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Alienação fiduciária de bens no consórcio: saiba como funciona

Vai investir com o consórcio? Saiba como funciona a alienação fiduciária de bens!

O consórcio é um segmento financeiro para quem busca investir ou comprar bens móveis ou imóveis da forma mais vantajosa possível. Sem pagar juros, com prazos estendidos e com segurança. Através de um grupo de pessoas que possui um mesmo objetivo, e, de uma administradora responsável por gerenciar este grupo, o consorciado adquire seus bens com planejamento ou faz um investimento para o seu futuro.

O investimento de longo prazo é escolhido por aquelas pessoas que desejam realizar a compra de um bem de alto valor agregado, sem pagar as altas taxas de juros dos financiamentos bancários.

Para quem está buscando entender melhor como funciona o passo a passo do consórcio, hoje vamos falar sobre a alienação fiduciária de bens e quando ela ocorre para quem faz um consórcio.

Quando ocorre a alienação fiduciária dos bens?

O processo de alienação fiduciária é o meio pelo qual a administradora do consórcio garante que os bens adquiridos através da carta de crédito, permaneçam em garantia ao grupo de consórcio, até a quitação do saldo devedor pelos contemplados. A alienação fiduciária traz vantagens tanto para o contemplado quanto para a administradora, por se tratar de um processo de garantia muito mais simples.

A pessoa que foi contemplada com o consórcio pode fazer uso do bem como desejar através de venda ou troca, porém a transação deve ser autorizada pela administradora, que detém a posse indireta sobre o veículo.

O que acontece se o consorciado não pagar as parcelas pendentes?

Em caso de inadimplência do participante do consórcio, a administradora pode cobrar judicialmente a devolução do bem, como forma de quitar a dívida. O período para tal execução está previsto no contrato assinado pelo consorciado e costuma ser de 60 dias, a contar da data do vencimento não pago.

Venda e troca de bens em garantia

Em caso de venda de um bem em alienação fiduciária, o consorciado pode optar pela quitação do consórcio ou transferir o contrato para o comprador. A primeira opção é muito mais simples e menos burocrática. Em caso de transferência, a aprovação depende da administradora, que realiza uma análise de crédito e decide se aprova ou não a transação.

Já a troca de bens é mais simples de ser feita, basta que o novo bem, carro ou imóvel, se adeque às exigências contratuais da administradora. O valor deve ser igual ou maior que a dívida do consórcio e desde que não haja nenhuma restrição judicial que possa impedir a negociação. Em todas as modalidades, é obrigatório que o consorciado esteja com o pagamento das parcelas em dia.

Se ficou alguma dúvida, fale com um dos nossos corretores autorizados. Encontre um perto de você no site https://www.hsconsorcios.com.br/onde-encontrar

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6 dicas para investir com pouco dinheiro

Quer fazer um investimento inteligente e seguro, mesmo sem ter muito dinheiro? Saiba que o consórcio é uma ótima opção.

Se você ainda não conhece o segmento, o consórcio é uma modalidade financeira colaborativa onde um grupo de pessoas que possui um objetivo de compra semelhante (imóvel, veículo ou serviço), paga um valor mensal para realizar a compra do bem dentro das mesmas condições que os outros participantes do grupo. Após a contemplação, o valor é determinado para a compra de qualquer bem dentro do segmento escolhido previamente pelo consorciado.

Faça um consórcio

Obter segurança e estabilidade financeira para alcançar os sonhos ou para ter uma vida mais tranquila é o desejo de todos, e o mundo financeiro oferece hoje, inúmeras possibilidades para que você aumente o seu patrimônio. O consórcio possui parcelas baixas e inúmeras opções de créditos que se adequam ao seu orçamento. A meia parcela também é um grande diferencial da HS Consórcios que possibilita que você invista em um imóvel, mesmo morando de aluguel.

Não tem entrada

Juntar dinheiro para só depois investir é desanimador para você? Com o consórcio, não é preciso acumular nenhum valor para iniciar o investimento. Você escolhe o crédito e a parcela que melhor se encaixa no seu orçamento.

Livre de juros

Investir não combina com pagar juros, certo? É por isso que o consórcio é uma opção mais viável se você deseja fazer um bom investimento. Na HS Consórcios você paga apenas a parcela mensal sem juros até o fim do plano. O valor da parcela é composto pelo Fundo Comum, Fundo de Reserva e Taxa de Administração, com a opção de pagamento do seguro, somente após a contemplação.

Você escolhe o que fazer com o valor investido

Depois de ser contemplado, você tem total liberdade para decidir como pretende investir o valor, dentro do segmento de sua escolha, estabelecido em contrato. É possível destiná-lo à compra de um imóvel, por exemplo, que pode ser alugado como uma alternativa à poupança, ou como uma aposentadoria programada. Você pode ainda vender a sua carta contemplada, obtendo lucro sobre o seu investimento. Interessante, não é mesmo?

