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10 lojas online para decorar sua casa nova

2016.08.03_lojaonline

A conquista da casa própria é um sonho de muita gente e, acompanhado dele, vem a grande vontade de deixar a casa do nosso jeitinho. Para isso, vale reformar móveis, investir na decoração, perfumar os ambientes, pintar as paredes, espalhar fotos, plantar flores no jardim e tudo o que ajude a personalizar cada cômodo. Além disso, quando você dá um toque pessoal para a sua casa, transforma ela num lar. E convenhamos, não existe lugar melhor no mundo do que o nosso lar, certo?

Se o seu sonho ainda não se concretizou, venha conversar com nossos corretores para descobrir como é simples fazer o consórcio da sua casa: www.hsconsorcios.com.br/consorcio/imoveis.

A HS Consórcios tem algumas dicas de lojas online de decoração que podem ajudar você a dar um estilo único para a sua casa e receber muitos elogios dos convidados. Confira o que separamos para você:

1. OPPA

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2. MOBLY

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3. WESTWING

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4. ETNA

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5. COLLECTOR55

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6. DECOR8

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7. DECOHOUSE

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8. MEU MÓVEL DE MADEIRA

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9. TOK&STOCK

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10. COLAB55

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Mudanças na legislação de trânsito que você precisa conhecer

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Quem dirige sabe que é preciso estar sempre de olho na legislação de trânsito para não ser surpreendido com uma multa na caixa de correio. Por isso, separamos algumas das últimas mudanças na legislação que afetam quem já dirige e quem pretende fazer o consórcio do seu veículo na HS Consórcios. Descubra se você está por dentro das novas regras:

1. Farol baixo nas estradas durante o dia. Desde 8 de julho, os motoristas que não ligarem o farol de luz baixa na estrada mesmo durante o dia recebem uma multa de R$ 85,13 e quatro pontos na carteira. A lei gerou polêmica, mas já faz parte da legislação de vários outros países e comprovadamente diminuiu os acidentes de trânsito nas estradas.

2. Aumento no valor das multas. A partir de novembro, entra em vigor o reajuste de valores das multas. As mudanças acontecem assim: Infração leve – de R$ 53,20 para R$ 88,38 (aumento de 66%); Infração média – de R$ 85,13 para R$ 130,16 (aumento de 52%); Infração grave – de R$ 127,69 para R$ 195,23 (aumento de 52%); Infração gravíssima – de R$ 191,54 para R$ 293,47 (aumento de 53%). Isso sem contar os multiplicadores específicos de cada multa. No caso de disputa de racha, por exemplo, o valor fica em R$ 2.934,70.

3. Proibição de passageiros embriagados. O projeto de lei ainda não foi aprovado, mas se for, multará motoristas que conduzirem passageiros embriagados. Se você costuma ser o motorista da rodada, fique de olho para ver se essa proposta vai adiante.

4. Proibição de objetos dentro do carro. Os objetos que não forem transportados dentro do porta malas ou porta luvas podem gerar multa grave para os motoristas. O valor da multa é R$ 127,00, além de 5 pontos na carteira. A regra não é nova, além de não ser muito conhecida, mas é importantíssima para evitar acidentes.

5. Aulas com simulador. Agora quem inicia suas aulas de direção é obrigado a passar no mínimo 5h treinando com o simulador de trânsito, além das 16 aulas práticas diurnas e 4 aulas práticas noturnas.

Fique sempre ligado nas mudanças nas regras de trânsito. Além de evitar multas, você garante a sua seguranças e a dos outros motoristas. E quando for comprar seu carro novo, aproveite a segurança dos consórcios da HS Consórcios: www.hsconsorcios.com.br/consorcio/automoveis.

Como escolher o carro certo para você?

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Escolher o carro ideal para você pode não ser uma tarefa tão simples com tantas opções disponíveis no mercado. Decisões importantes devem ser tomadas antes que você se encante por um modelo que, futuramente, poderá dar mais trabalho do que alegrias. Pensando nisso, listamos algumas características que você deve levar em consideração na hora de escolher o seu novo veículo:

1. Tamanho. Pense em quem irá usar o carro junto com você e quanto espaço você costuma usar para objetos, como malas ou materiais relacionados à sua profissão. Isso vale tanto para o espaço interno quanto para o porta-malas.

