Arquivos da categoria: HS CONSÓRCIOS NA MÍDIA

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Idade mínima para fazer um consórcio: conheça as regras

Fazer um consórcio significa planejar a realização dos seus objetivos. E o planejamento financeiro é algo muito importante de se colocar em prática o mais cedo possível. A partir do momento em que se tem renda, planejar significa ter responsabilidade sob seus ganhos e comprometimento com o futuro. Seja para você ou para a sua família, vamos te contar como funciona a titularidade do consórcio e quem pode ou não assinar o contrato.

 

Idade

O código civil brasileiro estabelece que para que qualquer pessoa física possa assinar um contrato, ela precisa ser considerada “plenamente capaz”, ou seja, precisa ter mais de 18 anos. Uma segunda opção é para os jovens maiores de 16 anos e menores de 18 que são considerados pelo código civil brasileiro como “relativamente capazes”, e podem assinar o contrato junto aos seus responsáveis.

Menores de 16 anos serão representados pelos pais ou tutores, ou seja, seu nome pode constar no contrato, mas são os seus responsáveis que vão assinar.

Em todas as modalidades, as situações são analisadas pela administradora, avaliando a capacidade de pagamento do menor ou dos pais na adesão do contrato.

Empresas

Em caso de empresas, o contrato deverá ser assinado pelo representante legal da empresa, como pessoa jurídica. A administradora deverá analisar o contrato social da pessoa jurídica para comprovar os poderes de representante.

Procuradores

O contrato do consórcio também pode ser assinado por procurador da pessoa física ou jurídica. Em caso de empresa, o mandato deve ter poder, concedido pelo dono ou sócios da empresa para isso. Em caso de pessoa física, é necessário que a procuração tenha expressamente os poderes do procurador para este fim.

Agora que você já sabe quais as regras para assinatura do contrato de acordo com a idade, comece a planejar a compra do seu carro, casa ou investimento. Independentemente da sua idade, a melhor forma de planejar é com a HS Consórcios.

Faça uma simulação escolhendo o valor do bem ou da parcela que deseja pagar. Acesse https://www.hsconsorcios.com.br/simulador

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Atrasei minha parcela, e agora?

Ao escolher o valor do consórcio de acordo com a sua necessidade para compra de uma casa, carro, reforma, entre outros, certamente você escolheu uma parcela confortável para o seu orçamento. Afinal, esta é uma das grandes vantagens do consórcio. Os prazos estendidos e a escolha do crédito a partir da melhor parcela, fazem parte da flexibilização da modalidade financeira.

Ainda assim, imprevistos podem acontecer e talvez em algum momento você não consiga pagar a sua mensalidade. O maior problema em relação a inadimplência no consórcio, está na manutenção do grupo, já que os consorciados dependem uns dos outros para a compra do seu bem. Mas e aí, o que acontece? Muitas dúvidas surgem nessa hora, mas estamos aqui para ajudar a esclarecê-las!

 

Procure a sua administradora

A nossa primeira dica é, converse com a sua administradora para verificar como ela pode te ajudar. Caso a sua dificuldade de pagamento se estenda por mais tempo e você ainda não foi contemplado, é possível baixar o valor do seu consórcio, diminuindo automaticamente o valor da parcela. Caso não seja mais viável fazer o pagamento de nenhum valor, é possível também transferir o seu consórcio para outra pessoa.

Como você sabe, a saúde financeira do grupo depende que todos os consorciados paguem em dia as suas mensalidades, para que até o fim do prazo do consórcio, todos tenham adquirido os seus bens. Parte da parcela paga mensalmente, é destinada ao fundo de reserva que serve justamente para este tipo de emergência, de forma que a falta de pagamento ou atraso de um consorciado não prejudique os demais. Por isso é muito importante que em caso de alguma dificuldade de pagamento, você informe o seu corretor para que juntos possam encontrar a melhor alternativa, evitando que o seu sonho seja prejudicado e a saúde financeira do grupo também.