Melhoria do planejamento financeiro

De um modo geral, pode ser bastante desafiador cortar gastos extras para guardar dinheiro na poupança. O consórcio pode facilitar neste ponto do planejamento financeiro. Por ser um compromisso mensal, passa a ser mais fácil inserir o valor no seu orçamento, já que ele é previamente estipulado.

Suporte e orientação especializada

Nossa equipe de vendas é preparada para orientá-lo da melhor forma possível. Basta especificar suas necessidades e o que você está buscando, e nossos consultores terão o maior prazer em tirar todas as suas dúvidas e apresentar a você os melhores planos.

 

Viu como o consórcio pode ser a sua melhor escolha? Fale com a gente e invista agora mesmo no seu futuro.

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Saiba por que é importante aderir ao consórcio com um corretor autorizado

O consórcio é um segmento que já ajudou inúmeras pessoas a conquistarem os seus sonhos. A HS Consórcios já entregou mais de 75 mil bens em 28 anos de história e possui mais de 150 mil clientes ativos.

O trabalho realizado pelos nossos corretores autorizados é fundamental, pois a função deles vai muito além de prospectar novos clientes, eles ajudam no planejamento dos sonhos de muitas pessoas.

O que é o consórcio?

O consórcio é uma modalidade flexível, em que o consorciado pode escolher o crédito e o prazo de acordo com a sua necessidade, dentro dos segmentos e grupos que a administradora disponibiliza. Com créditos que variam de R$34mil a R$1 milhão é possível adquirir um imóvel para você ou sua empresa, reformar, comprar terreno ou chácara em área urbana ou rural, comprar um veículo ou fazer um investimento para o futuro.

A importância do corretor para o consórcio 

O Corretor de Consórcios é o especialista responsável por “fechar” o negócio com o consorciado, mas a sua função vai muito além. Ele explica todo o funcionamento do segmento, do grupo em que o participante será inserido, suas regras, como funciona o sorteio e a oferta do lance. Além disso, os Corretores autorizados da HS Consórcios ajudam a encontrar as melhores soluções de acordo com os seus objetivos.

O primeiro contato com o Corretor costuma ser através da simulação no site da HS Consórcios. A partir dela e de acordo com a sua localização, o especialista mais próximo irá iniciar o contato para entender qual o seu objetivo e facilitar o entendimento sobre o passo a passo do consórcio.

Regulamentação do Consórcio

Quando você decide aderir ao sistema de consórcios, o primeiro passo é encontrar uma administradora credenciada e fiscalizada pelo Banco Central do Brasil, órgão responsável pela regulamentação do sistema, e que vai garantir que o seu investimento está sendo feito de forma segura, junto a uma instituição idônea. O consórcio é regulamentado pela Lei 11.795 de 2008, que você pode conferir aqui.

A HS Consórcios tem mais de 28 anos de história, é autorizada pelo BCB e associada a ABAC (Associação Brasileira de Administradores de Consórcios).

Com o objetivo de oferecer sempre o melhor atendimento, os Corretores da HS participam de treinamentos regulares junto a especialistas da área e estão presentes em 10 estados e no Distrito Federal. São mais de 650 profissionais especialistas em REALIZAR os seus objetivos.

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Alugar ou construir? Saiba qual a melhor escolha para o seu negócio.

A decisão de alugar ou comprar um ponto comercial, pode não ser das mais simples e não é uma matemática exata. Cada caso deve ser estudado e de acordo com o perfil e objetivos da sua empresa, a decisão deve ser tomada. Confira neste artigo os principais pontos a serem considerados e depois faça a sua reflexão.

Principais pontos a serem observados:

Adquirir um imóvel pode ser um bom negócio, se ele apresentar potencial de valorização, por isso é importante estudar a localização e como são os investimentos de infraestrutura e moradia na região. Porém existe o risco do imóvel não valorizar como esperado e o empresário acabar investindo em um negócio secundário ao seu, no caso em imóveis.

A opção pelo aluguel permite maior flexibilidade para se mudar de imóvel, caso o local futuramente não se mostre comercialmente adequado. Essa flexibilidade pode ser significativamente menor caso o empresário opte pela aquisição do imóvel, se o mesmo apresentar baixa liquidez por algum motivo.

Na hora de avaliar a compra ou aluguel, você pode também pensar o seguinte: no caso de um imóvel de 200 mil reais que tem o seu aluguel mensal em torno de 3 mil reais, o valor do aluguel representa 1,5% do valor do imóvel. Neste caso, se uma pessoa tivesse os 200 mil reais aplicados no banco, conseguiria, no máximo, 1,4 mil de juros. Por essa conta, valeria mais a pena comprar o imóvel. O ganho é maior com o dinheiro aplicado na compra do imóvel do que parado no banco.

