, consulte o seu corretor autorizado.

A declaração do consórcio entra na categoria de “Bens e Direitos” do IR (código 95 – consórcio) e é importante para explicar a origem do dinheiro para a Receita Federal, essencial na hora da compra do bem com o valor contemplado. Para isso, será necessário possuir todos os dados da administradora como dados relativos à sua cota, o nome, CNPJ da administradora, o tipo de bem que será declarado, além do número de parcelas quitadas e que deverão ser pagas e os valores pagos à administradora.

Se você começou a pagar o consórcio em 2021, precisa deixar em branco a situação em dezembro de 2020 e fazer uma soma dos valores pagos. Inclua este valor no campo “Situação em 31/12/2021”.

Se o seu consórcio já foi contemplado, o contribuinte opta pela aba de Bens e Direitos, e caso tenha sido contemplado e utilizou o valor para adquirir algum bem, deve declarar como o próprio bem adquirido. Se adquirir um carro, por exemplo, deve utilizar o código “21 – Veículo automotor”.

No campo “Situação em 31/12/2021” deve declarar a soma de tudo que foi pago até então, incluso o lance, se tiver.

Se o contribuinte contemplado não usou o valor para comprar o bem, deve continuar a declarar a cota como não-contemplada, conforme explicado acima.

Cotas vendidas

Cotas vendidas também devem ser declaradas, se vendida por um preço menor do que o pago a princípio, basta buscar na aba Bens e Direitos seu consórcio, que já deve ter sido lançado no ano anterior. No primeiro quadro de “situação em”, repita o valor anterior e deixe o valor zerado no ano de 2021. Em discriminação, complemente com o nome CPF ou CNPJ do comprador e o valor da venda.

Obtendo lucro na venda das cotas, deve incidir sobre esse excedente ganho de capital, que deve ser declarado no imposto de renda.

Em caso de dúvidas, fale com o seu corretor autorizado.

Se você tiver um amigo ou familiar que também tenha consórcio, encaminhe este artigo para ele.

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Saiba como usar o cartão de crédito em favor do seu planejamento financeiro

O cartão de crédito pode ser um problema para quem não tem muito controle financeiro. Mas ele também pode ser um grande aliado de quem sabe usar e deseja obter as vantagens que os programas de pontos oferecem. Afinal de contas, quem não gostaria de usar o cartão para pagar as contas e ainda obter vantagens através de programas de recompensa como milhas, produtos, hospedagens e muitas outras coisas? Estima-se que todos os anos, bilhões, isso mesmo! Bilhões de pontos perdem a validade e para você isso representa literalmente dinheiro no lixo. Isso porque, a menos que você assine algum programa de pontos ou pague anuidade no cartão, e usa apenas as recompensas de compra, isto é, recebe um número x de pontos por dólar gasto no cartão, você literalmente não tem nenhum “gasto” extra com o acúmulo. Você apenas recebe os pontos, por escolher uma determinada forma de pagamento. Legal, não é?

Confira algumas dicas e comece a usar o cartão a seu favor!

Atenção nas taxas

O primeiro ponto a observar é o programa de pontos que lhe foi ofertado e quais as taxas incidem sobre o seu cartão. Se o seu objetivo é acumular pontos de cartão de crédito, é preciso escolher o melhor serviço para essa finalidade. Se o seu cartão não possui isenção na anuidade, vale falar com o gerente da sua instituição financeira para tentar uma isenção ou upgrade no cartão.

Transferência de pontos

Depois de acumular pontos no cartão de crédito você pode transferi-los para algum programa de fidelidade. E, para isso, salvo em casos de promoções, é preciso pagar uma taxa.

Clube de fidelidade

As grandes empresas aéreas possuem programas de pontos e podem oferecer cartões de crédito cujas compras são destinadas diretamente para o programa de milhas.

Validade

Os pontos do seu cartão de crédito têm validade e é preciso prestar atenção na data de vencimento para que você não tenha uma surpresa desagradável e perca pontos que custou muito tempo (e dinheiro, claro) para juntar.

Melhores formas de acumular pontos

Pesquise o melhor cartão

Cada instituição financeira tem regras distintas para os programas de pontos. Por isso, na hora de solicitar seu cartão de crédito, é interessante conferir qual deles tem a melhor oferta.

Deixe o débito de lado 

O cartão de crédito não é uma ferramenta que todo mundo sabe usar, mas ela é uma grande ferramenta se o seu objetivo é acumular muitos pontos nos programas de milhas. Pensando nisso, concentre seus gastos no cartão de maneira controlada para acumular maior vantagem.

