Arquivos da categoria: CONSÓRCIO NA MÍDIA

Consórcio de imóveis já apresenta crescimento em 2017

HS Imoveis

Segundo a ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio), o ano de 2016 contou com 70 mil contemplações e 225,2 mil novas cotas de consórcios – isso só na categoria de imóveis. Para 2017, a previsão – que era muito positiva – já vem agradando o setor.

Minas Gerais, mercado onde a HS Consórcios investe forte, vem crescendo consideravelmente e apresenta um cenário animador quando se observa o desempenho no mês de janeiro deste ano.

O consórcio é acessível ao bolso do brasileiro, oferece um investimento planejado, sem juros e ainda conta com a oportunidade da meia parcela. Tudo isso transforma a modalidade cada vez mais atraente em tempos onde o orçamento familiar anda cada vez mais apertado.

Com o consórcio, é possível adquirir uma casa, apartamento, terreno ou peça comercial, além de poder usar a carta de crédito para a construção ou reforma. A partir de R$ 273,36 por mês, o consorciado pode realizar o sonho de ter o seu bem. Por essas e outras que o consórcio é a melhor forma de adquirir um bem de forma programada, organizada e econômica.

 Acesse o simulador: https://www.hsconsorcios.com.br/simulador

Consórcio de casa própria teve crescimento em 2016

hs3

Em 1991, era iniciado no país o consórcio de imóveis. Essa modalidade de consórcio tem tornado possível a concretização de um sonho para milhares de brasileiros, que é a conquista da casa própria. Não só os contemplados puderam adquirir seu imóvel próprio, como o fizeram de uma maneira econômica e flexível – algo que vem tornando os consórcios cada vez mais populares.

A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) realizou um levantamento em 2016 que constatou um aumento significativo e apresentou um novo perfil de usuário no crédito para a compra de imóveis. Enquanto em agosto de 2014 a porcentagem de negociações para residências urbanas era de 62,8%, em outubro de 2016, foi possível constatar que as mesmas negociações apresentavam a porcentagem de 71,1%.

“A mudança de perfil da utilização do crédito nos consórcios de imóveis está diretamente ligada ao estágio da crise econômica que estamos vivenciando desde 2014. Da maior adesão às contemplações ocorridas no período, o principal objetivo tem sido a casa própria, algo natural decorrente do sentimento desejado de construção, ampliação de patrimônio e, consequentemente, segurança pessoal ou familiar.” – Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC.

Naturalmente, tal aumento gerou mudanças nas outras modalidades do consórcio de imóveis. Confira:

Terrenos – 15,3% (2014) para 10,8 (2016)

Na planta – 1,7% (2014) para 0,3 (2016)

Casas de veraneio – 0,7 (2014) para 1,7% (2016)

Reformas de grande monta ou construção – 13,5% (2014) para 10,9 (2016)

Imóveis de uso comercial – 6% (2014) para 3,5% (2016)

Quer investir num consórcio de imóveis para garantir sua casa própria, casa na praia, apartamento ou quem sabe um terreno? Saiba mais aqui.

Sistema de Consórcios em setembro: dados econômicos

Ao atravessar diversos desafios impostos pela crise econômica, o consumidor brasileiro tem apertado o cinto e reavaliado gastos mensais, estabelecendo mudanças em condutas pessoais ou familiares. Diante da situação, o Sistema de Consórcios tem sido uma opção bastante procurada para adquirir bens ou contratar serviços de forma econômica e planejada, uma vez que a modalidade possibilita prazos mais longos e parcelas acessíveis ao bolso do consumidor.

 

Dados econômicos acumulados de janeiro a setembro deste ano mostram crescimento de 4,8% nas vendas de novas cotas no Sistema de Consórcios em relação a 2014. O total saltou de 1,67 milhão para 1,75 milhão, movimentando mais de R$ 65 bilhões. A média de vendas de novas cotas por dia útil foi 9,4 mil.