A falta de pagamento pode ocasionar também na exclusão do grupo, de acordo com as regras estabelecidas em contrato. Desta forma, o consorciado continuará participando dos sorteios e receberá o valor pago no consórcio, quando ocorrer a contemplação.

 

Pagamento de juros e multa

A inadimplência implica o pagamento de juros de 1% ao mês e multa de 2% pelo período de atraso da parcela, sendo calculado pelo valor atualizado do bem ou serviço contratado.

 

Crédito contemplado

Caso o crédito já tenha sido contemplado, mas não tenha sido usado, o consorciado poderá ter a contemplação cancelada em Assembleia Geral.

Porém se o consorciado já tiver sido contemplado e tenha usado o crédito, poderá ter as garantias fornecidas a administradora, executadas, já que o bem fica em alienação como garantia. Além disso, não poderá votar nas Assembleias Gerais Extraordinárias.

A dica mais importante que podemos dar é assim que você perceber o problema, converse com o seu corretor ou diretamente com a administradora. Com certeza eles estarão dispostos a encontrar a melhor solução para o seu problema.

 

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Consórcio como investimento: saiba porque você deve considerar essa opção

Conquistar a casa própria é o sonho de muitos, seja para sair do aluguel ou para fazer um investimento. E, sim! Consórcio é investimento. Entre todas as vantagens que ele oferece como ausência de juros, de taxa de adesão, entre outros, com ele você ainda tem a possibilidade de ganhar dinheiro.

O consórcio é uma excelente opção para quem faz planejamento financeiro e deseja fazer um investimento seguro. Além disso, muitas pessoas têm dificuldade em guardar dinheiro e o consórcio pode ser visto como uma poupança forçada, porém com mais vantagens.

1- Sem entrada

A HS Consórcios oferece a possibilidade de investir sem precisar desembolsar um valor de entrada. Mensalmente você paga a parcela + taxa administrativa que é a remuneração da Administradora pela formação, organização e administração do grupo de consórcio + o fundo de reserva que é a garantia da saúde financeira do Grupo. Essa reserva é um percentual pago na parcela e que irá servir para cobertura de eventual insuficiência de receita às assembleias de contemplação; para uma reserva financeira caso ocorra um nível de inadimplência no Grupo; para cobertura da devolução aos desistentes; para pagamento de débito do consorciado inadimplente, após esgotados todos os meios de cobrança.

2- Sem juros

Entre as principais vantagens do consórcio está a ausência de juros, sendo que  a soma da taxa administrativa e do fundo de reserva é inferior ao pagamento de juros dos financiamentos bancários em seu prazo total. Por este motivo, o consórcio destaca-se como um investimento de longo prazo. Isso significa que, a comparação do consórcio com outras formas de pagamento a prazo, indica que o valor que será pago ao final do plano será mais baixo.

3- Poder de compra

A carta de crédito contemplada possibilita ao consorciado poder na hora de decidir a compra, já que ele pode negociar a compra do bem à vista.

4- Liberdade de escolha do bem dentro do segmento escolhido

Com o consórcio de imóveis você pode comprar casa, terreno ou fazer uma reforma, de acordo com a sua necessidade. A partir da sua escolha, a compra de uma casa ou apartamento possibilita mais de uma opção de investimento.

Você pode obter renda através de aluguel ou da revenda desses imóveis. Com o aluguel é possível complementar a sua renda, pagar as parcelas de um novo consórcio e pode ainda guardar dinheiro para ofertar lances, ou quitar um consórcio já contemplado.

5- Atualização do valor do consórcio

Quando a cota é contemplada, a administradora transfere o valor do crédito contemplado para uma aplicação automática que rende sobre a poupança, em média 0,52% ao mês. Assim o consorciado receberá a aplicação sobre o valor contemplado e não sobre o valor investido, recebendo o valor do crédito corrigido. O investimento mensal é muito mais baixo em relação ao valor do crédito aplicado, e receberá muito mais rentabilidade do que estar investindo em qualquer outra aplicação de renda fixa.