2. Economia. É importante que o seu veículo seja econômico ou você preza mais pelo conforto e estilo?

3. Local de uso. Um carro esportivo pode não ser a melhor opção para quem dirige com frequência em estrada de chão, assim como uma caminhonete pode dar trabalho na cidade.

4. Itens adicionais. Seu carro é apenas um meio de transporte ou é o seu momento de ouvir rádio, sentir o vento através do teto solar, tranquilizar seus filhos com DVDs nos encostos dos bancos?

5. Nacionalidade. Nem todos os modelos possuem fábrica no Brasil, o que encarece a reposição de peças e a manutenção do veículo.

6. Valor. Esse é um dos primeiros itens que você leva em consideração, mas além do valor do carro é necessário pensar no valor do seguro, IPVA, revisão, manutenção.

7. Estilo. É claro que o seu estilo deve combinar com o estilo do seu carro. Afinal, quem vai usar ele é você. Conheça bem as opções do mercado antes de escolher.

Lembre-se de não tomar decisões no impulso. Um automóvel não é uma peça de roupa que você pode trocar caso não caiba, então é melhor verificar tudo o que ele terá para oferecer a você e à sua família pelos próximos anos. Independentemente do modelo que você escolher, o melhor negócio sempre será fazer o seu consórcio na HS Consórcios. www.hsconsorcios.com.br/consorcio/automoveis

Consórcio como opção

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Entrevista retirada da revista Imovelclass, edição 127, de 22 de maio de 2016. (www.revistaimovelclass.com.br/web/pub/imovelclass)

Flexibilidade e liberdade para escolher o imóvel, parcelamento integral, diferentes prazos para pagar e baixo custo final são exemplos de vantagens que esse produto dispõe.

O consórcio é uma excelente alternativa para quem prefere esperar mais tempo para adquirir seu imóvel. Veja nesta entrevista com o especialista Paulo Roberto Rossi quais os benefícios desse produto e os cuidados a serem tomados ao contratar.

Que presença tem o segmento de consórcio de imóveis hoje no País?

Os dados relativos a 2015 mostram que a média nacional de participação dos consórcios nas vendas de imóveis foi de 16%, representando um aumento em relação ao ano anterior, quando o percentual chegou a 11,4%. No Rio Grande do Sul, em 2015 atingiu-se a média de 20,4%. Esses dados demonstram que o consórcio vem sendo gradualmente reconhecido pelos consumidores.

Quais são as vantagens do consórcio de imóveis?

Algumas são o parcelamento integral, a diversidade de prazos para pagamentos e o baixo custo final, além de comprar à vista com real poder de negociação e barganha quando da contemplação. De posse do crédito, o consorciado tem ainda ampla flexibilidade e liberdade de escolha do bem. Entre as vantagens financeiras estão a possibilidade de utilizar reserva para ofertar lance como custo de oportunidade, bem como o uso de até 10% do valor do crédito para fazer frente às despesas decorrentes da compra, como pagamento de tributos, seguros, registros cartoriais e transferências de propriedade.

Para quem o consórcio é a melhor opção?

Destina-se a pessoas que planejam seus investimentos e a aquisição de bens ou serviços a médio e longo prazos. É ideal para consumidores maduros, atentos à essência da educação financeira, que analisam a viabilidade do investimento e evitam a compra por impulso. O consorciado é aquele que procura não arcar com ônus decorrentes das taxas de juros, programando suas compras.

Quais são as dicas para quem pretende aderir ao consórcio?

Antes de assumir um compromisso, o consumidor deve atentar para alguns aspectos, como:

• Procurar uma administradora de consórcios autorizada pelo Banco Central do Brasil.

• Ler atentamente as cláusulas do contrato para conhecer direitos e obrigações.

• Verificar se o valor do crédito e o prazo de duração do grupo constam no contrato.

• Conferir os percentuais de contribuições (taxa de administração e, se houver, fundo de reserva e/ou seguro) e as demais despesas que serão cobradas.

• Certificar-se quanto ao critério de correção do crédito que será aplicado pela administradora e às garantias que deverão ser fornecidas para retirar o bem ao ser contemplado.

