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Por que é um bom momento para fazer um consórcio de imóvel

2016.04.19_HS_Valorize_Seu_Tempo3

O consórcio é a melhor opção para quem deseja adquirir bens de valor mais alto (casa, carro), mas prefere não direcionar uma parte muito grande da renda nesse investimento, além de saber quanto vai gastar do início ao fim. Por isso, sempre é um bom momento pra começar esse tipo de investimento.

Porém, atualmente o mercado está apresentando as condições ainda mais favoráveis para que você opte pelo consórcio, em vez de outros. Sabe por quê?

O motivo principal é a elevação da taxa de juros de financiamento da Caixa Federal, que encareceu no mês passado e tornou as condições dos financiamentos ainda menos vantajosas. No consórcio, por outro lado, não são cobrados juros, apenas taxas administrativas estabelecidas no início do contrato.

Além disso, recentemente a Caixa modificou também o limite de financiamento, percentual que tem oscilado nos últimos anos. Hoje, o teto para imóveis usados é de 70% para trabalhadores privados e de 80% para servidores públicos.

Já quem opta pelo consórcio pode parcelar o valor integral, em parcelas fixas, sem precisar dar entrada. Outra vantagem é que você ainda pode usar uma parte do valor investido para cobrir os custos dos impostos e taxas necessários para passar o imóvel para o seu nome. 

Em resumo, se o consórcio de imóveis já é vantajoso por si só, neste momento é a melhor opção de investimento disponível no mercado. Que tal fazer uma simulação e começar agora o seu? http://www.hsconsorcios.com.br/consorcio/imoveis

5 motivos para fazer um consórcio

2016.04.11_BLOG

Se listássemos todas as razões pelas quais você deveria começar um consórcio agora, escreveríamos um livro! Pra facilitar, resolvemos separar 5 dos principais motivos que tornam um investimento com a HS Consórcios a melhor opção pra você – e pro seu bolso!

Confira:

Parcelamento integral – No consórcio, você não precisa juntar dinheiro pra dar entrada no investimento. O valor integral do produto será parcelado e você pode escolher planos de pagamento em que as parcelas caibam no seu orçamento mensal. Simples, né?!

Meia-parcela – Esse é um benefício exclusivo da HS Consórcios, que pode ser determinante na hora de decidir investir em um novo bem. Neste plano, você pode optar por pagar apenas metade do valor das mensalidade até ser contemplado. Assim, você só precisa investir um valor maior todo mês após estar desfrutando do carro novo ou da casa própria.

Liberdade com a Carta de Crédito – Após ser contemplado, você pode optar pela forma mais conveniente de utilizar a Carta de Crédito. Você pode usar o valor investido no consórcio de um imóvel, por exemplo, como uma alternativa à poupança, ou como uma aposentadoria programada.

Flexibilidade na contemplação – O consórcio geralmente é um investimento de longo prazo, ideal pra quem deseja adquirir um bem, mas sem pagar parcelas muito pesadas. Ao mesmo tempo, se o consorciado deseja antecipar a Carta de Crédito, além dos sorteios mensais, tem ainda a possibilidade de dar um lance e ser contemplado antes.

Uso do crédito para despesas com o produto – Sabia que o processo de aquisição de um imóvel tem vários custos, além do próprio bem? Uma das vantagens do consórcio é que você pode utilizar uma parte do crédito investido nessas despesas burocráticas.

Viu? Não faltam motivos pra investir nos seus sonhos através de um consórcio com a gente. Comece agora!

Dilma sanciona novas regras para aposentadoria

Regra varia conforme a expectativa de vida da população brasileira.
Artigo que permitia a desaposentação, no entanto, foi vetado.

A presidente Dilma Rousseff sancionou e publicou no “Diário Oficial da União” a lei que institui nova regra para aposentadoria que varia progressivamente de acordo com a expectativa de vida da população brasileira. De acordo com o texto do DO, as novas regras entram em vigor nesta quinta-feira (5).

As novas regras já estavam incluídas em uma medida provisória editada pela presidente Dilma Rousseff como uma alternativa à regra 85/95, aprovada, em maio, pelo Congressox Nacional e que pôs fim ao fator previdenciário.

