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Mudanças na legislação de trânsito que você precisa conhecer

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Quem dirige sabe que é preciso estar sempre de olho na legislação de trânsito para não ser surpreendido com uma multa na caixa de correio. Por isso, separamos algumas das últimas mudanças na legislação que afetam quem já dirige e quem pretende fazer o consórcio do seu veículo na HS Consórcios. Descubra se você está por dentro das novas regras:

1. Farol baixo nas estradas durante o dia. Desde 8 de julho, os motoristas que não ligarem o farol de luz baixa na estrada mesmo durante o dia recebem uma multa de R$ 85,13 e quatro pontos na carteira. A lei gerou polêmica, mas já faz parte da legislação de vários outros países e comprovadamente diminuiu os acidentes de trânsito nas estradas.

2. Aumento no valor das multas. A partir de novembro, entra em vigor o reajuste de valores das multas. As mudanças acontecem assim: Infração leve – de R$ 53,20 para R$ 88,38 (aumento de 66%); Infração média – de R$ 85,13 para R$ 130,16 (aumento de 52%); Infração grave – de R$ 127,69 para R$ 195,23 (aumento de 52%); Infração gravíssima – de R$ 191,54 para R$ 293,47 (aumento de 53%). Isso sem contar os multiplicadores específicos de cada multa. No caso de disputa de racha, por exemplo, o valor fica em R$ 2.934,70.

3. Proibição de passageiros embriagados. O projeto de lei ainda não foi aprovado, mas se for, multará motoristas que conduzirem passageiros embriagados. Se você costuma ser o motorista da rodada, fique de olho para ver se essa proposta vai adiante.

4. Proibição de objetos dentro do carro. Os objetos que não forem transportados dentro do porta malas ou porta luvas podem gerar multa grave para os motoristas. O valor da multa é R$ 127,00, além de 5 pontos na carteira. A regra não é nova, além de não ser muito conhecida, mas é importantíssima para evitar acidentes.

5. Aulas com simulador. Agora quem inicia suas aulas de direção é obrigado a passar no mínimo 5h treinando com o simulador de trânsito, além das 16 aulas práticas diurnas e 4 aulas práticas noturnas.

Fique sempre ligado nas mudanças nas regras de trânsito. Além de evitar multas, você garante a sua seguranças e a dos outros motoristas. E quando for comprar seu carro novo, aproveite a segurança dos consórcios da HS Consórcios: www.hsconsorcios.com.br/consorcio/automoveis.

Como escolher o carro certo para você?

preview-full-2016.06.20_BLOG

Escolher o carro ideal para você pode não ser uma tarefa tão simples com tantas opções disponíveis no mercado. Decisões importantes devem ser tomadas antes que você se encante por um modelo que, futuramente, poderá dar mais trabalho do que alegrias. Pensando nisso, listamos algumas características que você deve levar em consideração na hora de escolher o seu novo veículo:

1. Tamanho. Pense em quem irá usar o carro junto com você e quanto espaço você costuma usar para objetos, como malas ou materiais relacionados à sua profissão. Isso vale tanto para o espaço interno quanto para o porta-malas.

2. Economia. É importante que o seu veículo seja econômico ou você preza mais pelo conforto e estilo?

3. Local de uso. Um carro esportivo pode não ser a melhor opção para quem dirige com frequência em estrada de chão, assim como uma caminhonete pode dar trabalho na cidade.

4. Itens adicionais. Seu carro é apenas um meio de transporte ou é o seu momento de ouvir rádio, sentir o vento através do teto solar, tranquilizar seus filhos com DVDs nos encostos dos bancos?

5. Nacionalidade. Nem todos os modelos possuem fábrica no Brasil, o que encarece a reposição de peças e a manutenção do veículo.

6. Valor. Esse é um dos primeiros itens que você leva em consideração, mas além do valor do carro é necessário pensar no valor do seguro, IPVA, revisão, manutenção.

7. Estilo. É claro que o seu estilo deve combinar com o estilo do seu carro. Afinal, quem vai usar ele é você. Conheça bem as opções do mercado antes de escolher.

Lembre-se de não tomar decisões no impulso. Um automóvel não é uma peça de roupa que você pode trocar caso não caiba, então é melhor verificar tudo o que ele terá para oferecer a você e à sua família pelos próximos anos. Independentemente do modelo que você escolher, o melhor negócio sempre será fazer o seu consórcio na HS Consórcios. www.hsconsorcios.com.br/consorcio/automoveis

Consórcio como opção

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Entrevista retirada da revista Imovelclass, edição 127, de 22 de maio de 2016. (www.revistaimovelclass.com.br/web/pub/imovelclass)

Flexibilidade e liberdade para escolher o imóvel, parcelamento integral, diferentes prazos para pagar e baixo custo final são exemplos de vantagens que esse produto dispõe.