• Verificar as regras de contemplação por sorteio e lance, a forma de antecipação de pagamento de prestações e a possibilidade de optar por crédito de menor ou maior valor antes da contemplação.

• Certificar-se de que aquilo que foi prometido consta do contrato.

Como usar recursos do FGTS no consórcio de imóveis?

A possibilidade existe desde 1993, quando o trabalhador passou a poder usar seu saldo para complementar a carta de crédito. Em 2009, veio a permissão de utilizar o recurso para a amortização extraordinária ou liquidação de saldo devedor e ainda para o pagamento de parte do valor das prestações. No site da ABAC (www.abac.org.br) há uma cartilha que orienta como utilizar o FGTS para aquisição de imóveis por meio do consórcio.

Faça a simulação do melhor consórcio para você: www.hsconsorcios.com.br/simulador

Atraso na parcela do consórcio: o que acontece?

Quando você participa de um grupo de consórcio e acontece de atrasar ou deixar de pagar uma prestação, temos as orientações para essas situações que podem esclarecer o que fazer.

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Após entrar para o consórcio, você vai escolher um plano com parcelas ideais de acordo com o seu estilo de vida. O Sistema não permite flexibilidade de valores e de tempo, mas todos nós sabemos que existem imprevistos que podem ocorrer.

A principal atitude a tomar depois que não ocorre o pagamento da parcela, é procurar sua administradora e tentar fazer um acordo. A empresa vai te ajudar nessa situação. E mesmo assim, se não tiver sido contemplado e por algum motivo não conseguir pagar as prestações, existe a possibilidade de ver com a administradora uma solução como optar por um bem ou serviço de menor valor. A prestação vai ficar menor e na mesma proporção do valor do bem ou serviço que você escolher. Uma outra saída é transferir sua cota para outra pessoa.

Em qualquer dívida temos que ser pontuais no pagamento, mas no consórcio o cuidado é redobrado, mesmo depois da contemplação e da aquisição do bem ou serviço. Sendo um grupo, cada participante interfere no grupo. Pois, cada participante do grupo depende da contribuição de todos os consorciados para cumprir o grande objetivo de receber o crédito.

Como segurança e direito dos demais participantes do grupo, o consorciado que estiver em atraso ou falta de pagamento:

  • Não poderá participar do sorteio e/ou lance, dependendo do que estiver acordado no contrato com a administradora;

  • Arcará com juros de 1% ao mês e multa de 2% sobre as parcelas não pagas, cujo valor será calculado sobre o preço atualizado do bem ou serviço;

  • Se já tiver sido contemplado, mas ainda não usado o crédito, poderá ter a contemplação cancelada por decisão da Assembleia Geral Ordinária;

  • Se já tiver a posse do bem ou a contratação do serviço, poderá ter as garantias fornecidas executadas pela administradora;

  • Se ainda não tiver sido contemplado, poderá ser excluído do grupo, conforme estabelecido no contrato. Neste caso, o consorciado continuará participando dos sorteios e a administradora devolverá a quantia paga ao fundo comum quando ele for contemplado. Do valor a ser restituído, poderá ser aplicada cláusula penal pela quebra de contrato;

  • Não poderá votar nas Assembleias Gerais Extraordinárias.

O mais importante é lembrar de perceber antes do prazo que não poderá pagar em dia suas prestações, procurar sua administradora com antecedência e explicar a situação para tentar um acordo.

Qualquer dúvida, você também pode entrar em contato e falar conosco. Estamos sempre aqui para ajudar.

 

Consórcio de carros e imóveis cresce com restrição ao crédito nos bancos

Em meio ao aumento das restrições para o crédito nos bancos, os consórcios de veículos e imóveis registram expansão na adesão em 2015.

De janeiro a agosto, a venda de novas cotas imobiliárias cresceu 46,5% na comparação com o mesmo período do ano passado, para 155,6 mil, de acordo com dados da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios). No caso de veículos leves, a expansão foi de 20,3% (625,5 mil novas cotas).

A crise econômica e o aumento da inadimplência tornaram as instituições financeiras mais conservadoras na hora de conceder crédito. A Caixa Econômica Federal, líder no financiamento imobiliário à pessoa física, subiu os juros três vezes neste ano.