Partindo deste pressuposto, você deve avaliar usos alternativos para o dinheiro: Alugar pode não ser necessariamente uma opção ruim. O montante a ser investido numa eventual aquisição do imóvel poderia ser investido para outro fim, como em capital de giro ou mesmo em uma aplicação financeira, constituindo um fundo de reserva para contingências (nesse caso, os ganhos gerados pela aplicação poderiam inclusive ser utilizados para pagar o aluguel do imóvel).

Por outro lado, instalar-se em um imóvel próprio diminui os gastos operacionais, pois não seria necessário pagar aluguel, você pode construir ou adaptar o imóvel conforme a infraestrutura necessária para você, sem a necessidade de realizar reformas em um imóvel terceiro ou ainda ter que fazer melhorias na hora em que resolver sair dele. Em seu imóvel próprio é possível fazer as manutenções conforme a necessidade e você tem ainda uma segurança patrimonial mais alta.

Com a HS Consórcios você pode planejar a compra do seu imóvel próprio a médio e longo prazo, sem pagar juros e com as vantagens que só o segmento oferece, ou ainda investir no ramo imobiliário e adquirir imóveis com o objetivo obter uma renda extra através do aluguel.

Se interessou? Acesse o nosso site e faça uma simulação sem compromisso.

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Regularizando um imóvel para a venda: confira o passo a passo

Seja para venda, reforma com o consórcio ou apenas para ficar com a consciência tranquila, estar com o seu imóvel regularizado é de extrema importância. Estar dentro da legalidade é importante ainda para evitar multas e aproveitar oportunidades que possam surgir como possível venda ou troca de imóvel. Ainda que a burocracia seja algo desagradável, e você tenha de despender de tempo e recursos para isso, é importante colocar a regularização entre as suas metas.

Mas afinal de contas, o que é regularizar o imóvel e como saber se você precisa, ou não?
O principal objetivo de tal ação, é regularizar construções feitas de forma irregular, além de documentos como a escritura do imóvel. Estar com o seu bem irregular pode acarretar em multas e em casos mais extremos até perda do imóvel. A regularização garante que você aproveite oportunidades de compra, venda ou troca por outros imóveis, tornando o processo mais rápido e simples.

Confira o passo a passo e fique atento, pois algumas normativas são municipais e podem ser diferentes de um município para o outro.

1: Documentos
O primeiro passo para a regularização está em conferir quais documentos você possui ou não, para então entrar com o processo de regularização junto à prefeitura do município onde seu imóvel está localizado.

Contrato de compra e venda;
Escritura do imóvel;
Matrícula devidamente atualizada;
Certidões negativas;
Certidão de regularização do Habite-se.

Além disso, outros documentos são importantes como comprovantes de pagamento de IPTU ou INCRA em caso de imóveis localizados em áreas rurais.

2: Entrada no cartório
O primeiro passo para a regularização de imóveis é procurar o Cartório de Registro de Imóveis da cidade onde a propriedade está localizada e dar entrada no procedimento. Para isso, você deve apresentar o contrato de compra e venda. Com ele, será possível emitir a escritura da propriedade.

Essa é a primeira etapa do processo de regularização, afinal, sem a escritura do imóvel todo o restante dos procedimentos fica invalidado. Por isso, lembre-se de ter a escritura em mãos para, então, solicitar a abertura de matrícula do imóvel.

3: Alvará de Regularização
Com a matrícula em mãos, o próximo passo é solicitar o Alvará de Regularização, que atesta os procedimentos legais de construção do imóvel.

Vale lembrar que esse documento vale apenas para propriedades já construídas. Em caso de terrenos e obras ainda inacabadas, é necessário dar entrada no Habite-se na prefeitura.

4: Certidões negativas
Após regularizar o imóvel perante o órgão municipal da cidade de origem do imóvel, é chegada a vez de emitir a Certidão Negativa de Débitos (CND). Essa etapa deve ser realizada em um posto da Receita Federal de sua cidade.

Com esse documento, você poderá regularizar a sua situação financeira com o INSS, além de confirmar se não há dívidas em aberto em seu nome. Esse comprovante também é muito importante para a regularização do imóvel.

5: Averbação do imóvel
É fundamental que você confirme a averbação de construção do imóvel, mais um passo que deve ser realizado no Cartório de Registro de Imóveis da cidade de origem da propriedade.

Com esses passos concluídos, finalmente o imóvel está regularizado e em seu nome, podendo agora ser negociado da maneira que você preferir, sem que haja contestação legal para isso.

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E se estiver em busca de comprar um imóvel novo, faça uma simulação em nosso site.