O consórcio é uma excelente alternativa para quem prefere esperar mais tempo para adquirir seu imóvel. Veja nesta entrevista com o especialista Paulo Roberto Rossi quais os benefícios desse produto e os cuidados a serem tomados ao contratar.

Que presença tem o segmento de consórcio de imóveis hoje no País?

Os dados relativos a 2015 mostram que a média nacional de participação dos consórcios nas vendas de imóveis foi de 16%, representando um aumento em relação ao ano anterior, quando o percentual chegou a 11,4%. No Rio Grande do Sul, em 2015 atingiu-se a média de 20,4%. Esses dados demonstram que o consórcio vem sendo gradualmente reconhecido pelos consumidores.

Quais são as vantagens do consórcio de imóveis?

Algumas são o parcelamento integral, a diversidade de prazos para pagamentos e o baixo custo final, além de comprar à vista com real poder de negociação e barganha quando da contemplação. De posse do crédito, o consorciado tem ainda ampla flexibilidade e liberdade de escolha do bem. Entre as vantagens financeiras estão a possibilidade de utilizar reserva para ofertar lance como custo de oportunidade, bem como o uso de até 10% do valor do crédito para fazer frente às despesas decorrentes da compra, como pagamento de tributos, seguros, registros cartoriais e transferências de propriedade.

Para quem o consórcio é a melhor opção?

Destina-se a pessoas que planejam seus investimentos e a aquisição de bens ou serviços a médio e longo prazos. É ideal para consumidores maduros, atentos à essência da educação financeira, que analisam a viabilidade do investimento e evitam a compra por impulso. O consorciado é aquele que procura não arcar com ônus decorrentes das taxas de juros, programando suas compras.

Quais são as dicas para quem pretende aderir ao consórcio?

Antes de assumir um compromisso, o consumidor deve atentar para alguns aspectos, como:

• Procurar uma administradora de consórcios autorizada pelo Banco Central do Brasil.

• Ler atentamente as cláusulas do contrato para conhecer direitos e obrigações.

• Verificar se o valor do crédito e o prazo de duração do grupo constam no contrato.

• Conferir os percentuais de contribuições (taxa de administração e, se houver, fundo de reserva e/ou seguro) e as demais despesas que serão cobradas.

• Certificar-se quanto ao critério de correção do crédito que será aplicado pela administradora e às garantias que deverão ser fornecidas para retirar o bem ao ser contemplado.

• Verificar as regras de contemplação por sorteio e lance, a forma de antecipação de pagamento de prestações e a possibilidade de optar por crédito de menor ou maior valor antes da contemplação.

• Certificar-se de que aquilo que foi prometido consta do contrato.

Como usar recursos do FGTS no consórcio de imóveis?

A possibilidade existe desde 1993, quando o trabalhador passou a poder usar seu saldo para complementar a carta de crédito. Em 2009, veio a permissão de utilizar o recurso para a amortização extraordinária ou liquidação de saldo devedor e ainda para o pagamento de parte do valor das prestações. No site da ABAC (www.abac.org.br) há uma cartilha que orienta como utilizar o FGTS para aquisição de imóveis por meio do consórcio.

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Dilma sanciona novas regras para aposentadoria

Regra varia conforme a expectativa de vida da população brasileira.
Artigo que permitia a desaposentação, no entanto, foi vetado.

A presidente Dilma Rousseff sancionou e publicou no “Diário Oficial da União” a lei que institui nova regra para aposentadoria que varia progressivamente de acordo com a expectativa de vida da população brasileira. De acordo com o texto do DO, as novas regras entram em vigor nesta quinta-feira (5).

As novas regras já estavam incluídas em uma medida provisória editada pela presidente Dilma Rousseff como uma alternativa à regra 85/95, aprovada, em maio, pelo Congressox Nacional e que pôs fim ao fator previdenciário.

Foi vetado, no entanto, o artigo que autorizava a “desaposentadoria”, ou “desaposentação”, que é a possibilidade de o aposentado que continuou trabalhando fazer novo cálculo do benefício, tomando por base o novo período de contribuição e o valor dos salários.

