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Antes de escolher a sua casa nova, pense no seu pet

preview-full-2016.06.28_BLOG

Pet também é parte da família, né? Então nada mais justo que pensar nas necessidades dele antes de escolher a sua casa nova. Afinal, quem só traz alegrias para a sua vida não merece sofrer com um piso incômodo ou ser um problema para os vizinhos. Confira as preocupações que você deve ter para fazer seu amigo feliz na mudança:

1. Regras do condomínio. Se você está procurando um apartamento, precisa conhecer as regras relacionadas a animais. O condomínio aceita animais? Quais tipos? Eles podem ficar no chão nas áreas comuns? Podem entrar no elevador ou somente subir pelas escadas?

2. Piso. O piso errado pode ser um incômodo para você e para seu amiguinho. Ele pode arranhar facilmente ou estragar com umidade. Invista num piso pensado para o seu bichinho.

3. Tamanho. Animais pequenos se adaptam facilmente a qualquer ambiente, mas animais grandes precisam de espaço. Se você tiver um cachorro de porte grande, por exemplo, prefira casas ou apartamentos com varandas grandes, como terraços.

4. Segurança. Alguns bichinhos podem precisar de um cuidado a mais. Se você tiver um gato, por exemplo, precisa cuidar com andares altos. No caso de coelhos, as janelas não podem ser muito baixas para não haver o risco de ele pular para fora.

5. Vizinhança. Vizinhos que não gostam de animais podem ser uma dor de cabeça. Além disso, é preciso cuidar com os arredores da casa ou do apartamento. Ruas muito movimentadas podem ser um perigo para gatos que costumam ficar passeando durante o dia e ruas mal iluminadas podem limitar os passeios com seu cachorro à noite.

6. Veterinário/petshop. Se o seu bichinho precisa ir com determinada frequência ao veterinário ou à petshop, é bom garantir que tenha um local em que você confie por perto. Você não vai querer atravessar a cidade para levar seu cachorro para tomar banho toda semana, por exemplo.

Agora que você já sabe o que precisa pensar antes de comprar sua casa nova para levar seu amigo, faça seu consórcio de imóvel na HS Consórcios: www.hsconsorcios.com.br/consorcio/imoveis.

Como escolher o carro certo para você?

preview-full-2016.06.20_BLOG

Escolher o carro ideal para você pode não ser uma tarefa tão simples com tantas opções disponíveis no mercado. Decisões importantes devem ser tomadas antes que você se encante por um modelo que, futuramente, poderá dar mais trabalho do que alegrias. Pensando nisso, listamos algumas características que você deve levar em consideração na hora de escolher o seu novo veículo:

1. Tamanho. Pense em quem irá usar o carro junto com você e quanto espaço você costuma usar para objetos, como malas ou materiais relacionados à sua profissão. Isso vale tanto para o espaço interno quanto para o porta-malas.

2. Economia. É importante que o seu veículo seja econômico ou você preza mais pelo conforto e estilo?

3. Local de uso. Um carro esportivo pode não ser a melhor opção para quem dirige com frequência em estrada de chão, assim como uma caminhonete pode dar trabalho na cidade.

4. Itens adicionais. Seu carro é apenas um meio de transporte ou é o seu momento de ouvir rádio, sentir o vento através do teto solar, tranquilizar seus filhos com DVDs nos encostos dos bancos?

5. Nacionalidade. Nem todos os modelos possuem fábrica no Brasil, o que encarece a reposição de peças e a manutenção do veículo.

6. Valor. Esse é um dos primeiros itens que você leva em consideração, mas além do valor do carro é necessário pensar no valor do seguro, IPVA, revisão, manutenção.

7. Estilo. É claro que o seu estilo deve combinar com o estilo do seu carro. Afinal, quem vai usar ele é você. Conheça bem as opções do mercado antes de escolher.

Lembre-se de não tomar decisões no impulso. Um automóvel não é uma peça de roupa que você pode trocar caso não caiba, então é melhor verificar tudo o que ele terá para oferecer a você e à sua família pelos próximos anos. Independentemente do modelo que você escolher, o melhor negócio sempre será fazer o seu consórcio na HS Consórcios. www.hsconsorcios.com.br/consorcio/automoveis

Consórcio como opção

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Entrevista retirada da revista Imovelclass, edição 127, de 22 de maio de 2016. (www.revistaimovelclass.com.br/web/pub/imovelclass)

Flexibilidade e liberdade para escolher o imóvel, parcelamento integral, diferentes prazos para pagar e baixo custo final são exemplos de vantagens que esse produto dispõe.