6- Possibilidade de venda de carta contemplada

Você sabia que é possível realizar a venda da sua carta contemplada? Esta é uma possibilidade legal, prevista no artigo 13 da lei 11.795/2008, “Os direitos e obrigações decorrentes do contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão, poderão ser transferidos a terceiros, mediante prévia anuência da administradora”. Assim, desde que as obrigações financeiras do consorciado estejam em dia com a administradora, ou seja, a mensalidade e demais obrigações previstas em contrato, é possível passar a carta a terceiros, sabendo também que as obrigações financeiras restantes previstas em contrato serão de responsabilidade do novo consorciado.

O valor de venda do consórcio varia se sua cota já foi contemplada ou não, considerando os reajustes realizados na carta de crédito, sendo o valor pago, mais o ágio, que se trata do lucro que você vai ter sob a operação financeira. De qualquer forma, seu corretor vai esclarecer as dúvidas e realizar a venda com tranquilidade e segurança.

Gostou das dicas? Acesse o nosso site e encontre um corretor autorizado perto de você.

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Comprar bem de menor valor que o consórcio: saiba como funciona

Muitas dúvidas podem surgir na hora de fazer um consórcio, a melhor opção do segmento financeiro para você conquistar os seus bens! Mas fique tranquilo, por aqui a gente ajuda a esclarecer todas elas. Uma das mais frequentes, é, sem dúvidas, se é possível comprar um bem de menor valor que a sua carta de crédito e a gente já adianta: sim, é possível.

Vamos voltar um pouco. Primeiramente, você sabe o que é o consórcio? O consórcio nada mais é que uma espécie de financiamento coletivo, ou seja, um grupo de pessoas paga uma mensalidade por um determinado período, com o objetivo de adquirir um bem ou serviço. Esta modalidade é gerida por uma administradora de consórcios, que deve ser reconhecida pelo BCB – Banco Central do Brasil, atestando um trabalho sério e idôneo.

Nesse sistema, o valor do bem ou serviço é diluído em um prazo predeterminado, e todos os integrantes do grupo contribuem ao longo desse período de forma mensal ou conforme estipulado em contrato. A HS Consórcios contempla, através de sorteio e lance, com o crédito no valor do bem ou do serviço contratado, até que todos sejam atendidos.

Agora que você já entendeu essa parte, seguimos para a próxima. Digamos que você tenha escolhido uma carta de crédito para compra de imóvel no valor de R$150 mil reais. Depois de pagar 5 parcelas seu consórcio foi contemplado, mas ao invés de adquirir um imóvel no valor integral da sua carta, você resolve comprar um terreno de menor valor, como R$120 mil, por exemplo. O que acontece com o saldo de R$30 mil? Será que eu vou perder esse dinheiro? Uma coisa nós garantimos, com o consórcio você não perde dinheiro de forma alguma!

 

O bem de sua escolha, desde que esteja dentro do segmento contratado (veículo ou imóvel), poderá sim ser de menor valor, sem problemas. O valor do crédito que não for utilizado na compra do bem, pode ser usado para abater o saldo devedor nas parcelas a vencer, na ordem inversa do plano. Caso a carta de crédito já tenha sido quitada poderá solicitar o valor em espécie em um prazo de 180 dias após a contemplação. Em caso de carta de crédito para aquisição de imóvel ou veículo, você pode ainda usar 10% do valor do crédito para o pagamento de taxas e despesas com a documentação.

Gostou de mais esta possibilidade do consórcio? Acesse o nosso site faça uma simulação e conheça a melhor forma de adquirir os seus bens, sem pagar juros, sem taxas de adesão e com a possibilidade de pagamento de metade da parcela até a contemplação, uma exclusividade da HS Consórcios.

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Inflação: saiba o que é e como ela afeta a sua vida

Você já deve ter visto muitas notícias sobre o impacto que a inflação causa no custo de vida e no nosso dia a dia financeiro de uma forma geral. Mas você sabe, de fato, o que é a inflação e qual o papel dela no seu bolso? Se você não sabe, fique tranquilo que a gente explica.