Foi vetado, no entanto, o artigo que autorizava a “desaposentadoria”, ou “desaposentação”, que é a possibilidade de o aposentado que continuou trabalhando fazer novo cálculo do benefício, tomando por base o novo período de contribuição e o valor dos salários.

A possibilidade da “desaposentadoria” foi incluída pela Câmara, por meio de uma emenda, e geraria rombo à Previdência Social de R$ 70 bilhões em 20 anos, segundo o governo. Na justificativa ao veto publicada nesta quinta-feira, o governo afirma que a medida “contraria os pilares do sistema previdenciário brasileiro, cujo financiamento é intergeracional e adota o regime de repartição simples”.

Nova fórmula de aposentadoria
A fórmula aprovada pelo Legislativo, na época, permitia aposentadoria integral quando a soma da idade e do tempo de contribuição atingisse 85, para as mulheres, e 95, para os homens.

A presidente Dilma Rousseff vetou esse cálculo, sob a justificativa de que aumentaria o rombo na Previdência Social, e editou a medida provisória com outras regras.

A lei sancionada pela presidente nesta quinta-feira (5) indica que a primeira alta na soma, de 85/95 para 86/96, será em 31 de dezembro de 2018. A partir daí, será adicionado um ponto no cálculo a cada dois anos.

Pontuação
Veja abaixo como fica a pontuação mínima para homens e mulheres, em cada dois anos, para receber 100% do benefício de aposentadoria:

- Em 31 de dezembro de 2018: 86 para mulheres e 96 para homens (acréscimo de 1 ponto na fórmula 95/85)

- Em 31 de dezembro de 2020: 87 para mulheres e 97 para homens (acréscimo de 2 pontos na fórmula 95/85)

- Em 31 de dezembro de 2022: 88 para mulheres e 98 para homens (acréscimo de 3 pontos na fórmula 95/85)

- Em 31 de dezembro de 2024: 89 para mulheres e 99 para homens (acréscimo de 4 pontos na fórmula 95/85)

- Em 31 de dezembro de 2026: 90 para mulheres e 100 para homens (acréscimo de 5 pontos na fórmula 95/85)

 

FONTE: G1

Sistema de Consórcios em setembro: dados econômicos

Ao atravessar diversos desafios impostos pela crise econômica, o consumidor brasileiro tem apertado o cinto e reavaliado gastos mensais, estabelecendo mudanças em condutas pessoais ou familiares. Diante da situação, o Sistema de Consórcios tem sido uma opção bastante procurada para adquirir bens ou contratar serviços de forma econômica e planejada, uma vez que a modalidade possibilita prazos mais longos e parcelas acessíveis ao bolso do consumidor.

 

Dados econômicos acumulados de janeiro a setembro deste ano mostram crescimento de 4,8% nas vendas de novas cotas no Sistema de Consórcios em relação a 2014. O total saltou de 1,67 milhão para 1,75 milhão, movimentando mais de R$ 65 bilhões. A média de vendas de novas cotas por dia útil foi 9,4 mil.

Com o balanço positivo, o número de participantes ativos consolidado do Sistema de Consórcios alcançou 7,15 milhões em setembro, 2,4% a mais do que no mesmo período de 2014. Os dois setores do mecanismo com mais adesões são os consórcios de imóveis e de veículos leves, com altas de 47% e 14,5%, respectivamente, na entrada de novos consorciados durante os nove primeiros meses deste ano, em relação ao mesmo período de 2014.

Confira, a seguir, um resumo do desempenho de cada setor no mês de setembro, com base em estimativas da Assessoria Econômica da ABAC. Os dados comparativos fazem referência ao período entre os meses de janeiro e setembro de 2014:

Consórcios de veículos leves: nos nove primeiros meses deste ano, o setor registrou crescimento de 8,3% no total de participantes ativos consolidados. Os demais indicadores também estiveram em alta, com exceção do tíquete médio que se manteve estável. O destaque foi o aumento de 14,5% na venda de novas cotas, com 14,6% de crescimento no total de créditos comercializados. Ao registrar potencial participação em 24,9% nas vendas do mercado interno, o setor disponibilizou créditos de quase R$ 16 bilhões para os diversos elos da cadeia produtiva do setor automobilístico.