Com o balanço positivo, o número de participantes ativos consolidado do Sistema de Consórcios alcançou 7,15 milhões em setembro, 2,4% a mais do que no mesmo período de 2014. Os dois setores do mecanismo com mais adesões são os consórcios de imóveis e de veículos leves, com altas de 47% e 14,5%, respectivamente, na entrada de novos consorciados durante os nove primeiros meses deste ano, em relação ao mesmo período de 2014.

Confira, a seguir, um resumo do desempenho de cada setor no mês de setembro, com base em estimativas da Assessoria Econômica da ABAC. Os dados comparativos fazem referência ao período entre os meses de janeiro e setembro de 2014:

Consórcios de veículos leves: nos nove primeiros meses deste ano, o setor registrou crescimento de 8,3% no total de participantes ativos consolidados. Os demais indicadores também estiveram em alta, com exceção do tíquete médio que se manteve estável. O destaque foi o aumento de 14,5% na venda de novas cotas, com 14,6% de crescimento no total de créditos comercializados. Ao registrar potencial participação em 24,9% nas vendas do mercado interno, o setor disponibilizou créditos de quase R$ 16 bilhões para os diversos elos da cadeia produtiva do setor automobilístico.

Consórcios de imóveis: o acumulado de vendas de novas cotas apontou alta de 47%, entre janeiro e setembro deste ano, e 49,5% no volume de créditos comercializados. Com isso, o setor aproximou-se dos 800 mil participantes ativos consolidados em setembro deste ano, 3,8% acima do registrado no ano passado. Paralelamente, os indicadores de tíquete médio, contemplações e créditos disponibilizados também cresceram 1,2%, 2,7% e 7,3%, respectivamente.

Consórcios de motocicletas e motonetas: o setor das duas rodas encerrou os nove primeiros meses do ano com alta de 1,6% no total de contemplações. O volume acumulado indicou 61% de potencial participação da modalidade nas vendas do mercado interno e o número de créditos disponibilizados cresceu 11,8%. Já o número de participantes ativos consolidados, novas adesões e tíquete médio do mês estiveram em baixa de 4%, 8,6% e 20,2%, respectivamente.

Consórcios de veículos pesados: sem acompanhar a retração nas vendas de veículos pesados, o setor manteve o ritmo de alta no total de participantes ativos consolidados, com 4,6%. Os acumulados de novas adesões, créditos comercializados e tíquete médio cresceram 8,7%, 11,1% e 1,9%, respectivamente. Houve retração de 7,4% e de 5,4% em contemplações e créditos disponibilizados.

Consórcios de eletroeletrônicos e outros bens duráveis: sem uma possível reversão em curto prazo, a atual crise econômica segue provocando retração em praticamente todas as atividades.  No consórcio de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, diversos indicadores apresentaram baixa: – 10% nos acumulados de vendas de novas cotas, – 21% em contemplações, – 20,4% em volumes de participantes ativos consolidados, – 7,8% em créditos comercializados e – 12,5% em créditos disponibilizados. Porém, a alta de 4,2% no tíquete médio assinalou que as adesões têm mantido o valor dos créditos desejados pelos consorciados em R$ 5 mil.

Consórcios de serviços: Nos nove primeiros meses, apresentaram alta os seguintes indicadores: participantes ativos consolidados (35,4%), contemplações (39,5%), créditos disponibilizados (34,5%) e vendas de novas cotas (3,4%). Houve retração no tíquete médio (- 1,7%) e estabilidade em créditos comercializados.

Sistema de Consórcios em geral

Veja os números gerais do Sistema de Consórcios entre os meses de janeiro e setembro de 2015, em relação ao mesmo período do ano passado:

Participantes ativos consolidados (consorciados em grupos em andamento)

– 7,15 milhões (setembro/2015)

– Crescimento: 2,4%

Vendas de novas cotas (novos consorciados)

– 1,748 milhão (janeiro-setembro/2015)

– Crescimento: 4,4%

Volume de créditos comercializados

– R$ 65,14 bilhões (janeiro-setembro/2015)

– Crescimento: 18,4%

Tíquete médio geral (valor médio da cota no mês)

– R$ 38,7 mil (setembro/2015)

Crescimento: 9%

Contemplações (consorciados que tiveram a oportunidade de comprar bens)

– 1,06 milhão (janeiro-setembro/2015)

– Crescimento: 6%

Volume de créditos disponibilizados

– R$ 30,72 bilhões (janeiro-setembro/2015)

– Crescimento: 10,7%

 

Fonte ABAC

Atraso na parcela do consórcio: o que acontece?