Fique de olho em lojas parceiras

Alguns programas de fidelidade oferecem parcerias com estabelecimentos comerciais que você deve ficar de olho. Enfim, comprar em lojas parceiras pode te ajudar a acumular um número de pontos maior ou de receber melhores descontos.

 

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Educação financeira para crianças: 4 apps para aprender brincando

Se você acha que os seus filhos são muito jovens para falar sobre dinheiro, saiba que desde conversas, até as suas atitudes no dia a dia podem ajudar a desenvolver um adulto com uma atitude financeira consciente no futuro. Uma ida ao supermercado é suficiente para tocar no assunto, sobre as necessidades de compra e como as condições financeiras afetam as nossas escolhas.

A educação financeira é fundamental para que as crianças se tornem adultos responsáveis financeiramente, com visão para investimentos e poupadores por natureza. Para quem acha que esta é uma tarefa complicada, saiba que existem aplicativos lúdicos, especiais para levar o aprendizado às crianças, enquanto elas brincam.

Confira alguns dos aplicativos indicados para a educação financeira das crianças:

  1. Tindin: mesada eletrônica como ferramenta de educação financeira infantil

O Tindin Educação Financeira utiliza mesada eletrônica gamificada, ou seja, com recursos de jogos para ensinar conceitos financeiros ao público infantil. O aplicativo está disponível para o sistema Android e iOs.

Na plataforma, cada criança tem acesso a tarefas e missões delegadas por seus responsáveis. As tarefas podem ou não ser remuneradas, e seu valor é calculado automaticamente conforme o peso.

O aplicativo tem outras funcionalidades:

Carteira Digital: A carteira é onde a criança recebe o dinheiro da mesada. O saldo pode ser utilizado na Loja de Desejos, em Pagamentos via QR Code, Investimentos Lúdicos ou transferências para outros usuários;

Poupança Lúdica: Este recurso permite que a criança crie cedo o hábito de poupar. Ele permite que os responsáveis subsidiem as taxas de rentabilidade de seus dependentes.

Educação a Distância: A plataforma disponibiliza uma seleção de vídeos que abordam temas relacionados à educação financeira infantil.

Loja de Desejos: Ao trocar o dinheiro por algo desejado a criança ganha um referencial de valor monetário.

Pintura Livre: Ateliê virtual de pintura para incentivar a criatividade e iniciativa.

O aplicativo está disponível no modelo FREEMIUM, ou seja, os usuários baixam e utilizam os recursos básicos gratuitamente, podendo optar por aderir ao plano PREMIUM.

  1. NextJoy

O aplicativo do banco Next – do Bradesco – destinado a crianças, o nextJoy é uma conta digital que contém os personagens da Disney para inserirem as crianças na educação financeira. A plataforma conta recursos que ajudam a gerenciar gastos. O app está disponível no sistema iOS e Android.

O nextJoy conta com mesada programada, na qual o responsável pode agendar o valor e data para a conta dos dependentes. Tem a opção de transformar tarefas – como lavar a louça, arrumar o quarto e economizar a mesada – em missões que mostram grandes poderes aliados às responsabilidades.

A plataforma possui trilhas educacionais que são feitas por pedagogos e têm atividades para todas as faixas etárias, dos 3 aos 17 anos.

Para poder realizar a abertura de uma conta nextJoy, é necessário que o responsável pelo menor de idade tenha sua própria conta next. A conta é grátis, e depois da aprovação da conta, o cartão é enviado no próprio nome da criança.

  1. Poupadin

Já o Poupadin difere das outras plataformas por se tratar de um jogo. O Poupadin é apresentado com o formato de game para tablets Android ou PCs, cujo objetivo é ensinar educação financeira de maneira divertida e didática para as crianças.

O jogo consiste em ensiná-las técnicas básicas de finanças pessoais, tais como, montar um orçamento e planejamento adequado para iniciar uma poupança para atingir determinado objetivo.

Através do game, o avatar de cada criança deverá escolher um sonho e selecionar um valor para colocar no seu porquinho dos sonhos. É necessário completar dez rodadas para receber a mesada que corresponde a 100 dindin.

As rodadas são divididas em tarefas baseadas no cotidiano das crianças. As tarefas são divididas em quatro elementos:

Educação (corresponde aos minijogos, que precisarão ser jogados para manter o equilíbrio da mesada)

Alimentação (o avatar perderá sua energia e necessitará ser alimentado)

Saúde (poderá ficar doente, devido a má alimentação)

Conforto (existem várias opções para personalizar o quarto do avatar).