A inflação é o aumento dos preços dos bens e serviços durante um período. O  principal impacto da inflação está na diminuição do poder de compra da moeda, influenciando negativamente na economia. Quando ocorre o contrário, ou seja, uma queda dos preços, o termo utilizado é deflação.

Suas principais causas são: pressões de oferta e demanda, pressões de custos, inércia inflacionária e as expectativas em relação a inflação. Ou seja, quando os consumidores estão com poder de compra e dispostos a gastar, existe uma tendência natural de aumento dos preços.  Você percebe as suas consequências no dia a dia ao pensar que com uma quantia x de dinheiro era possível comprar um carro zero nos anos 90, por exemplo, coisa que hoje não é possível com a mesma quantia.

A oferta de produtos e serviços também afeta a inflação. Quando, por algum motivo, a oferta é mais escassa e não têm condições de atender a todo o mercado, os preços sobem. Essa premissa é muito comum na agricultura, onde problemas climáticos e pragas aumentam os preços para produtor, desencadeando aumento para o consumidor final.

Outros fatores se dão pela indexação, que consiste no reajuste de preços com base em valores anteriores e, também, no mercado de câmbio, que resulta em alta dos preços com o aumento do dólar, devido o consumo de produtos importados.

A inflação gera uma série de consequências para os consumidores devido o aumento do custo de vida e também para as empresas, gerando incertezas e desestimulando o investimento, o que prejudica não apenas o seu bolso, mas também a economia do país. Além disso, a inflação impacta no valor dos juros básicos, já que os bancos e instituições financeiras trabalham com um valor de “risco” para compensar a incerteza da inflação.

 

O Banco Central usa, como ferramenta para impedir o aumento da inflação, a diminuição da taxa básica de juros, a Selic, para frear a alta dos preços e possibilitar assim que as pessoas continuem adquirindo não apenas produtos e serviços, mas principalmente bens, que são responsáveis pela grande movimentação da economia no país.

Uma coisa é certa, o investimento mais seguro, independentemente da inflação é o consórcio. Com ele você investe com segurança, sem pagar as altas taxas de juros cobradas pelos bancos. Sem taxa de adesão, sem juros, pagando apenas uma taxa administrativa e com metade da parcela até a contemplação, são benefícios que só a HS Consórcios possibilita para a realização dos seus objetivos.

 

Acesse o nosso site e faça uma simulação.

 

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Convenção 2020 HS Consórcios

No último sábado, dia 25/01, ocorreu a convenção anual da HS Consórcios no hotel Dall’Onder em Bento Gonçalves-RS. O evento reuniu mais de 700 pessoas entre corretores, equipes e demais pessoas do time da HS Consórcios de todo o Brasil.

Com ampla programação, o evento iniciou com a fala do Presidente do Grupo Herval, José Agnelo Seger, que iniciou os trabalhos desejando boas vindas a todos os presentes. A programação contou ainda com sorteios e entrega dos troféus aos corretores e equipes com os melhores resultados de vendas de 2019.

O evento foi um verdadeiro sucesso e ocorreu ainda a apresentação oficial da Jornalista Renata Fan como a garota propaganda da HS Consórcios.

O principal objetivo da convenção anual, consiste na apresentação de resultados, metas para o próximo ano e especialmente em proporcionar uma confraternização a altura de todo o time da HS Consórcios que realiza um trabalho árduo, sempre com foco na realização dos sonhos dos nossos clientes.

 

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8 motivos para investir com a HS Consórcios em 2020

Trocar de carro, sair do aluguel, fazer uma reforma… Muitos são os motivos que levam as pessoas a escolher o consórcio como opção para realização de seus sonhos. O que tantas outras já perceberam, é que, além de ser uma excelente opção financeira para esta realização, o consórcio também é um excelente investimento para a sua vida. Ele ainda é um investimento seguro e nós listamos alguns motivos pelos quais você deve considerá-lo como uma excelente opção de aumentar o seu patrimônio.