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Com o aumento na procura, a participação potencial dos consórcios no total de compras de veículos e imóveis cresceu no primeiro semestre.

Para Vitor Bonvino, presidente nacional da Abac, o ganho não pode ser explicado só pela redução nos financiamentos. “Pode haver uma migração, em princípio, mas o mecanismo do consórcio é muito diferente. Não são operações comparáveis”, diz.

Na sua avaliação, a modalidade se beneficia do aumento da educação financeira. Mas também pode sofrer se a deterioração econômica continuar.

JUROS

Diferentemente do financiamento, no consórcio o participante não paga juros, mas precisa arcar com os custos da taxa de administração. As parcelas ainda são corrigidas anualmente pela inflação –portanto, aumentam ao longo do tempo–, assim como o dinheiro da contemplação.

A diferença de custo foi o fator decisivo para a consultora de moda Karine Souza, 30, ao avaliar as opções para quitar um imóvel comprado na planta há dois anos. “Os juros subiram e, ao fazer as simulações, percebi que a parcela do consórcio sairia mais barata”, diz.

Souza comprou a cota do consórcio em maio e, por sorte, foi contemplada já em julho –o pagamento será feito em novembro. Mas, segundo Prata, do Canal do Crédito, a modalidade não é indicada para casos como o dela. “Consórcio não serve para quem quer crédito rápido”, afirma.

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A variação no preço do imóvel no período do consórcio é outro ponto a ser observado. Se houver valorização acima da inflação, a modalidade deixa de valer a pena.

Para adiantar a contemplação, existem duas formas: os lances e os sorteios, que acontecem em todas as assembleias do grupo.

Para veículos, o valor necessário varia, em média, entre 20% e 30% do preço do carro, diz Bonvino.

No caso de imóveis, o lance costuma ser ainda maior, mas o trabalhador pode contar com o reforço do saldo acumulado no FGTS.

Fonte: Folha Online – 19/10/2015

Conheça melhor a história do consórcio

O Sistema de Consórcios tem ajudado mais de 7,15 milhões de brasileiros a realizar sonhos de adquirir bens ou serviços e formar patrimônio. Com uma história de mais de 50 anos, a modalidade também tem contribuído com benefícios para a economia do Brasil, movimentando diversos setores e minimizando os desafios econômicos do País.

A história começou na década de 60, aqui mesmo, no Brasil, em uma época marcada pela escassez de crédito ao consumidor. De acordo com o economista e ex-ministro da fazenda, Maílson da Nóbrega – que assina o prefácio do livro A Excelência do Consórcio – A Legislação em Benefício do Sistema, lançado recentemente pela ABAC –, “a ideia [de reunir pessoas em um grupo para formar uma poupança em comum e adquirir um bem] foi posta em prática por um grupo de pioneiros pertencentes a uma comunidade bem organizada, a dos funcionários do Banco do Brasil. Foi em Brasília que surgiu o primeiro consórcio, então voltado para a compra de automóveis leves”. Pouco tempo depois, em um cenário sem qualquer regulamentação, nasciam outros grupos e empresas para administrá-los.

Com o desenvolvimento do consórcio surgiu a necessidade de se criar uma entidade que representasse, perante o poder público, os interesses das inúmeras empresas de consórcios que despontavam por todo país. Por isso, em 20 de junho de 1967 foi criada a ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) e, anos depois, foi fundada a APACESP (Associação Profissional dos Administradores de Consórcios no Estado de São Paulo), que deu origem ao atual SINAC (Sindicato Nacional dos Administradores de Consórcio).

Mais credibilidade e segurança

O impacto positivo nas vendas de veículos leves mostrou a possibilidade da utilização do consórcio para outros segmentos de veículos automotores, como os pesados. Assim, em meados da década de 60, surgiram os primeiros grupos de consórcios de caminhões.

Em 1971, foi editada a Lei 5.768 que, embora não tratasse exclusivamente de consórcio, regulamentou o Sistema, definindo o Ministério da Fazenda como a autoridade responsável pela normatização e fiscalização do segmento.