Consórcios de imóveis: o acumulado de vendas de novas cotas apontou alta de 47%, entre janeiro e setembro deste ano, e 49,5% no volume de créditos comercializados. Com isso, o setor aproximou-se dos 800 mil participantes ativos consolidados em setembro deste ano, 3,8% acima do registrado no ano passado. Paralelamente, os indicadores de tíquete médio, contemplações e créditos disponibilizados também cresceram 1,2%, 2,7% e 7,3%, respectivamente.

Consórcios de motocicletas e motonetas: o setor das duas rodas encerrou os nove primeiros meses do ano com alta de 1,6% no total de contemplações. O volume acumulado indicou 61% de potencial participação da modalidade nas vendas do mercado interno e o número de créditos disponibilizados cresceu 11,8%. Já o número de participantes ativos consolidados, novas adesões e tíquete médio do mês estiveram em baixa de 4%, 8,6% e 20,2%, respectivamente.

Consórcios de veículos pesados: sem acompanhar a retração nas vendas de veículos pesados, o setor manteve o ritmo de alta no total de participantes ativos consolidados, com 4,6%. Os acumulados de novas adesões, créditos comercializados e tíquete médio cresceram 8,7%, 11,1% e 1,9%, respectivamente. Houve retração de 7,4% e de 5,4% em contemplações e créditos disponibilizados.

Consórcios de eletroeletrônicos e outros bens duráveis: sem uma possível reversão em curto prazo, a atual crise econômica segue provocando retração em praticamente todas as atividades.  No consórcio de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, diversos indicadores apresentaram baixa: – 10% nos acumulados de vendas de novas cotas, – 21% em contemplações, – 20,4% em volumes de participantes ativos consolidados, – 7,8% em créditos comercializados e – 12,5% em créditos disponibilizados. Porém, a alta de 4,2% no tíquete médio assinalou que as adesões têm mantido o valor dos créditos desejados pelos consorciados em R$ 5 mil.

Consórcios de serviços: Nos nove primeiros meses, apresentaram alta os seguintes indicadores: participantes ativos consolidados (35,4%), contemplações (39,5%), créditos disponibilizados (34,5%) e vendas de novas cotas (3,4%). Houve retração no tíquete médio (- 1,7%) e estabilidade em créditos comercializados.

Sistema de Consórcios em geral

Veja os números gerais do Sistema de Consórcios entre os meses de janeiro e setembro de 2015, em relação ao mesmo período do ano passado:

Participantes ativos consolidados (consorciados em grupos em andamento)

– 7,15 milhões (setembro/2015)

– Crescimento: 2,4%

Vendas de novas cotas (novos consorciados)

– 1,748 milhão (janeiro-setembro/2015)

– Crescimento: 4,4%

Volume de créditos comercializados

– R$ 65,14 bilhões (janeiro-setembro/2015)

– Crescimento: 18,4%

Tíquete médio geral (valor médio da cota no mês)

– R$ 38,7 mil (setembro/2015)

Crescimento: 9%

Contemplações (consorciados que tiveram a oportunidade de comprar bens)

– 1,06 milhão (janeiro-setembro/2015)

– Crescimento: 6%

Volume de créditos disponibilizados

– R$ 30,72 bilhões (janeiro-setembro/2015)

– Crescimento: 10,7%

 

Fonte ABAC

Sistema de Consórcios em agosto: dados econômicos

O Sistema de Consórcios atravessa um excelente momento. As vendas totais de novas cotas alcançaram 1,55 milhão, apontando um crescimento de 6,9%, no acumulado de janeiro a agosto deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Com essa evolução, o número de participantes ativos consolidado em agosto último chegou a 7,15 milhões, 3,5% a mais do que os 6,91 milhões registrados naquele mês de 2014.