O consórcio é uma excelente alternativa para quem prefere esperar mais tempo para adquirir seu imóvel. Veja nesta entrevista com o especialista Paulo Roberto Rossi quais os benefícios desse produto e os cuidados a serem tomados ao contratar.

Que presença tem o segmento de consórcio de imóveis hoje no País?

Os dados relativos a 2015 mostram que a média nacional de participação dos consórcios nas vendas de imóveis foi de 16%, representando um aumento em relação ao ano anterior, quando o percentual chegou a 11,4%. No Rio Grande do Sul, em 2015 atingiu-se a média de 20,4%. Esses dados demonstram que o consórcio vem sendo gradualmente reconhecido pelos consumidores.

Quais são as vantagens do consórcio de imóveis?

Algumas são o parcelamento integral, a diversidade de prazos para pagamentos e o baixo custo final, além de comprar à vista com real poder de negociação e barganha quando da contemplação. De posse do crédito, o consorciado tem ainda ampla flexibilidade e liberdade de escolha do bem. Entre as vantagens financeiras estão a possibilidade de utilizar reserva para ofertar lance como custo de oportunidade, bem como o uso de até 10% do valor do crédito para fazer frente às despesas decorrentes da compra, como pagamento de tributos, seguros, registros cartoriais e transferências de propriedade.

Para quem o consórcio é a melhor opção?

Destina-se a pessoas que planejam seus investimentos e a aquisição de bens ou serviços a médio e longo prazos. É ideal para consumidores maduros, atentos à essência da educação financeira, que analisam a viabilidade do investimento e evitam a compra por impulso. O consorciado é aquele que procura não arcar com ônus decorrentes das taxas de juros, programando suas compras.

Quais são as dicas para quem pretende aderir ao consórcio?

Antes de assumir um compromisso, o consumidor deve atentar para alguns aspectos, como:

• Procurar uma administradora de consórcios autorizada pelo Banco Central do Brasil.

• Ler atentamente as cláusulas do contrato para conhecer direitos e obrigações.

• Verificar se o valor do crédito e o prazo de duração do grupo constam no contrato.

• Conferir os percentuais de contribuições (taxa de administração e, se houver, fundo de reserva e/ou seguro) e as demais despesas que serão cobradas.

• Certificar-se quanto ao critério de correção do crédito que será aplicado pela administradora e às garantias que deverão ser fornecidas para retirar o bem ao ser contemplado.

• Verificar as regras de contemplação por sorteio e lance, a forma de antecipação de pagamento de prestações e a possibilidade de optar por crédito de menor ou maior valor antes da contemplação.

• Certificar-se de que aquilo que foi prometido consta do contrato.

Como usar recursos do FGTS no consórcio de imóveis?

A possibilidade existe desde 1993, quando o trabalhador passou a poder usar seu saldo para complementar a carta de crédito. Em 2009, veio a permissão de utilizar o recurso para a amortização extraordinária ou liquidação de saldo devedor e ainda para o pagamento de parte do valor das prestações. No site da ABAC (www.abac.org.br) há uma cartilha que orienta como utilizar o FGTS para aquisição de imóveis por meio do consórcio.

Faça a simulação do melhor consórcio para você: www.hsconsorcios.com.br/simulador

Quer morar em uma das 10 melhores cidades brasileiras?

2016.06.07_BLOG

Realizar um grande sonho pode envolver diversas decisões. Quando você resolve morar sozinho, ou se mudar, por exemplo, precisa decidir entre alugar ou comprar, casa ou apartamento, número de quartos, novo ou usado, etc… Mas, antes de tudo isso, você precisa decidir ONDE quer morar.

Para ajudar você nessa decisão, listamos aqui as 10 melhores cidades para se morar, segundo a consultoria Delta Economics & Finance, e o valor médio da compra de um imóvel em cada uma dessas localidades em 2015. Foram avaliados aspectos como condições materiais de vida, saúde, educação, segurança e digital.