Foi no final da década de 70, que surgiram os primeiros grupos de motocicletas e de eletroeletrônico, que foram impulsionados com a instalação das indústrias de destes segmentos no país, no início dos anos 80.

Em 1991, com e edição da Lei n° 8.177, o Banco Central do Brasil passou a fiscalizar e regulamentar as operações de consórcios. Com uma presença cada vez mais expressiva em vários segmentos, essa década foi marcada pelo início do consórcio imobiliário e de serviços, que iniciou com a constituição de grupos referenciados em bilhetes de passagens aéreas, no ano de 1993.

Nos anos seguintes, o Sistema começou uma grande luta para elaborar e aprovar a Lei que, em 8 de outubro de 2008, tornou-se um dos principais marcos do Sistema, a Lei Federal n. 11.795, conhecida como Lei do Consórcio. “A aprovação ajudou a desencadear um momento extremamente positivo para os consórcios, trazendo segurança jurídica aos empresários e consorciados e clareza ao Sistema, o que favoreceu também na maior confiabilidade dos clientes e dos órgãos públicos”, afirma Edna Maria Honorato, vice-presidente do Conselho Nacional da ABAC/SINAC.

Consolidação

Mesmo com a recente aprovação da Lei do Consórcio, os efeitos positivos que ela vem representando podem ser nitidamente observados na evolução do Sistema nos últimos anos, um crescimento que pode ser creditado graças ao aumento da confiabilidade no Sistema e ao momento econômico de diminuição de créditos disponíveis para o financiamento de veículos leves e motos.

Assim, da total informalidade em seus primórdios, o consórcio passou por diversas transformações, sendo, hoje, parte integrante do sistema financeiro nacional, respondendo pela administração de mais de 3% de todo o PIB e com muito prestígio junto à sociedade. Além disso, o Consórcio atingiu a marca de 7,15 milhões de participantes ativos e, por meio, é possível adquirir uma infinidade de produtos e serviços, como: automóveis, caminhões, motos, imóveis, tratores, eletrônicos, máquinas e equipamentos e serviços.

“Ano após ano, estamos batendo nossos próprios recordes, e temos a perspectiva de, com o bônus demográfico que se anuncia para 2020, atingirmos uma enorme massa de consumidores já existentes. Com foco na disseminação da educação financeira e no estabelecimento de cada vez mais parcerias, estamos prontos para colher um crescimento ainda maior”, declara Vitor Cesar Bonvino, presidente do Conselho Nacional da ABAC/SINAC.

 

Fonte: ABAC

Sistema de Consórcios em julho: dados econômicos

Na contramão do ritmo da economia, o Sistema de Consórcios registrou novas altas no mês de julho. O número de participantes ativos consolidado no período atingiu 7,15 milhões, 4,4% mais que os 6,85 milhões registrados no mesmo mês do ano passado. E as vendas de novas cotas do Sistema cresceram 5,4% no acumulado de janeiro a julho, ao totalizarem 1,36 milhão contra 1,29 milhão no mesmo período de 2014.

Os consórcios de imóveis e de veículos leves continuam como grandes destaques do Sistema no início do segundo semestre. De janeiro a julho, as vendas de novas cotas de imóveis somaram mais 50% do total de adesões ao mecanismo e as de veículos leves ultrapassaram 17%. Estendendo os números para cinco anos, o total de participantes em veículos leves aumentou 116,7% e o de imóveis 15,5%. Veja nos gráficos:

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Confira a seguir um resumo do desempenho de cada setor no mês de julho, com base em estimativas da Assessoria Econômica da ABAC. Os dados comparativos fazem referência ao período entre os meses de janeiro a junho de 2014:

Consórcio de veículos leves: nos sete primeiros meses deste ano, o setor que reúne automóveis, camionetas e utilitários registrou um crescimento de 13% no total de participantes ativos consolidados. Outros indicadores do setor (novas adesões e vendas de novas cotas) também apontaram alta. E os destaques foram o aumento de 18,5%, no número de contemplações, e de 18,9% em créditos disponibilizados. É importante destacar que, registrando um potencial de participação de 24,2% nas vendas do mercado interno, o setor de veículos leves disponibilizou créditos superiores a R$ 12 bilhões para os diversos elos da cadeia produtiva do segmento automobilístico.

