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Como calcular se você já pode sair de casa

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Ir morar sozinho pode ser o sonho de muita gente, mas é preciso planejar todos os gastos antes de tomar essa decisão. Afinal, se você sair de casa achando que o seu único gasto mensal será a parcela da casa, pode acabar decepcionado e precisando de ajuda. O jeito é organizar e orçar todos os seus gastos antes de qualquer decisão, sempre mantendo um limite para emergências.

Aproveite a lista abaixo para fazer as suas contas. Mas calma. O planejamento pode levar tempo e dedicação. E mesmo que você chegue à conclusão de que não é a hora certa de se mudar, pode começar a planejar daqui a quanto tempo será possível sair de casa.

 

1. Parcela do consórcio

Quando você decide sair de casa, em um primeiro momento pode achar que o aluguel é a melhor opção em função do limite de gasto mensal. No entanto, quando você compara o valor mensal gasto em aluguel com o valor que você investiria num consórcio para ter a sua casa própria, percebe que provavelmente o consórcio é a opção mais vantajosa. Faça a sua simulação online pra comprovar: www.hsconsorcios.com.br/simulador. Nos dois casos você estará dispondo de um valor mensal semelhante, porém no segundo você estará investindo na sua casa própria. Saiba mais sobre essas vantagens aqui: http://blog.hsconsorcios.com.br/2016/05/por-que-o-consorcio-e-a-melhor-opcao-para-quem-quer-sair-de-casa/

2. Condomínio

Este valor varia conforme os recursos oferecidos pelo seu condomínio e o tamanho do seu apartamento. Se você optar por morar em uma casa, não precisa se preocupar com esse gasto. Vale conferir o que está incluso nesse valor: portaria, gás, água, garagem, etc. Outra dica: converse com os seus vizinhos para descobrir se há previsão de reformas ou consertos no condomínio nos próximos meses, o que pode resultar em cobrança de chamada extra.

3. Água, luz, gás

Esses valores variam mensalmente conforme o seu uso. Informe-se com parentes e amigos sobre o custo mensal que eles têm e faça uma média do seu gasto, sempre arredondando para cima. Afinal, se faltar será um problema, mas se sobrar, melhor.

4. Telefone, internet, televisão à cabo

Escolha um pacote dentro das suas necessidades e coloque o valor mensal na tabela. Não esqueça de considerar o custo de instalação dos equipamentos, que geralmente estão incluídos nas primeiras mensalidades.

5. Móveis, eletrodomésticos e frete

Liste todos os móveis e eletrodomésticos que você precisará comprar para suprir as suas necessidades. Cama, geladeira, fogão, micro-ondas, etc. Não esqueça de acrescentar o valor do frete ou da entrega, afinal, você não terá como carregar uma cama nos ombros.

6. Reformas

Uma casa usada provavelmente precisará de reformas. Já uma casa nova precisará de colocação de piso, pintura e outros ajustes.

7. Supermercado

Nesse item, entram todas as compras relacionadas a alimentação e limpeza. Procure se informar com amigos que já moram sozinhos para ter uma noção dos gastos mensais com supermercado. Faça cálculos realísticos, sempre arredondando para cima.

8. IPTU

IPTU é o Imposto sobre Propriedade Territorial e Urbana e é aplicado sobre todos os imóveis e terrenos. Apesar de ser um valor alto, é cobrado anualmente e pode ser diluído nos seus gastos mensais. Para isso, considere guardar o valor mês a mês e não sentir o peso do imposto de uma única vez.

9. Gastos não relacionados à casa

Além de todos os gastos acima, você deve ter em mente que suas finanças não são direcionadas apenas à sua casa. Coloque na lista todos os seus outros gastos, como transporte, lazer, saúde, viagens, etc. Lembre-se que ao sair de casa você provavelmente terá que abdicar de muitas vantagens.

10. Reserva

Imprevistos acontecem e preços sobem. Por isso, é essencial que você acrescente uma reserva nos seus cálculos.