1º Santos – SP

Valor médio do m² = R$ 5.371,00
Valor de um imóvel de 50m² = R$ 268.550

2º Belo Horizonte – MG

Valor médio do m² = R$ 4.794,00
Valor de um imóvel de 50m² = R$ 239.700

3º Jundiaí – SP

Valor médio do m² = R$ 5.458,00
Valor de um imóvel de 50m² = R$ 272.900

4º Blumenau – SC

Valor médio do m² = R$ 2.958,00
Valor de um imóvel de 50m² = R$ 147.900

5º Campinas – SP

Valor médio do m² = R$ 5.338,00
Valor de um imóvel de 50m² = R$ 266.900

6º São Bernardo do Campo – SP

Valor médio do m² = R$ 5.042,00
Valor de um imóvel de 50m² = R$ 252.100

7º Mogi das Cruzes – SP

Valor médio do m² = R$ 2.928,00
Valor de um imóvel de 50m² = R$ 146.400

8º Mauá – SP

Valor médio do m² = R$ 4.325,00
Valor de um imóvel de 50m² = R$ 216.250

9º Curitiba – PR

Valor médio do m² = R$ 5.677,00
Valor de um imóvel de 50m² = R$ 283.850

10º Santo André – SP

Valor médio do m² = R$ 5.146,00
Valor de um imóvel de 50m² = R$ 257.300

Que tal aproveitar as férias de inverno para conhecer essas cidades? A HS Consórcios está presente em toda a Região Sul e também em São Paulo para auxiliar você a fazer o melhor negócio. www.hsconsorcios.com.br/onde-encontrar

Vai comprar sua casa própria? Fique atento às taxas extras!

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Comprar a sua casa própria pode ser a realização de um sonho, mas existem algumas decisões importantes a serem tomadas antes de começar a procura. Muitas pessoas estabelecem um valor máximo que pagariam pelo imóvel e esquecem todas as taxas que envolvem a negociação. Isso pode ser muito prejudicial para você, já que essas taxas podem chegar a 5% do valor do imóvel. Na compra de um apartamento avaliado em R$350.000, por exemplo, essas taxas podem representar até R$17.500.

Para que isso não aconteça e você esteja 100% preparado para todos os valores envolvidos na compra do seu imóvel, conheça as taxas envolvidas na negociação:

  1. Escritura pública – Essa taxa emitida pelo cartório também varia de Estado para Estado e de acordo com o preço do imóvel, e só é paga por quem compra o imóvel à vista. Funciona como um contrato entre comprador e vendedor. No mesmo exemplo citado acima, esse valor ficaria em R$1.978,86.

  2. Registro do imóvel – O Registro é emitido pelo tabelionato depois da escritura pública e comprova por lei quem é o proprietário do imóvel. O valor pode variar dependendo do Estado onde o imóvel se encontra e do seu preço. Em São Paulo, por exemplo, uma casa avaliada em R$350.000,00 terá um valor de registro igual a R$3.231,72.

  1. Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) – Esse valor é cobrado pela prefeitura na compra de qualquer imóvel e varia muito de cidade para cidade. Geralmente, gira em torno de 2-3% do valor do imóvel.

É claro que a HS Consórcios pensou em tudo isso quando criou o consórcio de imóveis para você. Aqui, quando você é contemplado, pode usar a sua carta de crédito para pagar uma porcentagem das taxas extras do seu imóvel. Mas não se esqueça de acrescentar esse valor quando decidir o valor de contemplação na hora de fazer o seu consórcio.

Venha conversar com um de nossos corretores e tirar todas as suas dúvidas para fazer o melhor negócio com a HS Consórcios. Esperamos você. www.hsconsorcios.com.br

Por que o consórcio é a melhor opção para quem quer sair de casa?

2016.05.24_BLOG

Se você está pensando em sair de casa, a primeira (e talvez única) ideia que surgiu foi procurar uma casa ou um apartamento para alugar. Talvez até dividir com um amigo ou dois, já que os valores estão cada vez mais altos. Mas você também já deve ter parado para pensar que mensalmente você estará deixando seu dinheiro para trás, sem investir num futuro imóvel que poderia ser seu.

Existe um jeito de você conciliar pagamento de parcelas mensais (como as do aluguel) com o sonho de ter a sua casa própria, sabia?

O consórcio de um imóvel funciona assim: você decide o valor do imóvel e entra no consórcio junto com um grupo de pessoas com valores semelhantes ao seu. Você não precisa pagar entrada, e mensalmente paga uma parcela com valor preestabelecido. Esse valor NÃO sofre alteração por juros, apenas uma taxa administrativa fixa. Quando você é contemplado, recebe uma carta de crédito para investir no seu imóvel. Você pode esperar ser contemplado por sorteio ou tentar adiantar a contemplação com um lance (saiba como funcionam os lances aqui: http://blog.hsconsorcios.com.br/2016/05/4-tipos-de-lance-para-voce-escolher/). Com a carta de crédito nas mãos, você compra o seu imóvel e continua o pagamento das parcelas mensais até o final.