A possibilidade da “desaposentadoria” foi incluída pela Câmara, por meio de uma emenda, e geraria rombo à Previdência Social de R$ 70 bilhões em 20 anos, segundo o governo. Na justificativa ao veto publicada nesta quinta-feira, o governo afirma que a medida “contraria os pilares do sistema previdenciário brasileiro, cujo financiamento é intergeracional e adota o regime de repartição simples”.

Nova fórmula de aposentadoria
A fórmula aprovada pelo Legislativo, na época, permitia aposentadoria integral quando a soma da idade e do tempo de contribuição atingisse 85, para as mulheres, e 95, para os homens.

A presidente Dilma Rousseff vetou esse cálculo, sob a justificativa de que aumentaria o rombo na Previdência Social, e editou a medida provisória com outras regras.

A lei sancionada pela presidente nesta quinta-feira (5) indica que a primeira alta na soma, de 85/95 para 86/96, será em 31 de dezembro de 2018. A partir daí, será adicionado um ponto no cálculo a cada dois anos.

Pontuação
Veja abaixo como fica a pontuação mínima para homens e mulheres, em cada dois anos, para receber 100% do benefício de aposentadoria:

- Em 31 de dezembro de 2018: 86 para mulheres e 96 para homens (acréscimo de 1 ponto na fórmula 95/85)

- Em 31 de dezembro de 2020: 87 para mulheres e 97 para homens (acréscimo de 2 pontos na fórmula 95/85)

- Em 31 de dezembro de 2022: 88 para mulheres e 98 para homens (acréscimo de 3 pontos na fórmula 95/85)

- Em 31 de dezembro de 2024: 89 para mulheres e 99 para homens (acréscimo de 4 pontos na fórmula 95/85)

- Em 31 de dezembro de 2026: 90 para mulheres e 100 para homens (acréscimo de 5 pontos na fórmula 95/85)

 

FONTE: G1

Sistema de Consórcios em agosto: dados econômicos

O Sistema de Consórcios atravessa um excelente momento. As vendas totais de novas cotas alcançaram 1,55 milhão, apontando um crescimento de 6,9%, no acumulado de janeiro a agosto deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Com essa evolução, o número de participantes ativos consolidado em agosto último chegou a 7,15 milhões, 3,5% a mais do que os 6,91 milhões registrados naquele mês de 2014.

Mais uma vez, os consórcios de imóveis e de veículos foram os grandes destaques do mecanismo. A venda de novas cotas de imóveis cresceu 46,5%, com total de 155,6 mil adesões, nos oito primeiros meses deste ano, contra as 106,2 mil anotadas nos mesmos meses do ano passado. No setor de veículos leves, que inclui automóveis, camionetas e utilitários, também foi observada alta na soma das vendas: de janeiro a agosto, foram comercializadas 626,5 mil cotas, um número 20,2% superior as 521 mil anteriores calculadas nos mesmos meses de 2014.

Confira, a seguir, um resumo do desempenho de cada setor no mês de agosto, com base em estimativas da Assessoria Econômica da ABAC. Os dados comparativos fazem referência ao período entre os meses de janeiro a agosto de 2014:

Consórcios de veículos leves: nos oito primeiros meses, apontou crescimento de mais de 13% no total de participantes ativos consolidados. Os demais indicadores setoriais também apresentaram alta, com destaque para a venda de novas contas e volume de créditos comercializados, ambos com mais de 20% de crescimento. E, ao registrar potencial participação em 24,6% nas vendas do mercado interno, o segmento disponibilizou créditos acima de R$ 14 bilhões para os diversos elos da cadeia produtiva do setor automobilístico.

Consórcios de imóveis: ao crescer mais de 46% no volume de vendas de novas cotas e quase 50% em créditos comercializados entre janeiro e agosto deste ano, o setor atingiu 792,5 mil participantes ativos consolidados em agosto de 2015, um número 3,6% maior do que o registrado em 2014. Os demais indicadores (tíquete médio, contemplações e créditos disponibilizados) também apresentaram alta, quando comparados a 2014.

Consórcios de motocicletas e motonetas: segundo maior em número de participantes ativos consolidados do Sistema de Consórcios, o setor fechou os oito meses do ano com alta de 12,2% de volume de créditos disponibilizados e de 1,8% no total de contemplações. O volume acumulado indicou 61,2% de potencial participação da modalidade nas vendas do mercado interno. Já o número de participantes ativos consolidados e as novas adesões registraram baixa de 3,3% e 8,4%.