Sem taxa de adesão

Com a HS Consórcios você começa a investir sem desembolsar entrada! Você paga apenas a mensalidade + taxa administrativa que é a remuneração da Administradora pela formação, organização e administração do grupo de consórcio + o fundo de reserva que é  a garantia da saúde financeira do Grupo. É um percentual pago na parcela e que irá servir para cobertura de eventual insuficiência de receita às assembleias de contemplação; para uma reserva financeira caso ocorra um nível de inadimplência no Grupo; para cobertura da devolução aos desistentes; para pagamento de débito do consorciado inadimplente, após esgotados todos os meios de cobrança. Cabe ressaltar também que a existência de eventual saldo do Fundo de Reserva, ao término das operações do Grupo é dividido entre todos os participantes, na proporção de sua contribuição.

Sem juros

Ao comparar o consórcio com os demais tipos de investimento, uma de suas principais vantagens está na ausência do pagamento de juros. A soma da taxa administrativa e do fundo de reserva é inferior ao pagamento de juros dos financiamentos bancários. Por este motivo, destaca-e o consórcio como um investimento a longo prazo. Isso significa que, a comparação do consórcio com outras formas de pagamento a prazo, indica que o valor que será pago ao final do plano será mais baixo.

Planejamento financeiro

Para quem tem dificuldade em guardar dinheiro, o consórcio também é uma ótima opção já que ele se torna uma poupança “forçada” com o pagamento mensal e um rendimento superior a poupança. Assim, ao mesmo tempo em que você investe em um bem, o consórcio também possibilita que você se eduque financeiramente para a concretização dos seus sonhos.

Atualização do valor investido no consórcio

Quando a cota é contemplada, a administradora transfere o valor do crédito contemplado para uma aplicação automática que rende sobre a poupança, em média 0,52% ao mês. Desta forma o consorciado receberá a aplicação sobre o valor contemplado e não sobre o valor investido, recebendo o valor do crédito corrigido. O valor investido por mês é muito mais baixo em relação ao valor do crédito aplicado, e receberá muito mais rentabilidade do que estar investindo em qualquer outra aplicação de renda fixa.

Possibilidade de investimento imobiliário

A compra de uma casa ou apartamento possibilita mais de uma opção de investimento. Você pode obter renda através de aluguel ou da revenda desses imóveis. Com o aluguel é possível complementar a sua renda, pagar as parcelas de um novo consórcio e pode ainda guardar dinheiro com o objetivo de ofertar lances, ou quitar um consórcio já contemplado. Com a ajuda da HS Consórcios e a possibilidade de pagar meia parcela até a contemplação, é possível pagar mais de uma cota e ir construindo o seu patrimônio aos poucos.

Venda de carta contemplada

A venda de carta contemplada é uma possibilidade legal, prevista no artigo 13 da lei 11.795/2008, “Os direitos e obrigações decorrentes do contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão, poderão ser transferidos a terceiros, mediante prévia anuência da administradora”. Ou seja, desde que as obrigações financeiras do consorciado estejam em dia com a administradora, é possível passar a carta a terceiros, sabendo também que as obrigações financeiras restantes previstas em contrato serão de responsabilidade do novo consorciado.

O valor de venda do consórcio, pode variar se a sua cota já foi contemplada ou não. São considerados os reajustes realizados na carta de crédito, o valor já pago e mais o ágio, que se trata do lucro que você vai ter sob a operação financeira. De qualquer forma, seu corretor vai esclarecer as dúvidas e realizar a venda com tranquilidade e segurança.

Compra de bem à vista

Com a carta de crédito contemplada o consorciado possui mais poder na hora de decidir a compra, com a possibilidade de negociação do valor do bem à vista.

Lances para antecipação da contemplação

O lance é um valor ofertado pelo cliente com o intuito de antecipar a sua contemplação. Todos os consorciados em dia, com a parcela mensal, podem efetuar lances, de acordo com as características do grupo ao qual participam.