Agora que você sabe todos os custos de morar sozinho, é só colocar os números na ponta do lápis. Faça seu planejamento com calma e pense em mudanças futuras, não imediatas. Se você trocar a ideia do aluguel pelo consórcio, por exemplo, pode ter que esperar um pouco mais para sair de casa, mas você estará indo para a sua casa própria e poderá riscar o aluguel dos gastos. Venha conversar com nossos corretores para entender todos os passos do consórcio: www.hsconsorcios.com.br

Antes de escolher a sua casa nova, pense no seu pet

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Pet também é parte da família, né? Então nada mais justo que pensar nas necessidades dele antes de escolher a sua casa nova. Afinal, quem só traz alegrias para a sua vida não merece sofrer com um piso incômodo ou ser um problema para os vizinhos. Confira as preocupações que você deve ter para fazer seu amigo feliz na mudança:

1. Regras do condomínio. Se você está procurando um apartamento, precisa conhecer as regras relacionadas a animais. O condomínio aceita animais? Quais tipos? Eles podem ficar no chão nas áreas comuns? Podem entrar no elevador ou somente subir pelas escadas?

2. Piso. O piso errado pode ser um incômodo para você e para seu amiguinho. Ele pode arranhar facilmente ou estragar com umidade. Invista num piso pensado para o seu bichinho.

3. Tamanho. Animais pequenos se adaptam facilmente a qualquer ambiente, mas animais grandes precisam de espaço. Se você tiver um cachorro de porte grande, por exemplo, prefira casas ou apartamentos com varandas grandes, como terraços.

4. Segurança. Alguns bichinhos podem precisar de um cuidado a mais. Se você tiver um gato, por exemplo, precisa cuidar com andares altos. No caso de coelhos, as janelas não podem ser muito baixas para não haver o risco de ele pular para fora.

5. Vizinhança. Vizinhos que não gostam de animais podem ser uma dor de cabeça. Além disso, é preciso cuidar com os arredores da casa ou do apartamento. Ruas muito movimentadas podem ser um perigo para gatos que costumam ficar passeando durante o dia e ruas mal iluminadas podem limitar os passeios com seu cachorro à noite.

6. Veterinário/petshop. Se o seu bichinho precisa ir com determinada frequência ao veterinário ou à petshop, é bom garantir que tenha um local em que você confie por perto. Você não vai querer atravessar a cidade para levar seu cachorro para tomar banho toda semana, por exemplo.

Agora que você já sabe o que precisa pensar antes de comprar sua casa nova para levar seu amigo, faça seu consórcio de imóvel na HS Consórcios: www.hsconsorcios.com.br/consorcio/imoveis.

Consórcio como opção

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Entrevista retirada da revista Imovelclass, edição 127, de 22 de maio de 2016. (www.revistaimovelclass.com.br/web/pub/imovelclass)

Flexibilidade e liberdade para escolher o imóvel, parcelamento integral, diferentes prazos para pagar e baixo custo final são exemplos de vantagens que esse produto dispõe.

O consórcio é uma excelente alternativa para quem prefere esperar mais tempo para adquirir seu imóvel. Veja nesta entrevista com o especialista Paulo Roberto Rossi quais os benefícios desse produto e os cuidados a serem tomados ao contratar.

Que presença tem o segmento de consórcio de imóveis hoje no País?

Os dados relativos a 2015 mostram que a média nacional de participação dos consórcios nas vendas de imóveis foi de 16%, representando um aumento em relação ao ano anterior, quando o percentual chegou a 11,4%. No Rio Grande do Sul, em 2015 atingiu-se a média de 20,4%. Esses dados demonstram que o consórcio vem sendo gradualmente reconhecido pelos consumidores.

Quais são as vantagens do consórcio de imóveis?

Algumas são o parcelamento integral, a diversidade de prazos para pagamentos e o baixo custo final, além de comprar à vista com real poder de negociação e barganha quando da contemplação. De posse do crédito, o consorciado tem ainda ampla flexibilidade e liberdade de escolha do bem. Entre as vantagens financeiras estão a possibilidade de utilizar reserva para ofertar lance como custo de oportunidade, bem como o uso de até 10% do valor do crédito para fazer frente às despesas decorrentes da compra, como pagamento de tributos, seguros, registros cartoriais e transferências de propriedade.

Para quem o consórcio é a melhor opção?

Destina-se a pessoas que planejam seus investimentos e a aquisição de bens ou serviços a médio e longo prazos. É ideal para consumidores maduros, atentos à essência da educação financeira, que analisam a viabilidade do investimento e evitam a compra por impulso. O consorciado é aquele que procura não arcar com ônus decorrentes das taxas de juros, programando suas compras.

Quais são as dicas para quem pretende aderir ao consórcio?

Antes de assumir um compromisso, o consumidor deve atentar para alguns aspectos, como:

• Procurar uma administradora de consórcios autorizada pelo Banco Central do Brasil.

• Ler atentamente as cláusulas do contrato para conhecer direitos e obrigações.