Consórcios de veículos pesados: entre janeiro e agosto, o setor manteve o ritmo de alta no volume de participantes ativos consolidados, com 3,4%, apesar da retração na venda de veículos pesados, especialmente caminhões e implementos rodoviários. O acumulado de novas adesões, créditos comercializados e tíquete médio cresceram 9,4%, 11,6% e 1,4, respectivamente. Já o número de contemplações e créditos disponibilizados retraíram 7% e 5,4%.

Consórcios de eletrodomésticos e outros bens duráveis: considerando a atual crise econômica com retração em, praticamente, todos os segmentos, o setor tem presenciado seguidas reduções em seus indicadores, como os acumulados de vendas de novas cotas (-10,3%), de contemplações (-23,4%), além dos volumes de participantes ativos consolidados (-19,8%), créditos comercializados (-8,2%) e disponibilizados (-14,3%). Porém, a ligeira alta no tíquete médio (+2,1%) assinala que as adesões têm mantido o valor dos créditos, próximo aos R$ 5 mil.

Consórcios de serviços: enquanto três indicadores desse setor apontaram alta – participantes ativos consolidados (33,3%), contemplações (39,2%) e créditos disponibilizados (34,1%) –, dois apontaram retração – vendas de novas cotas (-8,9%) e volume de créditos comercializados (-12,4%) – e um permaneceu estável – tíquete médio – durante os oito meses deste ano. Com quase 30 mil participantes, o sucesso da modalidade é devido, especialmente, à multiplicidade de usos e finalidades do crédito no momento das contemplações.

Sistema de Consórcios em geral

Veja os números gerais do Sistema de Consórcios entre os meses de janeiro e agosto de 2015, em relação ao mesmo período do ano passado:

Participantes ativos consolidados (em grupos em andamento)

– 7,15 (agosto/2015)

Crescimento: 3,5%

Vendas de novas cotas (novos consorciados)

– 1,5 milhão (janeiro-agosto/2015)

Crescimento: 6,9%

Volume de créditos comercializados

– R$ 57,31 bilhões (janeiro-agosto/2015)

Crescimento: 21,3%

Tíquete médio geral (valor médio da cota no mês)

– R$ 36,2 mil (agosto/2015)

Crescimento: 8,4%

Contemplações (consorciados que tiveram a oportunidade de comprar bens)

– 948,1 mil (janeiro-agosto/2015)

Crescimento: 6,7%

Volume de créditos disponibilizados

– R$ 27,31 bilhões (janeiro-julho/2015)

Crescimento: 11,6%

 

FONTE: ABAC

Consórcio de carros e imóveis cresce com restrição ao crédito nos bancos

Em meio ao aumento das restrições para o crédito nos bancos, os consórcios de veículos e imóveis registram expansão na adesão em 2015.

De janeiro a agosto, a venda de novas cotas imobiliárias cresceu 46,5% na comparação com o mesmo período do ano passado, para 155,6 mil, de acordo com dados da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios). No caso de veículos leves, a expansão foi de 20,3% (625,5 mil novas cotas).

A crise econômica e o aumento da inadimplência tornaram as instituições financeiras mais conservadoras na hora de conceder crédito. A Caixa Econômica Federal, líder no financiamento imobiliário à pessoa física, subiu os juros três vezes neste ano.

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Com o aumento na procura, a participação potencial dos consórcios no total de compras de veículos e imóveis cresceu no primeiro semestre.

Para Vitor Bonvino, presidente nacional da Abac, o ganho não pode ser explicado só pela redução nos financiamentos. “Pode haver uma migração, em princípio, mas o mecanismo do consórcio é muito diferente. Não são operações comparáveis”, diz.

Na sua avaliação, a modalidade se beneficia do aumento da educação financeira. Mas também pode sofrer se a deterioração econômica continuar.

JUROS

Diferentemente do financiamento, no consórcio o participante não paga juros, mas precisa arcar com os custos da taxa de administração. As parcelas ainda são corrigidas anualmente pela inflação –portanto, aumentam ao longo do tempo–, assim como o dinheiro da contemplação.

A diferença de custo foi o fator decisivo para a consultora de moda Karine Souza, 30, ao avaliar as opções para quitar um imóvel comprado na planta há dois anos. “Os juros subiram e, ao fazer as simulações, percebi que a parcela do consórcio sairia mais barata”, diz.