 

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Como planejar as finanças para os seus objetivos no próximo ano

Ano novo, vida nova! É assim que muitas pessoas enxergam a virada de um ano para outro, e, de certa forma, é uma nova oportunidade de fazer as coisas de maneira diferente. Hoje nós vamos falar de planejamento financeiro, mas vamos começar olhando um pouco para trás. No último ano você fez um planejamento financeiro? Atingiu as suas metas? Quais aprendizados tirou organizando a sua vida financeira? Respondendo estes questionamentos é possível aprimorar o que você já fez e se não conseguiu realizar os seus objetivos, traçar novas metas para 2020.

Tenha você feito ou não a organização das suas finanças, a gente traz dicas de como fazer pela primeira vez, ou ainda, fazer os ajustes necessários no seu planejamento financeiro.

 

 

Como definir minhas metas?

Defina metas concretas para você realizar a médio e longo prazo. Pode ser a compra de um carro, da sua casa própria ou de um imóvel para investimento. Ter em mente exatamente o que você quer alcançar, possibilita traçar uma meta do que é preciso fazer para conquistar. Você precisa ter em mente que é necessário ter os pés no chão, traçando metas para a sua realidade atual, ou seja, objetivos que você consiga alcançar pagando um valor confortável por mês.

Faça uma planilha do seu orçamento

Dizer que você quer começar a guardar dinheiro não basta para realizar. Seja específico e determine: Quero guardar 15% do que eu ganho por mês para investir em x objetivos. Analise os seus gastos e coloque todas as informações em uma tabela. O valor que entra mensalmente, seus gastos fixos e demais contas a serem pagas por mês. A partir disso é possível analisar exatamente para onde o dinheiro está indo e de que forma é possível economizar. Você pode dividir o seu ganho em três partes: contas a serem pagas, dinheiro para investimento e reserva financeira. Conseguindo estabelecer estes limites e ter disciplina para mantê-los ao longo dos meses, é o bastante para atingir os seus objetivos.

Seja realista

Estabelecer objetivos fora da sua realidade é um dos motivos mais comuns para as pessoas desistirem do planejamento financeiro. Você pode estabelecer metas a longo prazo como se fosse uma escada. Primeiro você conquista algo menor para mais tarde atingir objetivos maiores, como por exemplo: você faz um consórcio para compra de um imóvel para investimento. Ao conquistar o imóvel você abre as portas para vários tipos de investimentos que podem aumentar a sua renda mensal. Você pode revender o imóvel garantindo um lucro com a venda, ou ainda alugar o imóvel para obter uma renda mensal. Com o dinheiro a mais que vai entrar é possível traçar metas que antes eram mais complicadas. Assim, vá pensando na escadinha, de um imóvel você pode passar para dois, e assim, sucessivamente conforme as suas finanças e a sua determinação permitirem.

Tenha foco para quitar a suas dívidas

Caso você tenha dívidas em aberto, como prestações atrasadas, por exemplo, foque primeiramente em quitar ou colocar em dia a suas contas, para aí sim passar a investir em suas metas. Descreva as suas dívidas na planilha de maneira a visualizar uma forma de colocá-la em dia. Se você precisa juntar dinheiro durante dois ou três meses para isso, é possível estabelecer prazos para você mesmo.

Controle-se nos gastos por impulso

Antes de comprar qualquer coisa pense sempre: “Mas eu realmente preciso disso?” Comprar algo apenas porque está em oferta, é um dos maiores perigos para se endividar. Pense qual o impacto que tal compra possa gerar no seu controle financeiro e decida se realmente vale a pena.

Quanto você poupa

Não adianta nada receber e gastar na mesma proporção. Para acumular uma quantia lhe possibilite alcançar suas metas financeiras, é preciso poupar de forma consistente. Analise seu orçamento e estabeleça um valor fixo que você guardará religiosamente todo mês. O mais recomendável é no mínimo de 10% a 20% de sua renda mensal, avaliando conforme a sua possibilidade.

Se seu objetivo é de prazo mais longo, obviamente você poderá guardar menos. Não se esqueça também de que é sempre prudente separar uma parte dessa quantia para formar um fundo de reserva para lidar com possíveis emergências.