O segredo do jogo é manter um equilíbrio financeiro, em que não se pode gastar muito e nem pouco.

  1. BluBy bs2

O aplicativo do banco BS2 está disponível em sistemas Android e iOS. De acordo com a instituição, o Blu by BS2 foi desenvolvido para famílias com pré-adolescentes e adolescentes, na faixa entre 12 e 16 anos, mas pode ser usado por jovens de todas as idades.

Na plataforma há dois tipos de desafios com o objetivo de desenvolver as competências financeiras. Quando os adolescentes cumprem cada etapa, ganham medalhas e reconhecimento no painel de prêmios.

O Blu permite que o responsável programe datas e valores de mesada e o aplicativo transfere automaticamente para a conta do jovem, ou avisa se não houver saldo.

Outra ferramenta é a Reserva, uma espécie de conta separada que o adolescente ou o responsável pode criar para fazer uma poupança com objetivo específico.

Existe uma versão gratuita que dá acesso a alguns dos desafios e possibilita aos responsáveis visualizarem os prêmios e medalhas dos dependentes.

Mas existem dois planos com assinatura que dão acesso aos Desafios Financeiros e às funcionalidades da conta, como a 1ª via do cartão com o nome do dependente, a conta reserva e outros.

Gostou das dicas? Conte pra gente nos comentários como está sendo a sua experiência com a educação financeira das crianças.

 

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8 dicas para reduzir as suas despesas fixas e investir no futuro

Equilibrar as finanças da família sem abrir mão do conforto pode ser um grande desafio! Em tempos de inflação alta é possível reduzir as despesas da casa e fazer algumas concessões, sem que você precise mudar o seu padrão de vida.

Na hora de pensar o planejamento financeiro da família, inclua todos os membros, inclusive as crianças, que vão aprender desde cedo a importância de planejar, poupar e investir.

Confira 8 dicas para reduzir as despesas fixas do seu dia a dia.

  1. Faça uma lista dos seus gastos

Ter controle de como você está gastando o dinheiro e se ele está sendo aplicado de forma inteligente, é o primeiro passo para um planejamento financeiro eficiente. Você pode usar um caderno para anotar as despesas, uma planilha no excel ou até mesmo fazer uso de aplicativos que ajudam a controlar os gastos mensais. Registre o valor da sua renda mensal e vá anotando todas as contas pagas, distinguindo as contas fixas como internet e alimentação, por exemplo, dos supérfluos.

Todos os gastos como estudo, transporte e  alimentação também devem estar lançados no seu controle mensal, pois desta forma é possível analisar para onde o seu dinheiro está indo, de que forma é possível economizar e planejar os investimentos futuros.

  1. Mantenha uma rotina

Manter uma rotina nas finanças é seguir o planejamento todos os meses, afinal, de nada adianta seguir o planejamento um mês e extrapolar no seguinte. Seja constante nos seus gastos, seguindo uma lógica que faça sentido para as suas necessidades.

  1. Corte gastos desnecessários

Faça uma análise da forma como você está gastando o seu dinheiro. Será que aquele lanche que você compra na faculdade não pode ser levado de casa? Uma marmita para as diferentes refeições ao longo do dia é uma excelente forma de economizar dinheiro.

Reveja seus planos de internet, telefone e outros gastos mensais. Você realmente precisa de determinado plano ou pode diminuir? Faça este questionamento sobre todos os gastos e pense formas de diminuí-los.

  1. Pesquise os preços

Nas despesas fixas de mercado e combustível, por exemplo, fique sempre de olho nos preços. Os supermercados costumam ter dias mais baratos de acordo com a categoria de produtos como limpeza, horti fruti e outros. Supermercados em rede também costumam ser boas opções para compras maiores, daqueles itens que têm mais uso no mês. O importante é pesquisar e considerar sempre mais de uma opção. Já para os combustíveis, algumas redes de postos usam aplicativos como forma de ofertar preços mais baixos, o que também pode ser uma boa opção na hora de economizar.

  1.   Use o cartão de crédito com sabedoria

O cartão pode ser um aliado se usado corretamente. Os programas de pontos oferecidos pelas administradoras de cartão podem ser um aliado, já que o valor acumulado ao longo do mês geram pontos que podem ser trocados por produtos, passagens aéreas, entre outros. Só não vale perder o controle e se endividar com o cartão.