Quando você participa de um grupo de consórcio e acontece de atrasar ou deixar de pagar uma prestação, temos as orientações para essas situações que podem esclarecer o que fazer.

2017.07.14_HS_Crono_Julho2_Card_Parcela

Após entrar para o consórcio, você vai escolher um plano com parcelas ideais de acordo com o seu estilo de vida. O Sistema não permite flexibilidade de valores e de tempo, mas todos nós sabemos que existem imprevistos que podem ocorrer.

A principal atitude a tomar depois que não ocorre o pagamento da parcela, é procurar sua administradora e tentar fazer um acordo. A empresa vai te ajudar nessa situação. E mesmo assim, se não tiver sido contemplado e por algum motivo não conseguir pagar as prestações, existe a possibilidade de ver com a administradora uma solução como optar por um bem ou serviço de menor valor. A prestação vai ficar menor e na mesma proporção do valor do bem ou serviço que você escolher. Uma outra saída é transferir sua cota para outra pessoa.

Em qualquer dívida temos que ser pontuais no pagamento, mas no consórcio o cuidado é redobrado, mesmo depois da contemplação e da aquisição do bem ou serviço. Sendo um grupo, cada participante interfere no grupo. Pois, cada participante do grupo depende da contribuição de todos os consorciados para cumprir o grande objetivo de receber o crédito.

Como segurança e direito dos demais participantes do grupo, o consorciado que estiver em atraso ou falta de pagamento:

  • Não poderá participar do sorteio e/ou lance, dependendo do que estiver acordado no contrato com a administradora;

  • Arcará com juros de 1% ao mês e multa de 2% sobre as parcelas não pagas, cujo valor será calculado sobre o preço atualizado do bem ou serviço;

  • Se já tiver sido contemplado, mas ainda não usado o crédito, poderá ter a contemplação cancelada por decisão da Assembleia Geral Ordinária;

  • Se já tiver a posse do bem ou a contratação do serviço, poderá ter as garantias fornecidas executadas pela administradora;

  • Se ainda não tiver sido contemplado, poderá ser excluído do grupo, conforme estabelecido no contrato. Neste caso, o consorciado continuará participando dos sorteios e a administradora devolverá a quantia paga ao fundo comum quando ele for contemplado. Do valor a ser restituído, poderá ser aplicada cláusula penal pela quebra de contrato;

  • Não poderá votar nas Assembleias Gerais Extraordinárias.

O mais importante é lembrar de perceber antes do prazo que não poderá pagar em dia suas prestações, procurar sua administradora com antecedência e explicar a situação para tentar um acordo.

Qualquer dúvida, você também pode entrar em contato e falar conosco. Estamos sempre aqui para ajudar.

 

Consórcio de carros e imóveis cresce com restrição ao crédito nos bancos

Em meio ao aumento das restrições para o crédito nos bancos, os consórcios de veículos e imóveis registram expansão na adesão em 2015.

De janeiro a agosto, a venda de novas cotas imobiliárias cresceu 46,5% na comparação com o mesmo período do ano passado, para 155,6 mil, de acordo com dados da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios). No caso de veículos leves, a expansão foi de 20,3% (625,5 mil novas cotas).

A crise econômica e o aumento da inadimplência tornaram as instituições financeiras mais conservadoras na hora de conceder crédito. A Caixa Econômica Federal, líder no financiamento imobiliário à pessoa física, subiu os juros três vezes neste ano.

1

Com o aumento na procura, a participação potencial dos consórcios no total de compras de veículos e imóveis cresceu no primeiro semestre.

Para Vitor Bonvino, presidente nacional da Abac, o ganho não pode ser explicado só pela redução nos financiamentos. “Pode haver uma migração, em princípio, mas o mecanismo do consórcio é muito diferente. Não são operações comparáveis”, diz.