 

Gostou das dicas? O consórcio é uma das melhores formas de colocar o seu planejamento financeiro em prática e investir nos seus objetivos! Com a HS Consórcios você não precisa dar entrada, não paga juros e pode optar por pagar meia parcela até a contemplação. Acesse o nosso site e faça uma simulação para definir quanto você pode investir por mês.

 

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Como calcular a depreciação de veículos

Na hora de comprar um veículo, diversos fatores devem ser considerados e entre eles a depreciação do veículo, afinal ninguém quer perder dinheiro. Para quem nunca ouviu falar nesta expressão, a depreciação de veículos é um processo de redução do valor do seu carro. Diversos fatores são considerados para o cálculo da depreciação como: desgaste natural do veículo, falta de cuidado, ação da natureza e a concorrência com veículos mais novos, fazendo com que o veículo valha menos no ato da venda do que quando foi comprado.

De uma maneira geral, o mercado considera um tempo de vida útil ao objeto, determinando qual seu tempo ideal para um funcionamento perfeito. Outro fator ligado a depreciação está a demanda sob o seu veículo, ou seja o quanto ele é procurado no mercado.

Considerando estes fatores, é possível determinar qual o tempo ideal para ficar com veículo e se já é hora de passá-lo adiante.

Critérios de desvalorização de um veículo 

A Tabela Fipe é um instrumento de consulta do valor dos veículos e pode ser usada como base para o controle da desvalorização do veículo. Neste artigo, nós falamos sobre como funciona o cálculo da tabela Fipe, confere lá :) .

 

Você ainda deve levar levar em conta:

Quilometragem: Quanto maior a quilometragem do veículo, maior será a sua desvalorização já que isso pode estar relacionado a danos mecânicos causados no veículo e até mesmo a ação da natureza, pelo tempo de rodagem na estrada.

Ano de fabricação e modelo: Cada ano que passa para o veículo, maior a sua desvalorização. Algumas pessoas estabelecem metas para a troca do veículo de forma a evitar que ele desvalorize. O consórcio é uma excelente ferramenta para te ajudar nessa troca ;) .

Conservação: fazer a manutenção sempre em dia e evitar avarias na mecânica são formas de evitar que o veículo desvalorize demais. Outras situações como acidentes também são consideradas, mesmo que tenham sido consertadas de forma correta. Especialistas avaliam desalinhamentos na lataria que podem indicar acidentes, além de amassados, arranhões e outros estragos.

Personalização: veículos que tenham sido transformados a partir de suas características originais também sofrem desvalorização, especialmente se o veículo ficar muito diferente dos padrões. Peças como aerofólios e mudança de cor são muito pessoais e podem dificultar inclusive na hora de encontrar alguém que queira ter um veículo como o seu.

Nacionalidade do veículo: Carros importados tendem a desvalorizar mais que os nacionais devido o valor mais alto de manutenção. Apenas por essa característica, o veículo perde valor ao sair da concessionária. Os modelos produzidos no Brasil e considerados populares, tendem a desvalorizar de 20% a 30% em dois anos, enquanto os importados podem chegar a 50% no mesmo período.

Tecnologia desatualizada: veículos sem ar condicionado, direção hidráulica ou elétrica, vidros e travas elétricas são mais difíceis de vender. Hoje, até mesmo modelos básicos vem com essas funcionalidades, complicando a vida de quem tem um carro sem estes opcionais.

Como fazer o cálculo?

Especialistas consideram que um veículo tem vida útil de 5 anos. Confira como calcular a depreciação do seu veículo:

 

  • Divida o valor do carro zero km (exemplo: R$35.000) pelo tempo de uso. Divida o valor pelo tempo de uso do veículo, se ele  foi utilizado por 5 anos, dividimos por 5, para saber o valor anual de depreciação (R$35.000 / 5 = R$7.000); ​

  • Divida esse valor (R$7.000) por 12, que é o número de meses do ano; ​

  • O valor obtido (R$583,33) representa o quanto o carro vai desvalorizar a cada mês. Ou seja, depois de sair da concessionária, você pode considerar que, a cada mês, o carro em questão depreciará aproximadamente R$580.