• Verificar se o valor do crédito e o prazo de duração do grupo constam no contrato.

• Conferir os percentuais de contribuições (taxa de administração e, se houver, fundo de reserva e/ou seguro) e as demais despesas que serão cobradas.

• Certificar-se quanto ao critério de correção do crédito que será aplicado pela administradora e às garantias que deverão ser fornecidas para retirar o bem ao ser contemplado.

• Verificar as regras de contemplação por sorteio e lance, a forma de antecipação de pagamento de prestações e a possibilidade de optar por crédito de menor ou maior valor antes da contemplação.

• Certificar-se de que aquilo que foi prometido consta do contrato.

Como usar recursos do FGTS no consórcio de imóveis?

A possibilidade existe desde 1993, quando o trabalhador passou a poder usar seu saldo para complementar a carta de crédito. Em 2009, veio a permissão de utilizar o recurso para a amortização extraordinária ou liquidação de saldo devedor e ainda para o pagamento de parte do valor das prestações. No site da ABAC (www.abac.org.br) há uma cartilha que orienta como utilizar o FGTS para aquisição de imóveis por meio do consórcio.

Faça a simulação do melhor consórcio para você: www.hsconsorcios.com.br/simulador

Dilma sanciona novas regras para aposentadoria

Regra varia conforme a expectativa de vida da população brasileira.
Artigo que permitia a desaposentação, no entanto, foi vetado.

A presidente Dilma Rousseff sancionou e publicou no “Diário Oficial da União” a lei que institui nova regra para aposentadoria que varia progressivamente de acordo com a expectativa de vida da população brasileira. De acordo com o texto do DO, as novas regras entram em vigor nesta quinta-feira (5).

As novas regras já estavam incluídas em uma medida provisória editada pela presidente Dilma Rousseff como uma alternativa à regra 85/95, aprovada, em maio, pelo Congressox Nacional e que pôs fim ao fator previdenciário.

Foi vetado, no entanto, o artigo que autorizava a “desaposentadoria”, ou “desaposentação”, que é a possibilidade de o aposentado que continuou trabalhando fazer novo cálculo do benefício, tomando por base o novo período de contribuição e o valor dos salários.

A possibilidade da “desaposentadoria” foi incluída pela Câmara, por meio de uma emenda, e geraria rombo à Previdência Social de R$ 70 bilhões em 20 anos, segundo o governo. Na justificativa ao veto publicada nesta quinta-feira, o governo afirma que a medida “contraria os pilares do sistema previdenciário brasileiro, cujo financiamento é intergeracional e adota o regime de repartição simples”.

Nova fórmula de aposentadoria
A fórmula aprovada pelo Legislativo, na época, permitia aposentadoria integral quando a soma da idade e do tempo de contribuição atingisse 85, para as mulheres, e 95, para os homens.

A presidente Dilma Rousseff vetou esse cálculo, sob a justificativa de que aumentaria o rombo na Previdência Social, e editou a medida provisória com outras regras.

A lei sancionada pela presidente nesta quinta-feira (5) indica que a primeira alta na soma, de 85/95 para 86/96, será em 31 de dezembro de 2018. A partir daí, será adicionado um ponto no cálculo a cada dois anos.

Pontuação
Veja abaixo como fica a pontuação mínima para homens e mulheres, em cada dois anos, para receber 100% do benefício de aposentadoria:

- Em 31 de dezembro de 2018: 86 para mulheres e 96 para homens (acréscimo de 1 ponto na fórmula 95/85)

- Em 31 de dezembro de 2020: 87 para mulheres e 97 para homens (acréscimo de 2 pontos na fórmula 95/85)

- Em 31 de dezembro de 2022: 88 para mulheres e 98 para homens (acréscimo de 3 pontos na fórmula 95/85)

- Em 31 de dezembro de 2024: 89 para mulheres e 99 para homens (acréscimo de 4 pontos na fórmula 95/85)

- Em 31 de dezembro de 2026: 90 para mulheres e 100 para homens (acréscimo de 5 pontos na fórmula 95/85)

 

FONTE: G1

Sistema de Consórcios em setembro: dados econômicos

Ao atravessar diversos desafios impostos pela crise econômica, o consumidor brasileiro tem apertado o cinto e reavaliado gastos mensais, estabelecendo mudanças em condutas pessoais ou familiares. Diante da situação, o Sistema de Consórcios tem sido uma opção bastante procurada para adquirir bens ou contratar serviços de forma econômica e planejada, uma vez que a modalidade possibilita prazos mais longos e parcelas acessíveis ao bolso do consumidor.