Na sua avaliação, a modalidade se beneficia do aumento da educação financeira. Mas também pode sofrer se a deterioração econômica continuar.

JUROS

Diferentemente do financiamento, no consórcio o participante não paga juros, mas precisa arcar com os custos da taxa de administração. As parcelas ainda são corrigidas anualmente pela inflação –portanto, aumentam ao longo do tempo–, assim como o dinheiro da contemplação.

A diferença de custo foi o fator decisivo para a consultora de moda Karine Souza, 30, ao avaliar as opções para quitar um imóvel comprado na planta há dois anos. “Os juros subiram e, ao fazer as simulações, percebi que a parcela do consórcio sairia mais barata”, diz.

Souza comprou a cota do consórcio em maio e, por sorte, foi contemplada já em julho –o pagamento será feito em novembro. Mas, segundo Prata, do Canal do Crédito, a modalidade não é indicada para casos como o dela. “Consórcio não serve para quem quer crédito rápido”, afirma.

2

A variação no preço do imóvel no período do consórcio é outro ponto a ser observado. Se houver valorização acima da inflação, a modalidade deixa de valer a pena.

Para adiantar a contemplação, existem duas formas: os lances e os sorteios, que acontecem em todas as assembleias do grupo.

Para veículos, o valor necessário varia, em média, entre 20% e 30% do preço do carro, diz Bonvino.

No caso de imóveis, o lance costuma ser ainda maior, mas o trabalhador pode contar com o reforço do saldo acumulado no FGTS.

Fonte: Folha Online – 19/10/2015

Conheça melhor a história do consórcio

O Sistema de Consórcios tem ajudado mais de 7,15 milhões de brasileiros a realizar sonhos de adquirir bens ou serviços e formar patrimônio. Com uma história de mais de 50 anos, a modalidade também tem contribuído com benefícios para a economia do Brasil, movimentando diversos setores e minimizando os desafios econômicos do País.

A história começou na década de 60, aqui mesmo, no Brasil, em uma época marcada pela escassez de crédito ao consumidor. De acordo com o economista e ex-ministro da fazenda, Maílson da Nóbrega – que assina o prefácio do livro A Excelência do Consórcio – A Legislação em Benefício do Sistema, lançado recentemente pela ABAC –, “a ideia [de reunir pessoas em um grupo para formar uma poupança em comum e adquirir um bem] foi posta em prática por um grupo de pioneiros pertencentes a uma comunidade bem organizada, a dos funcionários do Banco do Brasil. Foi em Brasília que surgiu o primeiro consórcio, então voltado para a compra de automóveis leves”. Pouco tempo depois, em um cenário sem qualquer regulamentação, nasciam outros grupos e empresas para administrá-los.

Com o desenvolvimento do consórcio surgiu a necessidade de se criar uma entidade que representasse, perante o poder público, os interesses das inúmeras empresas de consórcios que despontavam por todo país. Por isso, em 20 de junho de 1967 foi criada a ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) e, anos depois, foi fundada a APACESP (Associação Profissional dos Administradores de Consórcios no Estado de São Paulo), que deu origem ao atual SINAC (Sindicato Nacional dos Administradores de Consórcio).

Mais credibilidade e segurança

O impacto positivo nas vendas de veículos leves mostrou a possibilidade da utilização do consórcio para outros segmentos de veículos automotores, como os pesados. Assim, em meados da década de 60, surgiram os primeiros grupos de consórcios de caminhões.

Em 1971, foi editada a Lei 5.768 que, embora não tratasse exclusivamente de consórcio, regulamentou o Sistema, definindo o Ministério da Fazenda como a autoridade responsável pela normatização e fiscalização do segmento.

Foi no final da década de 70, que surgiram os primeiros grupos de motocicletas e de eletroeletrônico, que foram impulsionados com a instalação das indústrias de destes segmentos no país, no início dos anos 80.