Souza comprou a cota do consórcio em maio e, por sorte, foi contemplada já em julho –o pagamento será feito em novembro. Mas, segundo Prata, do Canal do Crédito, a modalidade não é indicada para casos como o dela. “Consórcio não serve para quem quer crédito rápido”, afirma.

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A variação no preço do imóvel no período do consórcio é outro ponto a ser observado. Se houver valorização acima da inflação, a modalidade deixa de valer a pena.

Para adiantar a contemplação, existem duas formas: os lances e os sorteios, que acontecem em todas as assembleias do grupo.

Para veículos, o valor necessário varia, em média, entre 20% e 30% do preço do carro, diz Bonvino.

No caso de imóveis, o lance costuma ser ainda maior, mas o trabalhador pode contar com o reforço do saldo acumulado no FGTS.

Fonte: Folha Online – 19/10/2015

Conheça melhor a história do consórcio

O Sistema de Consórcios tem ajudado mais de 7,15 milhões de brasileiros a realizar sonhos de adquirir bens ou serviços e formar patrimônio. Com uma história de mais de 50 anos, a modalidade também tem contribuído com benefícios para a economia do Brasil, movimentando diversos setores e minimizando os desafios econômicos do País.

A história começou na década de 60, aqui mesmo, no Brasil, em uma época marcada pela escassez de crédito ao consumidor. De acordo com o economista e ex-ministro da fazenda, Maílson da Nóbrega – que assina o prefácio do livro A Excelência do Consórcio – A Legislação em Benefício do Sistema, lançado recentemente pela ABAC –, “a ideia [de reunir pessoas em um grupo para formar uma poupança em comum e adquirir um bem] foi posta em prática por um grupo de pioneiros pertencentes a uma comunidade bem organizada, a dos funcionários do Banco do Brasil. Foi em Brasília que surgiu o primeiro consórcio, então voltado para a compra de automóveis leves”. Pouco tempo depois, em um cenário sem qualquer regulamentação, nasciam outros grupos e empresas para administrá-los.

Com o desenvolvimento do consórcio surgiu a necessidade de se criar uma entidade que representasse, perante o poder público, os interesses das inúmeras empresas de consórcios que despontavam por todo país. Por isso, em 20 de junho de 1967 foi criada a ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) e, anos depois, foi fundada a APACESP (Associação Profissional dos Administradores de Consórcios no Estado de São Paulo), que deu origem ao atual SINAC (Sindicato Nacional dos Administradores de Consórcio).

Mais credibilidade e segurança

O impacto positivo nas vendas de veículos leves mostrou a possibilidade da utilização do consórcio para outros segmentos de veículos automotores, como os pesados. Assim, em meados da década de 60, surgiram os primeiros grupos de consórcios de caminhões.

Em 1971, foi editada a Lei 5.768 que, embora não tratasse exclusivamente de consórcio, regulamentou o Sistema, definindo o Ministério da Fazenda como a autoridade responsável pela normatização e fiscalização do segmento.

Foi no final da década de 70, que surgiram os primeiros grupos de motocicletas e de eletroeletrônico, que foram impulsionados com a instalação das indústrias de destes segmentos no país, no início dos anos 80.

Em 1991, com e edição da Lei n° 8.177, o Banco Central do Brasil passou a fiscalizar e regulamentar as operações de consórcios. Com uma presença cada vez mais expressiva em vários segmentos, essa década foi marcada pelo início do consórcio imobiliário e de serviços, que iniciou com a constituição de grupos referenciados em bilhetes de passagens aéreas, no ano de 1993.

Nos anos seguintes, o Sistema começou uma grande luta para elaborar e aprovar a Lei que, em 8 de outubro de 2008, tornou-se um dos principais marcos do Sistema, a Lei Federal n. 11.795, conhecida como Lei do Consórcio. “A aprovação ajudou a desencadear um momento extremamente positivo para os consórcios, trazendo segurança jurídica aos empresários e consorciados e clareza ao Sistema, o que favoreceu também na maior confiabilidade dos clientes e dos órgãos públicos”, afirma Edna Maria Honorato, vice-presidente do Conselho Nacional da ABAC/SINAC.

Consolidação

Mesmo com a recente aprovação da Lei do Consórcio, os efeitos positivos que ela vem representando podem ser nitidamente observados na evolução do Sistema nos últimos anos, um crescimento que pode ser creditado graças ao aumento da confiabilidade no Sistema e ao momento econômico de diminuição de créditos disponíveis para o financiamento de veículos leves e motos.