Mais uma vez, os consórcios de imóveis e de veículos foram os grandes destaques do mecanismo. A venda de novas cotas de imóveis cresceu 46,5%, com total de 155,6 mil adesões, nos oito primeiros meses deste ano, contra as 106,2 mil anotadas nos mesmos meses do ano passado. No setor de veículos leves, que inclui automóveis, camionetas e utilitários, também foi observada alta na soma das vendas: de janeiro a agosto, foram comercializadas 626,5 mil cotas, um número 20,2% superior as 521 mil anteriores calculadas nos mesmos meses de 2014.

Confira, a seguir, um resumo do desempenho de cada setor no mês de agosto, com base em estimativas da Assessoria Econômica da ABAC. Os dados comparativos fazem referência ao período entre os meses de janeiro a agosto de 2014:

Consórcios de veículos leves: nos oito primeiros meses, apontou crescimento de mais de 13% no total de participantes ativos consolidados. Os demais indicadores setoriais também apresentaram alta, com destaque para a venda de novas contas e volume de créditos comercializados, ambos com mais de 20% de crescimento. E, ao registrar potencial participação em 24,6% nas vendas do mercado interno, o segmento disponibilizou créditos acima de R$ 14 bilhões para os diversos elos da cadeia produtiva do setor automobilístico.

Consórcios de imóveis: ao crescer mais de 46% no volume de vendas de novas cotas e quase 50% em créditos comercializados entre janeiro e agosto deste ano, o setor atingiu 792,5 mil participantes ativos consolidados em agosto de 2015, um número 3,6% maior do que o registrado em 2014. Os demais indicadores (tíquete médio, contemplações e créditos disponibilizados) também apresentaram alta, quando comparados a 2014.

Consórcios de motocicletas e motonetas: segundo maior em número de participantes ativos consolidados do Sistema de Consórcios, o setor fechou os oito meses do ano com alta de 12,2% de volume de créditos disponibilizados e de 1,8% no total de contemplações. O volume acumulado indicou 61,2% de potencial participação da modalidade nas vendas do mercado interno. Já o número de participantes ativos consolidados e as novas adesões registraram baixa de 3,3% e 8,4%.

Consórcios de veículos pesados: entre janeiro e agosto, o setor manteve o ritmo de alta no volume de participantes ativos consolidados, com 3,4%, apesar da retração na venda de veículos pesados, especialmente caminhões e implementos rodoviários. O acumulado de novas adesões, créditos comercializados e tíquete médio cresceram 9,4%, 11,6% e 1,4, respectivamente. Já o número de contemplações e créditos disponibilizados retraíram 7% e 5,4%.

Consórcios de eletrodomésticos e outros bens duráveis: considerando a atual crise econômica com retração em, praticamente, todos os segmentos, o setor tem presenciado seguidas reduções em seus indicadores, como os acumulados de vendas de novas cotas (-10,3%), de contemplações (-23,4%), além dos volumes de participantes ativos consolidados (-19,8%), créditos comercializados (-8,2%) e disponibilizados (-14,3%). Porém, a ligeira alta no tíquete médio (+2,1%) assinala que as adesões têm mantido o valor dos créditos, próximo aos R$ 5 mil.

Consórcios de serviços: enquanto três indicadores desse setor apontaram alta – participantes ativos consolidados (33,3%), contemplações (39,2%) e créditos disponibilizados (34,1%) –, dois apontaram retração – vendas de novas cotas (-8,9%) e volume de créditos comercializados (-12,4%) – e um permaneceu estável – tíquete médio – durante os oito meses deste ano. Com quase 30 mil participantes, o sucesso da modalidade é devido, especialmente, à multiplicidade de usos e finalidades do crédito no momento das contemplações.