  1. Repense o consumo

Desde as compras do mês, até às despesas com água, luz e combustível, é sempre possível mudar alguns hábitos para gerar um consumo mais consciente. Desta forma o combo é 2 em 1: você poupa o seu dinheiro e ainda ajuda a preservar o meio ambiente.

  1. Faça listas

Para o supermercado e qualquer outra atividade que envolva dinheiro. Anote suas compras e tarefas, desta forma é mais fácil seguir o roteiro e não sair do caminho que você planejou.

  1. Guarde dinheiro e invista

O termômetro do sucesso do seu planejamento financeiro vai ser determinado se ao fim do mês, você tiver conseguido quitar todas as suas contas e despesas pessoais e ainda tiver sobrado uma reserva de dinheiro. Esta reserva pode ser usada em caso de imprevistos ou para investimentos futuros, pois ainda que você ache que seja cedo demais para pensar em uma aposentadoria, a gente já adianta que não é! Quanto mais cedo você começar a pensar nisso, mais fácil será chegar nessa fase da vida com tranquilidade financeira.

 

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Para fazer um investimento inteligente, acesse o nosso site e conheça as possibilidades de investimento com o consórcio.

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Investimento em imóveis para o futuro: compra e venda ou aluguel?

Se você deseja investir no seu futuro, saiba que o mercado imobiliário pode ser uma ótima opção para você. Conheça as opções de compra e venda e aluguel e conheça qual a melhor opção para o seu futuro.

O mercado imobiliário em 2021 vem se mostrando aquecido, com aumento de 46,1% no número de apartamentos novos vendidos no primeiro semestre deste ano, segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção – CBIC. Mesmo em momentos de crise, o mercado imobiliário apresenta vantagens, não para quem deseja vender, mas sim para quem quer comprar, garantindo melhores preços. O consórcio é uma excelente opção para quem deseja investir neste mercado, pois ele possibilita que o consorciado com a carta contemplada em mãos, negocie o preço do imóvel à vista.

Como começar a investir em imóveis

Engana-se quem pensa que é preciso dispor de uma grande quantia de dinheiro para começar a investir em imóveis. O consórcio é uma opção viável e vantajosa para quem deseja apostar neste mercado, devido a ausência de juros e entrada, e com a HS Consórcios você ainda pode optar pela exclusiva possibilidade de pagar somente meia parcela até a contemplação, com o objetivo de fazer com que o consórcio tenha um impacto mínimo no seu orçamento, enquanto você investe no futuro.

Tipos de investimentos em imóveis

Terrenos

Comprar um terreno pode ser um bom investimento, basta estudar bem a localização do lote para entender como está a expansão do local. Verifique questões relacionadas a infraestrutura, investimento do município na região, seja ela industrial ou residencial. Com o desenvolvimento das cidades, terrenos dificilmente se desvalorizam, o que pode ser bom a médio e longo prazo.

Imóveis comerciais

Assim como os terrenos, imóveis comerciais em áreas que estão em desenvolvimento podem gerar uma renda extra com a compra e venda ou aluguel. Antes de fazer o investimento avalie o valor do imóvel x valor de revenda ou possibilidade de ganho mensal através do aluguel, para pesar o retorno que você pode ter a médio e longo prazo.

Apartamento na planta

Comprar um apartamento na planta é uma possibilidade de gerar um bom investimento, isso porque na planta você compra por um valor mais baixo de mercado que o apartamento pronto, garantindo um desconto que depois pode ser revertido em lucro na venda, ou em um retorno mais rápido em caso de aluguel.

Imóveis residenciais

A regra é a mesma em todos os casos. A localização de imóveis residenciais também pode fazer toda diferença na hora de escolher onde você quer comprar. Além da infraestrutura como pavimentação, proximidade de mercados, escolas e comércio em geral, avalie questões relacionadas à segurança do local, já que isso pode fazer toda a diferença na hora de revender ou alugar um imóvel.

Compra e venda X Aluguel

Não existe uma resposta certa para esta pergunta. Se você deseja investir em imóveis, precisa avaliar o seu perfil e seus objetivos para escolher a melhor opção.