Assim, da total informalidade em seus primórdios, o consórcio passou por diversas transformações, sendo, hoje, parte integrante do sistema financeiro nacional, respondendo pela administração de mais de 3% de todo o PIB e com muito prestígio junto à sociedade. Além disso, o Consórcio atingiu a marca de 7,15 milhões de participantes ativos e, por meio, é possível adquirir uma infinidade de produtos e serviços, como: automóveis, caminhões, motos, imóveis, tratores, eletrônicos, máquinas e equipamentos e serviços.

“Ano após ano, estamos batendo nossos próprios recordes, e temos a perspectiva de, com o bônus demográfico que se anuncia para 2020, atingirmos uma enorme massa de consumidores já existentes. Com foco na disseminação da educação financeira e no estabelecimento de cada vez mais parcerias, estamos prontos para colher um crescimento ainda maior”, declara Vitor Cesar Bonvino, presidente do Conselho Nacional da ABAC/SINAC.

 

Fonte: ABAC

Como usar o crédito ao ser contemplado

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Aquele momento tão esperado chegou para quem participa de um grupo de consórcio: finalmente usar o crédito. Quando um consorciado é contemplado por sorteio ou lance, ou seja, o seu crédito.

Agora você tem poder para realizar o sonho de conquistar um bem ou serviço. Existem diversas vantagens do consórcio, além de pagar à vista e, ter a chance de obter bons descontos com negociações, e uma das mais almejadas a oportunidade de escolher qualquer bem da categoria do seu grupo de consórcio.

O crédito contemplado é muito simples de usar, algumas dúvidas frequente dos consumidores sobre como usar:

1) O que posso comprar com o meu crédito contemplado?

Quando for contemplado por sorteio ou lance no consórcio, o crédito pode ser usado para comprar qualquer bem do seu grupo de consórcio.

2) O que acontece se eu comprar um bem com preço inferior ao valor da minha carta de crédito?

Quando acontece do bem que você desejar for menor que o valor recebido pela contemplação, o valor da diferença pode ser usada a seu critério, dessa forma:

I – Pagamento de despesas (transferências de propriedade, tributos, registros cartoriais, instituições de registros e seguro) relacionadas à aquisição do bem ou do serviço, usando até 10% do valor total de crédito recebido na contemplação;

II – Quitação de prestações do consórcio, conforme estabelecido em contrato;

III – Recebimento da diferença em espécie, desde que suas obrigações financeiras para com o grupo e administradora estejam totalmente quitadas.

3) E se o preço do bem for maior do que o valor do meu crédito?

Quando a situação for do bem ter o valor maior, você pode acrescentar o valor do bem com recursos próprios.

4) Eu preciso apresentar garantias para adquirir o bem desejado?

A ideia do consórcio é unir pessoas em um grupo e dessa forma formar uma poupança única, todos os participantes podem usar uma parte para comprar um bem, é válido lembrar que cada consorciado seja pontual com seu pagamento, mesmo depois de ser contemplado.

Uma das formas para manter a segurança e o direito de compra de todos os participantes do grupo que é feito pela administradora, como regra geral, é como garantia o próprio bem adquirido com o consórcio. Por exemplo, se você comprar um carro com o consórcio, tem que usar o próprio veículo como garantia.

Já o consórcio imobiliário, a garantia é o próprio imóvel, sendo ele adquirido com o consórcio ou com outro imóvel do consorciado.

O crédito contemplado é muito simples de usar, entre em contato com a HS Consórcios mais próxima e vá atrás dos seus sonhos com o sistema de consórcios.

Eventos HS Consórcios!

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No mês de outubro a HS Consórcios estará presentes em diversos eventos, e nesses próximos dias estará presente nos seguintes locais:  No Rio Grande do Sul, na Oktoberfest Santa Cruz do Sul (7/10 a 18/10), na Expojuc em Júlio de Castilhos (8/10 a 11/10), na Fecoarti Santiago (8/10 a 12/10), no 31º Encontro Estadual de Hortigranjeiros em Santa Rosa (8/10 a 12/10), na Volksfest Portão (8/10 a 12/10) e na ExpoIjuí Fenadi em Ijuí (9/10 a 19/10). Também marcaremos presença na EXPOESTE em Chapecó- SC (8/10 a 12/10) e na ExpoToledo [PÁGINA OFICIAL] em Toledo-PR (8/10 a 12/10).

Venha fazer uma visita em nosso espaço na feira mais perto de você!