Resumindo: Tanto no consórcio quanto no aluguel, você faz pagamentos de parcelas mensais. A diferença é que o consórcio é um investimento num futuro imóvel, já que em algum momento você será contemplado com o valor total para a compra do imóvel. Além disso, o consórcio oferece parcelas fixas sem juros, o que significa que você pagará sempre o mesmo valor mensalmente sem acréscimos e terá mais controle do seu dinheiro.

Viu como ficou mais fácil realizar seu sonho?

Agora você pode fazer uma simulação aqui (www.hsconsorcios.com.br/simulador) ou conversar com um de nossos corretores, que estão sempre prontos para atender você.

Consórcio de carros e imóveis cresce com restrição ao crédito nos bancos

Em meio ao aumento das restrições para o crédito nos bancos, os consórcios de veículos e imóveis registram expansão na adesão em 2015.

De janeiro a agosto, a venda de novas cotas imobiliárias cresceu 46,5% na comparação com o mesmo período do ano passado, para 155,6 mil, de acordo com dados da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios). No caso de veículos leves, a expansão foi de 20,3% (625,5 mil novas cotas).

A crise econômica e o aumento da inadimplência tornaram as instituições financeiras mais conservadoras na hora de conceder crédito. A Caixa Econômica Federal, líder no financiamento imobiliário à pessoa física, subiu os juros três vezes neste ano.

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Com o aumento na procura, a participação potencial dos consórcios no total de compras de veículos e imóveis cresceu no primeiro semestre.

Para Vitor Bonvino, presidente nacional da Abac, o ganho não pode ser explicado só pela redução nos financiamentos. “Pode haver uma migração, em princípio, mas o mecanismo do consórcio é muito diferente. Não são operações comparáveis”, diz.

Na sua avaliação, a modalidade se beneficia do aumento da educação financeira. Mas também pode sofrer se a deterioração econômica continuar.

JUROS

Diferentemente do financiamento, no consórcio o participante não paga juros, mas precisa arcar com os custos da taxa de administração. As parcelas ainda são corrigidas anualmente pela inflação –portanto, aumentam ao longo do tempo–, assim como o dinheiro da contemplação.

A diferença de custo foi o fator decisivo para a consultora de moda Karine Souza, 30, ao avaliar as opções para quitar um imóvel comprado na planta há dois anos. “Os juros subiram e, ao fazer as simulações, percebi que a parcela do consórcio sairia mais barata”, diz.

Souza comprou a cota do consórcio em maio e, por sorte, foi contemplada já em julho –o pagamento será feito em novembro. Mas, segundo Prata, do Canal do Crédito, a modalidade não é indicada para casos como o dela. “Consórcio não serve para quem quer crédito rápido”, afirma.

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A variação no preço do imóvel no período do consórcio é outro ponto a ser observado. Se houver valorização acima da inflação, a modalidade deixa de valer a pena.

Para adiantar a contemplação, existem duas formas: os lances e os sorteios, que acontecem em todas as assembleias do grupo.

Para veículos, o valor necessário varia, em média, entre 20% e 30% do preço do carro, diz Bonvino.

No caso de imóveis, o lance costuma ser ainda maior, mas o trabalhador pode contar com o reforço do saldo acumulado no FGTS.

Fonte: Folha Online – 19/10/2015

Conheça melhor a história do consórcio

O Sistema de Consórcios tem ajudado mais de 7,15 milhões de brasileiros a realizar sonhos de adquirir bens ou serviços e formar patrimônio. Com uma história de mais de 50 anos, a modalidade também tem contribuído com benefícios para a economia do Brasil, movimentando diversos setores e minimizando os desafios econômicos do País.

A história começou na década de 60, aqui mesmo, no Brasil, em uma época marcada pela escassez de crédito ao consumidor. De acordo com o economista e ex-ministro da fazenda, Maílson da Nóbrega – que assina o prefácio do livro A Excelência do Consórcio – A Legislação em Benefício do Sistema, lançado recentemente pela ABAC –, “a ideia [de reunir pessoas em um grupo para formar uma poupança em comum e adquirir um bem] foi posta em prática por um grupo de pioneiros pertencentes a uma comunidade bem organizada, a dos funcionários do Banco do Brasil. Foi em Brasília que surgiu o primeiro consórcio, então voltado para a compra de automóveis leves”. Pouco tempo depois, em um cenário sem qualquer regulamentação, nasciam outros grupos e empresas para administrá-los.