 

Dados econômicos acumulados de janeiro a setembro deste ano mostram crescimento de 4,8% nas vendas de novas cotas no Sistema de Consórcios em relação a 2014. O total saltou de 1,67 milhão para 1,75 milhão, movimentando mais de R$ 65 bilhões. A média de vendas de novas cotas por dia útil foi 9,4 mil.

Com o balanço positivo, o número de participantes ativos consolidado do Sistema de Consórcios alcançou 7,15 milhões em setembro, 2,4% a mais do que no mesmo período de 2014. Os dois setores do mecanismo com mais adesões são os consórcios de imóveis e de veículos leves, com altas de 47% e 14,5%, respectivamente, na entrada de novos consorciados durante os nove primeiros meses deste ano, em relação ao mesmo período de 2014.

Confira, a seguir, um resumo do desempenho de cada setor no mês de setembro, com base em estimativas da Assessoria Econômica da ABAC. Os dados comparativos fazem referência ao período entre os meses de janeiro e setembro de 2014:

Consórcios de veículos leves: nos nove primeiros meses deste ano, o setor registrou crescimento de 8,3% no total de participantes ativos consolidados. Os demais indicadores também estiveram em alta, com exceção do tíquete médio que se manteve estável. O destaque foi o aumento de 14,5% na venda de novas cotas, com 14,6% de crescimento no total de créditos comercializados. Ao registrar potencial participação em 24,9% nas vendas do mercado interno, o setor disponibilizou créditos de quase R$ 16 bilhões para os diversos elos da cadeia produtiva do setor automobilístico.

Consórcios de imóveis: o acumulado de vendas de novas cotas apontou alta de 47%, entre janeiro e setembro deste ano, e 49,5% no volume de créditos comercializados. Com isso, o setor aproximou-se dos 800 mil participantes ativos consolidados em setembro deste ano, 3,8% acima do registrado no ano passado. Paralelamente, os indicadores de tíquete médio, contemplações e créditos disponibilizados também cresceram 1,2%, 2,7% e 7,3%, respectivamente.

Consórcios de motocicletas e motonetas: o setor das duas rodas encerrou os nove primeiros meses do ano com alta de 1,6% no total de contemplações. O volume acumulado indicou 61% de potencial participação da modalidade nas vendas do mercado interno e o número de créditos disponibilizados cresceu 11,8%. Já o número de participantes ativos consolidados, novas adesões e tíquete médio do mês estiveram em baixa de 4%, 8,6% e 20,2%, respectivamente.

Consórcios de veículos pesados: sem acompanhar a retração nas vendas de veículos pesados, o setor manteve o ritmo de alta no total de participantes ativos consolidados, com 4,6%. Os acumulados de novas adesões, créditos comercializados e tíquete médio cresceram 8,7%, 11,1% e 1,9%, respectivamente. Houve retração de 7,4% e de 5,4% em contemplações e créditos disponibilizados.

Consórcios de eletroeletrônicos e outros bens duráveis: sem uma possível reversão em curto prazo, a atual crise econômica segue provocando retração em praticamente todas as atividades.  No consórcio de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, diversos indicadores apresentaram baixa: – 10% nos acumulados de vendas de novas cotas, – 21% em contemplações, – 20,4% em volumes de participantes ativos consolidados, – 7,8% em créditos comercializados e – 12,5% em créditos disponibilizados. Porém, a alta de 4,2% no tíquete médio assinalou que as adesões têm mantido o valor dos créditos desejados pelos consorciados em R$ 5 mil.

Consórcios de serviços: Nos nove primeiros meses, apresentaram alta os seguintes indicadores: participantes ativos consolidados (35,4%), contemplações (39,5%), créditos disponibilizados (34,5%) e vendas de novas cotas (3,4%). Houve retração no tíquete médio (- 1,7%) e estabilidade em créditos comercializados.

Sistema de Consórcios em geral

Veja os números gerais do Sistema de Consórcios entre os meses de janeiro e setembro de 2015, em relação ao mesmo período do ano passado:

Participantes ativos consolidados (consorciados em grupos em andamento)

– 7,15 milhões (setembro/2015)

– Crescimento: 2,4%

Vendas de novas cotas (novos consorciados)

– 1,748 milhão (janeiro-setembro/2015)

– Crescimento: 4,4%

Volume de créditos comercializados

– R$ 65,14 bilhões (janeiro-setembro/2015)

– Crescimento: 18,4%

Tíquete médio geral (valor médio da cota no mês)

– R$ 38,7 mil (setembro/2015)

Crescimento: 9%

Contemplações (consorciados que tiveram a oportunidade de comprar bens)

– 1,06 milhão (janeiro-setembro/2015)

– Crescimento: 6%

Volume de créditos disponibilizados

– R$ 30,72 bilhões (janeiro-setembro/2015)

– Crescimento: 10,7%

 

Fonte ABAC

Atraso na parcela do consórcio: o que acontece?