*As estimativas e valores citados são apenas referências e não podem ser usados como regra,​​​​ pois​ dependendo do uso e até mesmo do veículo, a desvalorização pode ser menor ou maior.

 

Diferença da desvalorização entre o carro novo e seminovo

Ao sair da concessionária, o zero km perde até 20% do valor. Os 3 primeiros anos de um veículo são o período em que um carro mais desvaloriza e, a partir do quarto ano, a taxa de depreciação segue bem menor. Comprando um seminovo​, você adquire um carro com cara de zero, sem ser fortemente impactado com a depreciação inicial.

 

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Dicas para atingir a sua independência financeira

Você sabe o que é independência financeira? O conceito de independência financeira consiste em ter renda suficiente para pagar suas despesas por um período, que pode ser um mês ou um ano, sem que você tenha que trabalhar por isso. Ou seja, mantendo um estilo de vida que segue um padrão financeiro, você terá uma tranquilidade financeira para lidar com imprevistos. A independência financeira pode ser o mesmo que uma reserva de dinheiro para que você consiga lidar com imprevistos ou até mesmo ter dinheiro suficiente para comprar um carro ou uma casa sem contrair dívidas.

Demais, né? Quem não sonha em poder viver assim.

Mas aí muitos vão questionar: mas com o que eu ganho não é possível, ou vão achar que é preciso ter nascido em berço de ouro para isso. A gente já adianta que investindo da forma correta, é possível para qualquer pessoa. Isso requer apenas planejamento, foco, inteligência e paciência. E a resposta para isso é simples. INVESTIMENTO! O consórcio é uma excelente alternativa de investimento. Já falamos aqui sobre as formas de ganhar dinheiro com o consórcio.

Confira as nossas dicas e mantenha o foco nos seus objetivos!

1. Evite dívidas!

As dívidas com cartões de créditos e compra de supérfluos sempre foi considerada um dos piores obstáculos para a conquista dos objetivos a curto, médio e longo prazo. Livre-se de todas as dívidas com juros altos, liberando assim o dinheiro para investir no seu futuro.

2. Gaste menos do que você ganha

Gastando menos dinheiro que você ganha é possível economizar! E a partir deste dinheiro planejar seus investimentos para uma aposentadoria tranquila. Controle suas despesas para identificar gastos desnecessários. Além disso, trabalhar de forma a gerar mais renda também é importante. Seja você autônomo ou assalariado, identifique possibilidades para ganhar mais dinheiro.

3. Mantenha seus investimentos a longo prazo

O consórcio é uma excelente opção para seus investimentos a longo prazo, já que com ele você escolhe o período pelo qual deseja investir, não paga juros e entrada e tem liberdade para investir da maneira como desejar, respeitando as regras de cada segmento de compra (imóvel ou veículo).

4. Saia da sua zona de conforto

Seus gastos devem estar de acordo com a sua situação financeira e seus objetivos. Alguns períodos tendem a ser financeiramente mais difíceis e é preciso saber lidar com eles. Problemas no trabalho ou inseguranças quanto a sua área de atuação podem ser bons combustíveis para trocar de área, por exemplo. É preciso estar aberto a tomar novos rumos profissionais.

5. Crie uma reserva de emergência

Para ter independência financeira a reserva de emergência é fundamental. Mesmo que muitas pessoas saibam disso, uma pesquisa realizada pela Anbima em 2017 revelou que 52% dos brasileiros não possuem dinheiro guardado para lidar com imprevistos que vão desde perder um emprego até ter um problema de saúde, ou seja, situações bem importantes!

6 – Invista o seu dinheiro

Investir é a melhor forma de atingir a independência financeira. O consórcio é um investimento seguro já que ao contemplar a cota do consórcio, o consorciado tem o poder de adquirir um bem, com a vantagem de poder negociá-lo pelo valor à vista. No setor de imóveis é possível revendê-lo ou ainda obter lucros com o aluguel do imóvel.

 

Ficou interessado? Confira esta e outras possibilidades de investimento com o consórcio falando com um corretor autorizado da HS Consórcios.