Com a venda de um imóvel você precisa pensar que não haverá uma renda recorrente mensal sob o investimento. Porém é possível garantir uma maior quantia em menos tempo, sem correr o risco de ficar com o imóvel vazio sem locatários e tendo que arcar com despesas como IPTU e outros. Vale ressaltar também que o valor de venda vai variar conforme as condições do imóvel. Em muitos casos, os investidores optam por comprar imóveis que necessitam de reforma, para comprar por um valor abaixo de mercado, que vai valorizar após a reforma. Mas não esqueça, faça um planejamento completo do investimento prevendo todos os gastos com o imóvel, desde o valor de compra, reforma, documentação, impostos e possibilidade de ganho para avaliar qual a possibilidade de ganho.

Já em caso de aluguel, o rendimento ocorre mensalmente, de maneira fixa conforme contrato. Além disso, o dono não precisa arcar com os gastos com os impostos, porém é preciso considerar a possibilidade de ficar um período sem locatário.

Se você chegou até aqui, deve ter percebido que em ambos os casos, a localização e o valor de compra X possibilidade de rendimento é o ponto mais importante a considerar, seja qual for a sua opção.

Para realizar o seu investimento, basta acessar o nosso site e fazer uma simulação escolhendo o valor do crédito ou da parcela que você deseja pagar mensalmente. Link.

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6 dicas para economizar nas férias da família

Fronteiras abertas e aquela sensação de liberdade: tá chegando a hora de viajar com a família! Depois de tanto tempo em casa, parece até um sonho, não é? Viajar renova as energias, faz bem para a saúde e porque não até mesmo para o bolso? Uma viagem bem planejada não precisa ser sinônimo de gastos extremos e nós sabemos que você quer aproveitar, mas também quer continuar investindo no futuro!

 

Confira 6 dicas para sair da rotina e aproveitar a sua viagem sem se preocupar com o orçamento!

  1. Planeje a sua viagem

Não existe viagem barata sem planejamento. Com tempo é possível pensar no destino, passagem, hospedagem, alimentação e diversão para toda família, sem ter que prejudicar as finanças da família. Organizar a viagem faz parte do processo e cria uma expectativa gostosa, que vai unir a família e tornar este momento ainda mais especial.

  1. De ônibus ou de avião, compre as passagens com antecedência

O tempo é o seu maior aliado na compra das passagens, independentemente do tipo de transporte que você escolher. Acompanhando os preços com alguns meses de antecedência você consegue aproveitar preços melhores, já que existe uma oferta maior de assentos para o destino e pode ainda aproveitar promoções. Crie alertas em sites que possuem ferramentas de busca e comparação de preço.

  1. Pesquise destinos com os melhores preços

Se você vai viajar na alta temporada e deseja economizar, pesquise por destinos menos populares. Os blogs de viagem oferecem boas dicas de lugares lindos, mas que não costumam estar entre as primeiras escolhas. Além de conhecer lugares diferentes, pensando é claro no seu estilo e na infraestrutura de diversão que é esperada pela sua família, você ainda aproveita melhor locais que não são lotados como os destinos populares. Um convite para aproveitar as férias e ainda curtir a família com tranquilidade e um dinheirinho de sobra na carteira.

  1. Use programas de pontos

Se você consegue controlar as despesas através do cartão de crédito, busque em seu banco um cartão que ofereça bons programas de pontos. Através deles você consegue ofertas de passagens, hospedagem e até mesmo aluguel de carro. Uma excelente opção para quem sabe lidar bem com o cartão de crédito.

  1. Prepare os roteiros com antecedência

Hospedagem, passeios, alimentação e tudo mais que vai entrar em sua programação podem ser planejados com antecedência. Isso porque é possível comprar as entradas da maior parte dos lugares de forma online e garantir os melhores preços. Já no quesito alimentação, escolha lugares com um bom custo benefício e que atendam aos gostos da família. Se você gosta de viagens gastronômicas, economize mais em outras áreas para aproveitar os melhores restaurantes, já se o seu objetivo é a diversão, escolha lugares mais baratos para as refeições. O segredo do equilíbrio nas finanças está nas escolhas que você faz no seu planejamento.

  1. Esteja preparado para emergências

Se o destino de férias é fora do Brasil, é essencial fazer um seguro de saúde para aproveitar as melhores experiências sem se preocupar com outros detalhes. Além disso, tenha um cartão de crédito internacional para emergências e tenha uma reserva financeira para este fim. Ninguém deseja ter imprevistos nas férias, mas eles acontecem e é sempre bom estar preparado.

 

Para sair de férias da forma mais tranquila possível, não esqueça de fazer um investimento com a HS Consórcios. Desta forma você sai de mente tranquila, sabendo que está pensando no seu futuro ou da sua família, enquanto coleciona boas memórias ao lado das pessoas que ama.

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