Sistema de Consórcios em geral

Veja os números gerais do Sistema de Consórcios entre os meses de janeiro e agosto de 2015, em relação ao mesmo período do ano passado:

Participantes ativos consolidados (em grupos em andamento)

– 7,15 (agosto/2015)

Crescimento: 3,5%

Vendas de novas cotas (novos consorciados)

– 1,5 milhão (janeiro-agosto/2015)

Crescimento: 6,9%

Volume de créditos comercializados

– R$ 57,31 bilhões (janeiro-agosto/2015)

Crescimento: 21,3%

Tíquete médio geral (valor médio da cota no mês)

– R$ 36,2 mil (agosto/2015)

Crescimento: 8,4%

Contemplações (consorciados que tiveram a oportunidade de comprar bens)

– 948,1 mil (janeiro-agosto/2015)

Crescimento: 6,7%

Volume de créditos disponibilizados

– R$ 27,31 bilhões (janeiro-julho/2015)

Crescimento: 11,6%

 

FONTE: ABAC

Eventos HS Consórcios

Eventos

Essa semana a HS Consórcios está presente em mais dois eventos no estado do RS. De 22 a 25 de outubro, estamos presentes no 9º Salão do Imóvel RS, no Iguatemi Porto Alegre, e no Salão Do Imóvel Assimob, em Caxias do Sul. Não deixe de visitar as feiras e passar nos espaços que teremos por lá. Te esperamos!

 

 

Consórcio de carros e imóveis cresce com restrição ao crédito nos bancos

Em meio ao aumento das restrições para o crédito nos bancos, os consórcios de veículos e imóveis registram expansão na adesão em 2015.

De janeiro a agosto, a venda de novas cotas imobiliárias cresceu 46,5% na comparação com o mesmo período do ano passado, para 155,6 mil, de acordo com dados da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios). No caso de veículos leves, a expansão foi de 20,3% (625,5 mil novas cotas).

A crise econômica e o aumento da inadimplência tornaram as instituições financeiras mais conservadoras na hora de conceder crédito. A Caixa Econômica Federal, líder no financiamento imobiliário à pessoa física, subiu os juros três vezes neste ano.

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Com o aumento na procura, a participação potencial dos consórcios no total de compras de veículos e imóveis cresceu no primeiro semestre.

Para Vitor Bonvino, presidente nacional da Abac, o ganho não pode ser explicado só pela redução nos financiamentos. “Pode haver uma migração, em princípio, mas o mecanismo do consórcio é muito diferente. Não são operações comparáveis”, diz.

Na sua avaliação, a modalidade se beneficia do aumento da educação financeira. Mas também pode sofrer se a deterioração econômica continuar.

JUROS

Diferentemente do financiamento, no consórcio o participante não paga juros, mas precisa arcar com os custos da taxa de administração. As parcelas ainda são corrigidas anualmente pela inflação –portanto, aumentam ao longo do tempo–, assim como o dinheiro da contemplação.

A diferença de custo foi o fator decisivo para a consultora de moda Karine Souza, 30, ao avaliar as opções para quitar um imóvel comprado na planta há dois anos. “Os juros subiram e, ao fazer as simulações, percebi que a parcela do consórcio sairia mais barata”, diz.

Souza comprou a cota do consórcio em maio e, por sorte, foi contemplada já em julho –o pagamento será feito em novembro. Mas, segundo Prata, do Canal do Crédito, a modalidade não é indicada para casos como o dela. “Consórcio não serve para quem quer crédito rápido”, afirma.

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A variação no preço do imóvel no período do consórcio é outro ponto a ser observado. Se houver valorização acima da inflação, a modalidade deixa de valer a pena.

Para adiantar a contemplação, existem duas formas: os lances e os sorteios, que acontecem em todas as assembleias do grupo.

Para veículos, o valor necessário varia, em média, entre 20% e 30% do preço do carro, diz Bonvino.

No caso de imóveis, o lance costuma ser ainda maior, mas o trabalhador pode contar com o reforço do saldo acumulado no FGTS.

Fonte: Folha Online – 19/10/2015

Conheça melhor a história do consórcio

O Sistema de Consórcios tem ajudado mais de 7,15 milhões de brasileiros a realizar sonhos de adquirir bens ou serviços e formar patrimônio. Com uma história de mais de 50 anos, a modalidade também tem contribuído com benefícios para a economia do Brasil, movimentando diversos setores e minimizando os desafios econômicos do País.