Em 1991, com e edição da Lei n° 8.177, o Banco Central do Brasil passou a fiscalizar e regulamentar as operações de consórcios. Com uma presença cada vez mais expressiva em vários segmentos, essa década foi marcada pelo início do consórcio imobiliário e de serviços, que iniciou com a constituição de grupos referenciados em bilhetes de passagens aéreas, no ano de 1993.

Nos anos seguintes, o Sistema começou uma grande luta para elaborar e aprovar a Lei que, em 8 de outubro de 2008, tornou-se um dos principais marcos do Sistema, a Lei Federal n. 11.795, conhecida como Lei do Consórcio. “A aprovação ajudou a desencadear um momento extremamente positivo para os consórcios, trazendo segurança jurídica aos empresários e consorciados e clareza ao Sistema, o que favoreceu também na maior confiabilidade dos clientes e dos órgãos públicos”, afirma Edna Maria Honorato, vice-presidente do Conselho Nacional da ABAC/SINAC.

Consolidação

Mesmo com a recente aprovação da Lei do Consórcio, os efeitos positivos que ela vem representando podem ser nitidamente observados na evolução do Sistema nos últimos anos, um crescimento que pode ser creditado graças ao aumento da confiabilidade no Sistema e ao momento econômico de diminuição de créditos disponíveis para o financiamento de veículos leves e motos.

Assim, da total informalidade em seus primórdios, o consórcio passou por diversas transformações, sendo, hoje, parte integrante do sistema financeiro nacional, respondendo pela administração de mais de 3% de todo o PIB e com muito prestígio junto à sociedade. Além disso, o Consórcio atingiu a marca de 7,15 milhões de participantes ativos e, por meio, é possível adquirir uma infinidade de produtos e serviços, como: automóveis, caminhões, motos, imóveis, tratores, eletrônicos, máquinas e equipamentos e serviços.

“Ano após ano, estamos batendo nossos próprios recordes, e temos a perspectiva de, com o bônus demográfico que se anuncia para 2020, atingirmos uma enorme massa de consumidores já existentes. Com foco na disseminação da educação financeira e no estabelecimento de cada vez mais parcerias, estamos prontos para colher um crescimento ainda maior”, declara Vitor Cesar Bonvino, presidente do Conselho Nacional da ABAC/SINAC.

 

Fonte: ABAC

Consórcio tem alta de 10% em créditos liberados no 1° semestre de 2014

logoAbac

No primeiro semestre deste ano, o Sistema de Consórcios registrou crescimento de 10,8% no total de créditos liberados ao mercado. Foram R$ 18,4 bilhões contra R$ 16,6 bilhões do ano passado. O volume, decorrente do aumento das contemplações nos setores de veículos automotores, imóveis, eletroeletrônicos e serviços, totalizou 667,6 mil unidades (jan-jun/ 2014), e é 10% maior que as 606,9 mil verificadas no mesmo período de 2013.  Continue lendo

Na contramão do mercado, consórcio de veículos cresce

print-matéria-hj-em-dia
Seguindo na direção contrária à das vendas de veículos novos no Brasil, o número de participantes de consórcios automotivos aumentou 10,7% de janeiro a maio deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. Nos primeiros cinco meses de 2014, foram registrados 5,17 milhões de consorciados, enquanto em 2013 eles somavam 4,67 milhões.

Aproveite! Compre à vista, com desconto, pelo consórcio

Cotas de consórcios adquiridas este ano têm maior valor médio que as de 2013

É comum lermos ou ouvirmos anúncios com promoções com esse tema:
Aproveite! Compre à vista com desconto!

Porém, uma oferta baseada no consórcio, não é comum. Mas, deveria ser, pois a principal característica desse mecanismo, independente de bens ou serviços desejados, é proporcionar ao consorciado ir ao mercado, buscar o produto, negociar, barganhar descontos e adquiri-lo à vista. Com a liberação do crédito, o contemplado tem o poder de compra semelhante a quem tem dinheiro no bolso. Por isso, nesse momento de inúmeras oportunidades, quem está de posse de uma carta de crédito de consórcio tem a chance de comprar bem e melhor.

Continue lendo