Quando você participa de um grupo de consórcio e acontece de atrasar ou deixar de pagar uma prestação, temos as orientações para essas situações que podem esclarecer o que fazer.

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Após entrar para o consórcio, você vai escolher um plano com parcelas ideais de acordo com o seu estilo de vida. O Sistema não permite flexibilidade de valores e de tempo, mas todos nós sabemos que existem imprevistos que podem ocorrer.

A principal atitude a tomar depois que não ocorre o pagamento da parcela, é procurar sua administradora e tentar fazer um acordo. A empresa vai te ajudar nessa situação. E mesmo assim, se não tiver sido contemplado e por algum motivo não conseguir pagar as prestações, existe a possibilidade de ver com a administradora uma solução como optar por um bem ou serviço de menor valor. A prestação vai ficar menor e na mesma proporção do valor do bem ou serviço que você escolher. Uma outra saída é transferir sua cota para outra pessoa.

Em qualquer dívida temos que ser pontuais no pagamento, mas no consórcio o cuidado é redobrado, mesmo depois da contemplação e da aquisição do bem ou serviço. Sendo um grupo, cada participante interfere no grupo. Pois, cada participante do grupo depende da contribuição de todos os consorciados para cumprir o grande objetivo de receber o crédito.

Como segurança e direito dos demais participantes do grupo, o consorciado que estiver em atraso ou falta de pagamento:

  • Não poderá participar do sorteio e/ou lance, dependendo do que estiver acordado no contrato com a administradora;

  • Arcará com juros de 1% ao mês e multa de 2% sobre as parcelas não pagas, cujo valor será calculado sobre o preço atualizado do bem ou serviço;

  • Se já tiver sido contemplado, mas ainda não usado o crédito, poderá ter a contemplação cancelada por decisão da Assembleia Geral Ordinária;

  • Se já tiver a posse do bem ou a contratação do serviço, poderá ter as garantias fornecidas executadas pela administradora;

  • Se ainda não tiver sido contemplado, poderá ser excluído do grupo, conforme estabelecido no contrato. Neste caso, o consorciado continuará participando dos sorteios e a administradora devolverá a quantia paga ao fundo comum quando ele for contemplado. Do valor a ser restituído, poderá ser aplicada cláusula penal pela quebra de contrato;

  • Não poderá votar nas Assembleias Gerais Extraordinárias.

O mais importante é lembrar de perceber antes do prazo que não poderá pagar em dia suas prestações, procurar sua administradora com antecedência e explicar a situação para tentar um acordo.

Qualquer dúvida, você também pode entrar em contato e falar conosco. Estamos sempre aqui para ajudar.

 

Encontro Supervisão HS Consórcios

A HS Consórcios realizou nessa última quinta-feira(17), no Hotel Union, em Novo Hamburgo, a reunião para o último quadrimestre de 2015.  Estiveram presentes supervisores dos quatro estados em que a HS Consórcios atua. Além de discutir vendas e resultados, nossos colaboradores aproveitaram para trocar experiências sobre o que já foi feito esse ano, com foco nas novas estratégias que serão implementadas em 2016.

 

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Estrela Multifeira

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A HS Consórcios, junto com os Corretores da Zimmer Consórcios, estará presente no evento da Estrela Multifeira, que ocorre de 10 a 13 de setembro no porto da cidade.A Estrela Multifeira reúne o que Estrela e região tem de melhor na indústria, comércio, serviços e agronegócios, mostrando os setores que integram a economia e são fontes de renda e trabalho. Além de incentivar o turismo e o esporte, o evento visa proporcionar momentos de lazer, entretenimento e integração. Passando por lá, aproveite para tomar um chimarrão com a gente e conversar com nossos corretores sobre opções de consórcio!

10 motivos para fazer um consórcio

O Sistema de Consórcios é uma modalidade de acesso ao mercado de consumo baseado na união de pessoas físicas ou jurídicas. O objetivo dele é formar uma poupança comum, destinada à aquisição de bens móveis, imóveis e serviços por meio de um autofinanciamento.