A história começou na década de 60, aqui mesmo, no Brasil, em uma época marcada pela escassez de crédito ao consumidor. De acordo com o economista e ex-ministro da fazenda, Maílson da Nóbrega – que assina o prefácio do livro A Excelência do Consórcio – A Legislação em Benefício do Sistema, lançado recentemente pela ABAC –, “a ideia [de reunir pessoas em um grupo para formar uma poupança em comum e adquirir um bem] foi posta em prática por um grupo de pioneiros pertencentes a uma comunidade bem organizada, a dos funcionários do Banco do Brasil. Foi em Brasília que surgiu o primeiro consórcio, então voltado para a compra de automóveis leves”. Pouco tempo depois, em um cenário sem qualquer regulamentação, nasciam outros grupos e empresas para administrá-los.

Com o desenvolvimento do consórcio surgiu a necessidade de se criar uma entidade que representasse, perante o poder público, os interesses das inúmeras empresas de consórcios que despontavam por todo país. Por isso, em 20 de junho de 1967 foi criada a ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) e, anos depois, foi fundada a APACESP (Associação Profissional dos Administradores de Consórcios no Estado de São Paulo), que deu origem ao atual SINAC (Sindicato Nacional dos Administradores de Consórcio).

Mais credibilidade e segurança

O impacto positivo nas vendas de veículos leves mostrou a possibilidade da utilização do consórcio para outros segmentos de veículos automotores, como os pesados. Assim, em meados da década de 60, surgiram os primeiros grupos de consórcios de caminhões.

Em 1971, foi editada a Lei 5.768 que, embora não tratasse exclusivamente de consórcio, regulamentou o Sistema, definindo o Ministério da Fazenda como a autoridade responsável pela normatização e fiscalização do segmento.

Foi no final da década de 70, que surgiram os primeiros grupos de motocicletas e de eletroeletrônico, que foram impulsionados com a instalação das indústrias de destes segmentos no país, no início dos anos 80.

Em 1991, com e edição da Lei n° 8.177, o Banco Central do Brasil passou a fiscalizar e regulamentar as operações de consórcios. Com uma presença cada vez mais expressiva em vários segmentos, essa década foi marcada pelo início do consórcio imobiliário e de serviços, que iniciou com a constituição de grupos referenciados em bilhetes de passagens aéreas, no ano de 1993.

Nos anos seguintes, o Sistema começou uma grande luta para elaborar e aprovar a Lei que, em 8 de outubro de 2008, tornou-se um dos principais marcos do Sistema, a Lei Federal n. 11.795, conhecida como Lei do Consórcio. “A aprovação ajudou a desencadear um momento extremamente positivo para os consórcios, trazendo segurança jurídica aos empresários e consorciados e clareza ao Sistema, o que favoreceu também na maior confiabilidade dos clientes e dos órgãos públicos”, afirma Edna Maria Honorato, vice-presidente do Conselho Nacional da ABAC/SINAC.

Consolidação

Mesmo com a recente aprovação da Lei do Consórcio, os efeitos positivos que ela vem representando podem ser nitidamente observados na evolução do Sistema nos últimos anos, um crescimento que pode ser creditado graças ao aumento da confiabilidade no Sistema e ao momento econômico de diminuição de créditos disponíveis para o financiamento de veículos leves e motos.

Assim, da total informalidade em seus primórdios, o consórcio passou por diversas transformações, sendo, hoje, parte integrante do sistema financeiro nacional, respondendo pela administração de mais de 3% de todo o PIB e com muito prestígio junto à sociedade. Além disso, o Consórcio atingiu a marca de 7,15 milhões de participantes ativos e, por meio, é possível adquirir uma infinidade de produtos e serviços, como: automóveis, caminhões, motos, imóveis, tratores, eletrônicos, máquinas e equipamentos e serviços.

“Ano após ano, estamos batendo nossos próprios recordes, e temos a perspectiva de, com o bônus demográfico que se anuncia para 2020, atingirmos uma enorme massa de consumidores já existentes. Com foco na disseminação da educação financeira e no estabelecimento de cada vez mais parcerias, estamos prontos para colher um crescimento ainda maior”, declara Vitor Cesar Bonvino, presidente do Conselho Nacional da ABAC/SINAC.

 

Fonte: ABAC