Com o desenvolvimento do consórcio surgiu a necessidade de se criar uma entidade que representasse, perante o poder público, os interesses das inúmeras empresas de consórcios que despontavam por todo país. Por isso, em 20 de junho de 1967 foi criada a ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) e, anos depois, foi fundada a APACESP (Associação Profissional dos Administradores de Consórcios no Estado de São Paulo), que deu origem ao atual SINAC (Sindicato Nacional dos Administradores de Consórcio).

Mais credibilidade e segurança

O impacto positivo nas vendas de veículos leves mostrou a possibilidade da utilização do consórcio para outros segmentos de veículos automotores, como os pesados. Assim, em meados da década de 60, surgiram os primeiros grupos de consórcios de caminhões.

Em 1971, foi editada a Lei 5.768 que, embora não tratasse exclusivamente de consórcio, regulamentou o Sistema, definindo o Ministério da Fazenda como a autoridade responsável pela normatização e fiscalização do segmento.

Foi no final da década de 70, que surgiram os primeiros grupos de motocicletas e de eletroeletrônico, que foram impulsionados com a instalação das indústrias de destes segmentos no país, no início dos anos 80.

Em 1991, com e edição da Lei n° 8.177, o Banco Central do Brasil passou a fiscalizar e regulamentar as operações de consórcios. Com uma presença cada vez mais expressiva em vários segmentos, essa década foi marcada pelo início do consórcio imobiliário e de serviços, que iniciou com a constituição de grupos referenciados em bilhetes de passagens aéreas, no ano de 1993.

Nos anos seguintes, o Sistema começou uma grande luta para elaborar e aprovar a Lei que, em 8 de outubro de 2008, tornou-se um dos principais marcos do Sistema, a Lei Federal n. 11.795, conhecida como Lei do Consórcio. “A aprovação ajudou a desencadear um momento extremamente positivo para os consórcios, trazendo segurança jurídica aos empresários e consorciados e clareza ao Sistema, o que favoreceu também na maior confiabilidade dos clientes e dos órgãos públicos”, afirma Edna Maria Honorato, vice-presidente do Conselho Nacional da ABAC/SINAC.

Consolidação

Mesmo com a recente aprovação da Lei do Consórcio, os efeitos positivos que ela vem representando podem ser nitidamente observados na evolução do Sistema nos últimos anos, um crescimento que pode ser creditado graças ao aumento da confiabilidade no Sistema e ao momento econômico de diminuição de créditos disponíveis para o financiamento de veículos leves e motos.

Assim, da total informalidade em seus primórdios, o consórcio passou por diversas transformações, sendo, hoje, parte integrante do sistema financeiro nacional, respondendo pela administração de mais de 3% de todo o PIB e com muito prestígio junto à sociedade. Além disso, o Consórcio atingiu a marca de 7,15 milhões de participantes ativos e, por meio, é possível adquirir uma infinidade de produtos e serviços, como: automóveis, caminhões, motos, imóveis, tratores, eletrônicos, máquinas e equipamentos e serviços.

“Ano após ano, estamos batendo nossos próprios recordes, e temos a perspectiva de, com o bônus demográfico que se anuncia para 2020, atingirmos uma enorme massa de consumidores já existentes. Com foco na disseminação da educação financeira e no estabelecimento de cada vez mais parcerias, estamos prontos para colher um crescimento ainda maior”, declara Vitor Cesar Bonvino, presidente do Conselho Nacional da ABAC/SINAC.

 

Fonte: ABAC

Eventos HS Consórcios!

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No mês de outubro a HS Consórcios estará presentes em diversos eventos, e nesses próximos dias estará presente nos seguintes locais:  No Rio Grande do Sul, na Oktoberfest Santa Cruz do Sul (7/10 a 18/10), na Expojuc em Júlio de Castilhos (8/10 a 11/10), na Fecoarti Santiago (8/10 a 12/10), no 31º Encontro Estadual de Hortigranjeiros em Santa Rosa (8/10 a 12/10), na Volksfest Portão (8/10 a 12/10) e na ExpoIjuí Fenadi em Ijuí (9/10 a 19/10). Também marcaremos presença na EXPOESTE em Chapecó- SC (8/10 a 12/10) e na ExpoToledo [PÁGINA OFICIAL] em Toledo-PR (8/10 a 12/10).

Venha fazer uma visita em nosso espaço na feira mais perto de você!