Isso quer dizer que, nesse grupo, os consorciados contribuem juntos como uma parcela mensal e formam um fundo do qual todos eles, contemplados por sorteio ou lance, podem utilizar uma parte para adquirir um bem ou serviço.

Se você está pensando em adquirir determinado bem ou serviço, confira 10 motivos para fazer um consórcio:

 

1. Diversidade de planos

Pelo consórcio, antes de assinar um contrato com uma administradora autorizada pelo Banco Central, você define quanto precisa para comprar o bem ou contratar o serviço desejado, o valor da parcela que cabe no seu bolso e decide também em quanto tempo deseja pagar as mensalidades, ou seja, o tempo máximo para o recebimento da carta de crédito e a aquisição do bem ou serviço. Por isso, o consórcio é um mecanismo bastante flexível

2. Baixos custos

No Sistema de Consórcios não existem juros. Você paga taxa de administração, que é a remuneração da administradora pelos serviços prestados aos consorciados na formação, organização e administração do grupo de consórcios. Os valores dessa taxa variam entre as administradoras.

3. Parcelamento integral

No consórcio, o valor do bem ou serviço é dividido integralmente na quantidade de mensalidades pré-estabelecidas em contrato entre o consorciado e a administradora. Dessa forma, para iniciar um consórcio, você não precisa possuir grande parte do valor da compra.

4. Flexibilidade de uso do crédito

Quando é contemplado, o consorciado pode optar por adquirir qualquer bem ou serviço pertencente à categoria de seu grupo de consórcio. Ou seja, se você fizer um consórcio para adquirir automóvel, poderá usar o crédito contemplado para comprar qualquer tipo ou marca de veículo que desejar ou até mesmo adquirir aeronave, embarcação ou máquinas e equipamentos, já que esses bens móveis fazem parte da mesma categoria que o automóvel, de acordo com as regras do Banco Central.

5. Poder de compra à vista

A carta de crédito que você recebe ao ser contemplado por sorteio ou lance equivale à compra de um bem ou serviço à vista. Dessa forma, no momento da aquisição, você tem ainda o poder de barganha e de negociação para conseguir benefícios e melhores preços!

6. Valor do bem sempre atualizado

Para garantir que você tenha o poder de compra do bem ou do serviço desejado, no consórcio, o valor da carta de crédito é sempre atualizada. Isso é necessário, pois, como muitos grupos de consórcio podem durar alguns anos, o valor do bem ou do serviço pode variar para mais ou para menos no momento da contemplação. Dessa forma, as administradoras realizam os cálculos e atualizam o valor da carta de crédito de cada consorciado do grupo, reajustando o valor das parcelas.

É importante lembrar que os critérios para os reajustes da carta de crédito devem constar no contrato, variam entre os segmentos e também são diferentes entre as administradoras.

7. Possibilidade de antecipar a contemplação com lance

Além do sorteio mensal, você pode acelerar o recebimento da carta de crédito ofertando lances, que nada mais são do que a antecipação de prestações, diminuindo o prazo de pagamento ou o valor da parcela, conforme estabelecido em contrato.

8. Possibilidade de utilizar até 10% do crédito para despesas

Outro motivo para fazer o consórcio é poder pagar despesas relacionadas à aquisição do bem ou do serviço (como transferências de propriedade, tributos, registros cartoriais, instituições de registros e seguro) usando até 10% do valor total de crédito recebido na contemplação.

9. Estímulo ao consumo responsável

Ao fazer um consórcio, o consumidor planeja-se de acordo com parcelas que cabem no seu bolso. Dessa forma, a modalidade incentiva o consumidor a traçar seu orçamento mensal e a programar o uso dos recursos para a aquisição de bens e serviços, funcionando também como uma “blindagem” contra compras sem planejamento.

10. Formação ou ampliação de patrimônio pessoal, familiar ou empresarial

O planejamento é a essência do consórcio e também do sucesso financeiro. Por isso, a aquisição de cotas, de forma programada e dentro de suas possibilidades, pode representar uma facilidade para você programar seu futuro, o de sua família e até mesmo o da sua empresa, conquistando bens e ampliando seu patrimônio pessoal, familiar e empresarial. Afinal, com o consórcio, você pode programar a compra de sua casa própria, do carro novo da família ou até mesmo da sede da sua empresa.

Ficou interessado? Então confira também as orientações que separamos para quem deseja entrar para o Sistema de Consórcios!

Fonte: ABAC