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Declarando o consórcio no Imposto de Renda

Chegou a hora de acertar as contas com o leão. Os contribuintes brasileiros precisam entregar as suas declarações do Imposto de Renda 2022 (exercício 2021), até o dia 29 de abril à Receita Federal.

A declaração vem sendo simplificada ao longo dos anos e pode ser realizada por você mesmo, através do site da Receita ou com a ajuda de um Contador. O consórcio deve ser declarado, seja ele contemplado ou não. O período da declaração ocorre todos os anos, entre março e abril, mas é importante já ir organizando os documentos para não perder o prazo, já que em alguns casos é necessário correr atrás da segunda via. Uma vantagem importante está em declarar o mais cedo possível, pois assim, você pode entrar nos primeiros lotes da restituição e podendo ainda pagar em uma única parcela com desconto ou parcelar.

Os informes dos rendimentos devem ser entregues pelas empresas, bancos e instituições, até o dia 28 de fevereiro. Os dados dos documentos servem para a Receita cruzar informações, saber quanto você pagou de imposto ao longo do ano e verificar se houve sonegação ou não. Quanto antes você juntar os documentos, mais tempo terá para correr atrás de alguma informação que faltou.

Na hora de declarar o IR no programa da Receita Federal é possível importar os dados da declaração realizada no ano anterior, facilitando o processo.

DECLARANDO O CONSÓRCIO

Considerando que o consórcio representa um patrimônio, deve ser declarado estando contemplado ou não. No site da HS Consórcio na aba de clientes, é possível encontrar a opção “Declaração do IR”, onde você encontra o documento para a declaração. Basta acessar com o número do CPF e senha previamente cadastrada. Caso não tenha ainda, consulte o seu corretor autorizado.

A declaração do consórcio entra na categoria de “Bens e Direitos” do IR (código 95 – consórcio) e é importante para explicar a origem do dinheiro para a Receita Federal, essencial na hora da compra do bem com o valor contemplado. Para isso, será necessário possuir todos os dados da administradora como dados relativos à sua cota, o nome, CNPJ da administradora, o tipo de bem que será declarado, além do número de parcelas quitadas e que deverão ser pagas e os valores pagos à administradora.

Se você começou a pagar o consórcio em 2021, precisa deixar em branco a situação em dezembro de 2020 e fazer uma soma dos valores pagos. Inclua este valor no campo “Situação em 31/12/2021”.

Se o seu consórcio já foi contemplado, o contribuinte opta pela aba de Bens e Direitos, e caso tenha sido contemplado e utilizou o valor para adquirir algum bem, deve declarar como o próprio bem adquirido. Se adquirir um carro, por exemplo, deve utilizar o código “21 – Veículo automotor”.

No campo “Situação em 31/12/2021” deve declarar a soma de tudo que foi pago até então, incluso o lance, se tiver.

Se o contribuinte contemplado não usou o valor para comprar o bem, deve continuar a declarar a cota como não-contemplada, conforme explicado acima.

Cotas vendidas

Cotas vendidas também devem ser declaradas, se vendida por um preço menor do que o pago a princípio, basta buscar na aba Bens e Direitos seu consórcio, que já deve ter sido lançado no ano anterior. No primeiro quadro de “situação em”, repita o valor anterior e deixe o valor zerado no ano de 2021. Em discriminação, complemente com o nome CPF ou CNPJ do comprador e o valor da venda.

Obtendo lucro na venda das cotas, deve incidir sobre esse excedente ganho de capital, que deve ser declarado no imposto de renda.

Em caso de dúvidas, fale com o seu corretor autorizado.

Se você tiver um amigo ou familiar que também tenha consórcio, encaminhe este artigo para ele.

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Apartamento ou casa: como escolher a melhor opção para comprar com o consórcio

Você foi contemplado no consórcio e chegou a tão sonhada hora de comprar o seu imóvel.

Mas aí bate aquela dúvida: casa ou apartamento, o que é melhor para o meu estilo de vida?

Se bateu essa dúvida você está no lugar certo!

Confira as nossas dicas para te ajudar na hora da decisão.

Casas e apartamentos vêm cobertos com alguns clichês. Enquanto a casa costuma ser recomendada para quem tem famílias grandes e os apartamentos para pessoas mais jovens, em busca do primeiro imóvel, tudo isso deixou de ser uma regra com o passar do tempo. Hoje, existem diversas opções de imóveis pequenos, médios e grandes, para os mais variados estilos e a sua escolha vai depender muito mais de dois fatores: 1) o estilo de vida e 2) o quanto você pode ou gostaria de investir no imóvel.

Isso porque, se você deseja morar em uma área central, por exemplo, mas tem um orçamento menor, pode encontrar apartamentos menores, mas com a localização que você deseja. Este é apenas um, dos muitos exemplos que podemos citar.

 

Vantagens e desvantagens de cada escolha:

Casa