Consórcio de imóveis: ao superar 50% de alta nas novas adesões e quase 53% nos créditos comercializados entre janeiro e julho de 2015, o setor de imóveis atingiu 783,5 mil participantes ativos consolidados em julho desse ano, um número 2,5% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. Paralelamente, o tíquete médio, as contemplações e os créditos disponibilizados aumentaram 1,8%, 1,2% e 5,7%, respectivamente, em comparação ao mesmo período do ano passado.

Consórcio de motocicletas e motonetas: segundo maior em número de participantes ativos consolidados do Sistema de Consórcios, o setor fechou os sete primeiros meses de 2015 com alta de 2,6% no total de contemplações. O volume acumulado indicou 61,2% de potencial para participação da modalidade nas vendas do mercado interno em julho. O volume de créditos disponibilizados também apresentou alta, registrando crescimento de 13,1%. Já o número de participantes ativos consolidados e as novas adesões registraram retrações em 3% e 9%.

Consórcio de veículos pesados: reunindo veículos pesados de transporte rodoviário de carga e de passageiros, além do agronegócio, o setor manteve o ritmo de alta no volume de participantes ativos consolidados com 3,5%. O acumulado de novas adesões, créditos comercializados e tíquete médio também cresceram, com 11%, 13,5% e 1,9% respectivamente. E o número de contemplações e o volume de créditos disponibilizados apresentaram queda de 6,1% e 4,1%.

Consórcio de eletroeletrônicos e outros bens duráveis: devido às atuais instabilidades econômicas, o setor tem passado por constantes retrações em seus diversos indicadores, como é possível observar nos acumulados de vendas de novas cotas, com queda de 14,1%, e de contemplações, com baixa de 19,7%. Os volumes de participantes ativos consolidados, créditos comercializados e disponibilizados também apontaram reduções de 20,2%, 11,9% e de 11,5 %, respectivamente. Contudo, a estabilidade do tíquete médio aponta apenas que as adesões têm mantido o valor dos créditos próximo aos R$ 5 mil.

Consórcio de serviços: três indicadores desse setor demonstraram crescimento nos sete primeiros meses de 2014: participantes ativos consolidados (35,7%), contemplações (39,6%) e créditos disponibilizados (34,5%). Já nas vendas de novas cotas, o volume de créditos comercializados e o tíquete médio mostraram retração de 16,2%, 20,1% e 1,7%, respectivamente.

Sistema de Consórcios em geral

Confira, a seguir, os números gerais do Sistema de Consórcios entre os meses de janeiro e julho de 2015, em relação ao mesmo período do ano passado:

Participantes ativos consolidados (em grupos em andamento)

– 7,15 milhões (julho/2015)

Crescimento: 4,4%

Vendas de novas cotas (novos consorciados)

– 1,36 milhão (janeiro-julho/2015)

Crescimento: 5,4%

Volume de créditos comercializados

– R$ 50,47 bilhões (janeiro-julho/2015)

Crescimento: 21,1%

Tíquete médio geral (valor médio da cota no mês)

– R$ 39,1 mil (julho/2015)

Crescimento: 21,1%

Contemplações (consorciados que tiveram a oportunidade de comprar bens)

– 830,4 mil (janeiro-julho/2015)

Crescimento: 7,5%

Volume de créditos disponibilizados

– R$ 23,83 bilhões (janeiro-julho/2015)

Crescimento: 12,3%

 

FONTE: ABAC http://blog.abac.org.br/drops-de-mercado/sistema-de-consorcios-em-julho-dados-economicos#ancora

Consórcio tem alta de 10% em créditos liberados no 1° semestre de 2014

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No primeiro semestre deste ano, o Sistema de Consórcios registrou crescimento de 10,8% no total de créditos liberados ao mercado. Foram R$ 18,4 bilhões contra R$ 16,6 bilhões do ano passado. O volume, decorrente do aumento das contemplações nos setores de veículos automotores, imóveis, eletroeletrônicos e serviços, totalizou 667,6 mil unidades (jan-jun/ 2014), e é 10% maior que as 606,9 mil verificadas no mesmo período de 2013.  Continue lendo